Áustria Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/category/austria/ Blog de viagens para inquietos e irrequietos Sun, 23 Jan 2022 12:56:07 +0000 en-GB hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.mudancasconstantes.com/wp-content/uploads/2018/10/cropped-Untitled-design-1-32x32.png Áustria Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/category/austria/ 32 32 Hallstatt: O conto de fadas austríaco https://www.mudancasconstantes.com/2018/03/19/hallstatt-austria/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=hallstatt-austria https://www.mudancasconstantes.com/2018/03/19/hallstatt-austria/#comments Sun, 18 Mar 2018 23:56:20 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=3065 Cada vez que aparece um daqueles típicos tops de “5 vilas a visitar na europa” ou “10 lugares incríveis que nem sabias que existiam” Hallstatt está lá. Em TODOS. E eu, farta de ver fotos deste conto de fadas austríaco, achei que estava na hora de o visitar. Uma vez que já ia a Munique e Hallstatt não parecia assim tão longe, passou a fazer para do nosso fim-de-semana de montanha juntamente com Königssee. Acordámos às 6:30 da manhã, para uma promessa de sandes de frango, rúcula, pesto e mozarela que nunca se concretizou e saímos. Três tugas e uma australiana numa viagem de carro de três horas ao som dos saudosos DZRT, mais umas outras coisas dos Morangos com Açúcar, Agir e, para não ser a decadência total, Rui Veloso. Ziguezagueando pelas estradas brancas austríacas íamos admirando a paisagem ao mesmo tempo que nos perguntávamos como é que tudo podia ser tão bonito. Mal chegámos, dirigimo-nos para o centro da pequena vila de Hallstatt e foi fácil de perceber porque é que é tão famosa. Tudo é perfeito! Austrian style. Desde as casas de madeira decoradas e pintadas a preceito ao lago lindamente enquadrado pelas montanhas ainda com neve, o conjunto todo parecia uma pintura digna do Louvre. Por não termos muito tempo ficamo-nos por apreciar a paisagem, tirar fotos a cada cantinho, subir aos pontos mais altos para ver a vista e comer uma pizza descongelada num “restaurante”, a única coisa que não nos rebentava com o orçamento. Se fores com mais tempo tens as minas de sal, o hallstaat skywalk (ao lado das minas) e ainda algumas montanhas para subir como as Dachstein Mountains. Mas nós tínhamos um bacalhau à brás e um arroz doce para fazer e comer e vinhos portugueses para beber e como digo sempre, “o resto fica para a próxima!” ;). Mesmo assim valeu muito a pena!

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Cada vez que aparece um daqueles típicos tops de “5 vilas a visitar na europa” ou “10 lugares incríveis que nem sabias que existiam” Hallstatt está lá. Em TODOS. E eu, farta de ver fotos deste conto de fadas austríaco, achei que estava na hora de o visitar.

Uma vez que já ia a Munique e Hallstatt não parecia assim tão longe, passou a fazer para do nosso fim-de-semana de montanha juntamente com Königssee.

Acordámos às 6:30 da manhã, para uma promessa de sandes de frango, rúcula, pesto e mozarela que nunca se concretizou e saímos. Três tugas e uma australiana numa viagem de carro de três horas ao som dos saudosos DZRT, mais umas outras coisas dos Morangos com Açúcar, Agir e, para não ser a decadência total, Rui Veloso. Ziguezagueando pelas estradas brancas austríacas íamos admirando a paisagem ao mesmo tempo que nos perguntávamos como é que tudo podia ser tão bonito.

Mal chegámos, dirigimo-nos para o centro da pequena vila de Hallstatt e foi fácil de perceber porque é que é tão famosa. Tudo é perfeito! Austrian style. Desde as casas de madeira decoradas e pintadas a preceito ao lago lindamente enquadrado pelas montanhas ainda com neve, o conjunto todo parecia uma pintura digna do Louvre.

Por não termos muito tempo ficamo-nos por apreciar a paisagem, tirar fotos a cada cantinho, subir aos pontos mais altos para ver a vista e comer uma pizza descongelada num “restaurante”, a única coisa que não nos rebentava com o orçamento.

