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Itália

Subida ao Vesúvio, o criador de Pompeia

Há já quase 5 anos tive a sorte de poder visitar Pompeia. Lembro-me ter ficado surpreendida com a extensão da cidade e com a sua incrível preservação. Mesmo hoje conseguimos ser transportados para o passado e imaginar como seria a vida ali.

Desta vez, a aventura foi outra: subir ao vulcão que tornou Pompeia numa das mais famosas cidades históricas do mundo.

Assim que vimos que não ia chover nesse dia, pegámos no carro e subimos até ao parque de estacionamento, pagámos 5 euros e lá nos indicaram onde estavam os shuttles para subir. Mais dois euros, metem-nos numa carrinha que já viu melhores dias e levam-nos, em conjunto com uma grande família espanhola, até ao lugar dos bilhetes. O shuttle faz um caminho curto que a pé deve levar uma meia hora.

O preço dos bilhetes é o que dói mais. 10€ por pessoa. Tinha lido nuns blogs que para fazer o caminho 5 não era preciso pagar, mas não o encontrei em lado nenhum, por isso suponho que a informação esteja desactualizada.

Depois disto tens pela frente uma caminhada de 30/40 minutos até ao topo do Vesúvio. Os primeiros 20 minutos são os mais difíceis por serem sempre a subir num piso que é algo entre a areia e a gravilha. Mas a vista sobre Nápoles não desaponta ninguém.

E eventualmente dás por ti já na cratera! O cheiro a enxofre e os fumos são pouco intensos. Ali, só mesmo o vento é que dificulta a vida e as fotografias. Prepara-te!

O Vesúvio em si é espectacular. Cores quentes, ainda um resquício de neve e a paisagem circundante, claro. Para além de Nápoles podes ver Capri, Sorrento e as montanhas circundantes.

É definitivamente uma experiência que vale a pena se estiveres por ali.

PS: Creio que existem muitas tours a partir de Nápoles, Sorrento e até Pompeia até ao Vesúvio caso não tenhas um carro. Subir tudo a pé é capaz de demorar o dia inteiro porque ainda são bastantes quilómetros!

Alfacinha germinada e cultivada num cantinho à beira mar plantado, a Inês tem uma certa inquietação que não a deixa ficar muito tempo tempo no mesmo sítio. Fez Erasmus em Paris, trabalhou em Istambul e em Portugal, fez um mestrado em Creative Advertising em Milão e agora trabalha no Reino Unido. Viajar, criatividade, cozinhar, dançar e ler são algumas das suas paixões. A combinação de algumas delas deu origem a este blog, o Mudanças Constantes. Bem-vindos!

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