Se fores com mais tempo tens as minas de sal, o hallstaat skywalk (ao lado das minas) e ainda algumas montanhas para subir como as Dachstein Mountains.

Mas nós tínhamos um bacalhau à brás e um arroz doce para fazer e comer e vinhos portugueses para beber e como digo sempre, “o resto fica para a próxima!” ;). Mesmo assim valeu muito a pena!

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Viena, a cidade mais perfeita da Europa https://www.mudancasconstantes.com/2016/09/27/viena-austria/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=viena-austria https://www.mudancasconstantes.com/2016/09/27/viena-austria/#comments Tue, 27 Sep 2016 19:49:09 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=759 Recentemente, em trabalho, tive a oportunidade de visitar Viena pela terceira vez. De todas as vezes senti o mesmo: Viena é demasiado perfeita para mim. É uma cidade espectacular, sim, todos os edifícios parecem obras de arte, as ruas estão impecavelmente limpas, há jardins por todo o lado, não há barulho e não tem a azáfama de qualquer outra cidade europeia. As pessoas parecem relaxadas e calmas, todas elegantemente vestidas. E isso irrita-me um bocado… eu gosto do barulho e do caos das cidades. Gosto dos prédios tortos, das pessoas apressadas e de sentir a essência da cidade. Apesar de ficar sempre maravilhada com a beleza de Viena, não me consigo imaginar como parte dela, como acontece em Paris ou Roma. Contudo, é uma capital de paragem obrigatória. Tem dos palácios mais bonitos da Europa, uma ópera capaz de deixar qualquer um de boca aberta e aquele que se pode efectivamente apelidar de “o melhor bolo de chocolate do mundo”: a Sachertorte A não perder em Viena:

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Recentemente, em trabalho, tive a oportunidade de visitar Viena pela terceira vez. De todas as vezes senti o mesmo: Viena é demasiado perfeita para mim. É uma cidade espectacular, sim, todos os edifícios parecem obras de arte, as ruas estão impecavelmente limpas, há jardins por todo o lado, não há barulho e não tem a azáfama de qualquer outra cidade europeia. As pessoas parecem relaxadas e calmas, todas elegantemente vestidas. E isso irrita-me um bocado… eu gosto do barulho e do caos das cidades. Gosto dos prédios tortos, das pessoas apressadas e de sentir a essência da cidade.

Apesar de ficar sempre maravilhada com a beleza de Viena, não me consigo imaginar como parte dela, como acontece em Paris ou Roma. Contudo, é uma capital de paragem obrigatória. Tem dos palácios mais bonitos da Europa, uma ópera capaz de deixar qualquer um de boca aberta e aquele que se pode efectivamente apelidar de “o melhor bolo de chocolate do mundo”: a Sachertorte

A não perder em Viena:

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Schönbrunn e os seus jardins
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Belvedere e os seus museus onde se encontra o quadro “O Beijo”
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Hofburg e a Spanish Riding School
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A pequena e discreta Rathaus 🙂
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Do topo da catedral St. Stephen’s
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A obra prima: Sachertorte
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Hunderwasser
Ópera com visita guiada
Ópera com visita guiada
xmas
Natal em Viena <3

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Interrail: Um mês de caminhos-de-ferro https://www.mudancasconstantes.com/2016/09/04/interrail-um-mes-itinerario/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=interrail-um-mes-itinerario https://www.mudancasconstantes.com/2016/09/04/interrail-um-mes-itinerario/#comments Sun, 04 Sep 2016 19:13:48 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=463 Quando tinha 18 anos, em 2012, fiz um Interrail que na altura era uma das viagens no topo da minha bucket list. Como já escrevi neste post, esta viagem continua a ser uma das minhas preferidas, até porque foi a minha primeira grande aventura. Mas se para alguns um Interrail é uma coisa do momento em que cada dia se decide o que se vai fazer no seguinte, eu cá sou mulher de ter plano para tudo (!) e não descansei enquanto não encontrei o itinerário perfeito para ver a Europa Central e um bocadinho do leste. Modéstia à parte, foi um belo plano! Conseguimos ver imensas coisas e até o orçamento ficou dentro do previsto. Fica aqui um apanhado em jeito de inspiração: Veneza A primeira paragem foi feita por conveniência. Como Portugal é no cú de Judas, e para chegar a qualquer sítio (excepto Espanha) são precisos dois dias de passe, decidimos que era mais produtivo e rápido voar para Veneza que era o sítio mais perto de Bled, na Eslovénia, com voos a preços decentes a partir de Lisboa. Saímos do aeroporto, apanhámos um autocarro até ao centro, andámos duas horas a correr pela cidade com mochilas gigantes atrás e corremos mais um bocadinho para apanhar um autocarro até Villach na Áustria – que quase perdíamos por ter subestimado a distância entre o centro e a estação de autocarros.     Bled não era de fácil acesso e o nosso percurso foi: Veneza – Villach (autocarro)Villach – Jesenice (comboio)Jesenice – Bled (autocarro) Eslovénia (Bled + Liubliana) Bled: Dois dias Decididamente o sítio mais bonito de toda a viagem. Quando andava nas minhas pesquisas de sítios para visitar e vi as fotografias do lago de Bled, sabia que tinha que fazer parte do meu itinerário. A natureza à sua volta é espectacular e existem montes de caminhadas e actividades para fazer. Hostel: Travellers Haven –  Recomendo 🙂       Links:  Vintgar Gorge | Castelo de Bled Liubliana: Um Dia Liubliana é uma cidade amorosa e muito pequenina que se consegue ver num dia. Recomendo a Free Walking Tour como forma de ver os pontos mais interessantes rapidamente e aprender mais sobre a história da cidade e do país. Viena (3 dias) A cidade mais perfeita da Europa foi a nossa segunda paragem e durante três dias passeámo-nos por museus, palácios e jardins majestosos. A melhor coisa de Viena é mesmo a Sachertorte apesar de uma fatia custar 6 euros… Hostel:  Wombats Naschmarkt Atmosfera não é muito acolhedora, mas a relação qualidade/preço é o melhor que se arranja em Viena. Apesar dos preços serem altíssimos, todos os museus têm descontos para estudantes e passear pela cidade a ver as maravilhas arquitectónicas é uma das melhores coisas a fazer 🙂 Budapest (3 dias) Apesar do calor sufocante do Agosto húngaro, Budapeste é das minhas cidades europeias preferidas. Primeiro, os preços são estupidamente baixos por causa do câmbio e segundo, a cidade tem história e alma e isso sente-se. Também começamos pela free tour, como sempre, e depois partimos à descoberta do resto. No meu top de sítios a visitar estão os banhos Szechenyi, o museu do terror e a parlamento. Em 2012, havia x entradas grátis para quem chegasse mais cedo. Por isso, antes das 8 da manhã já estávamos na fila (um dia depois de aprendermos que chegar às 8.30 não era suficiente). Hostel: Home Made Hostel melhor hostel de sempre! Cracóvia (3 dias) Apesar de pequenina, Cracóvia tem o seu charme e muita história. Ah, e meio quilo de framboesas a menos de um euro. Acho que era capaz de me mudar para Cracóvia só por causa disto! Cracóvia é a rainha das free tours  com visitas gratuitas guiadas por todo o lado. A mais interessante foi a “Jewish Krakow”, especialmente um dia depois de irmos a Auschwitz. As histórias são impressionantes e não há nada como ouvir e aprender com a história para que ela não se repita (apesar do futuro não parecer muito sorridente de momento). A cidade em geral também é barata, apesar de nós normalmente preferimos sempre cozinhar nos hostels para poupar. Hostel: Mundo Hostel melhor pequeno-almoço que alguns hotéis de 5 estrelas! Praga (3 dias) Apaixonei-me por Praga e foi amor à primeira vista. A cidade parece saída de um conto de fadas, com o castelo, catedrais e casas pintadas. Apetecia-me ficar ali para sempre, é tudo tão lindo!!! Hostel: Não me lembro, mas também não o recomendava a ninguém. Tinha esquilos e passarinhos embalsamados e era uma tentativa assustadora de recriar uma floresta. Alemanha Berlim (2 dias) Confesso que as cidades alemãs não me atraem particularmente. Apesar de serem interessantes pelo seu passado e certamente valerem uma ou mais visitas, não há nada que me diga “tens que voltar assim que possas!”. Gostei de Berlim pela história e por um dos melhores museus que já vi, o Pergamon, pela fantástica arte urbana do muro e só tenho pena de não ter conhecido a noite de Berlim de que toda a gente fala, mas era muito miúda para isso. Se lá voltar, vai ser para conhecer essa parte 🙂 Hostel: East Seven Berlin Não era nada mau. Ficava perto de vários supermercados e do metro. Não valia mesmo a pena comprar o pequeno-almoço à parte já que pelo preço tínhamos quase comida para o dia inteiro! Hamburgo (1 dia) Já Hamburgo foi uma grande surpresa. Foi a única parte não planeada da viagem. Quando percebemos que ia chover torrencialmente em Berlim num dos dias em que lá estávamos, decidimos olhar para o mapa do Accuweather e ver onde é que não ia chover na Alemanha. O mapa “respondeu” Hamburgo e lá fomos passar umas 6 horas a Hamburgo. Quase só conseguimos fazer a free tour  que foi dada por um guia fantástico, mas adorámos a cidade pelos seus canais e arquitectura (muito parecida à Holandesa).  Paris (4 dias) Depois deste post, este, este e este, acho que já não tenho muito mais a dizer sobre Paris 😀 fica só a dica de uma day-trip à casa do Monet em Giverny que é lindíssima. Quase sem nos apercebermos disso, o nosso mês de Interrail pela Europa tinha acabado e já não conseguiamos pensar em mais nada senão na nossa próxima grande aventura.

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Quando tinha 18 anos, em 2012, fiz um Interrail que na altura era uma das viagens no topo da minha bucket list. Como já escrevi neste post, esta viagem continua a ser uma das minhas preferidas, até porque foi a minha primeira grande aventura.

Mas se para alguns um Interrail é uma coisa do momento em que cada dia se decide o que se vai fazer no seguinte, eu cá sou mulher de ter plano para tudo (!) e não descansei enquanto não encontrei o itinerário perfeito para ver a Europa Central e um bocadinho do leste.

Modéstia à parte, foi um belo plano! Conseguimos ver imensas coisas e até o orçamento ficou dentro do previsto. Fica aqui um apanhado em jeito de inspiração:

Veneza

A primeira paragem foi feita por conveniência. Como Portugal é no cú de Judas, e para chegar a qualquer sítio (excepto Espanha) são precisos dois dias de passe, decidimos que era mais produtivo e rápido voar para Veneza que era o sítio mais perto de Bled, na Eslovénia, com voos a preços decentes a partir de Lisboa.

Saímos do aeroporto, apanhámos um autocarro até ao centro, andámos duas horas a correr pela cidade com mochilas gigantes atrás e corremos mais um bocadinho para apanhar um autocarro até Villach na Áustria – que quase perdíamos por ter subestimado a distância entre o centro e a estação de autocarros.

   

Bled não era de fácil acesso e o nosso percurso foi:

Veneza – Villach (autocarro)
Villach – Jesenice (comboio)
Jesenice – Bled (autocarro)

Eslovénia (Bled + Liubliana)

Bled: Dois dias

Decididamente o sítio mais bonito de toda a viagem. Quando andava nas minhas pesquisas de sítios para visitar e vi as fotografias do lago de Bled, sabia que tinha que fazer parte do meu itinerário. A natureza à sua volta é espectacular e existem montes de caminhadas e actividades para fazer.

Hostel: Travellers Haven –  Recomendo 🙂


     

Links:  Vintgar Gorge | Castelo de Bled

Liubliana: Um Dia

Liubliana é uma cidade amorosa e muito pequenina que se consegue ver num dia. Recomendo a Free Walking Tour como forma de ver os pontos mais interessantes rapidamente e aprender mais sobre a história da cidade e do país.


Viena
(3 dias)

A cidade mais perfeita da Europa foi a nossa segunda paragem e durante três dias passeámo-nos por museus, palácios e jardins majestosos. A melhor coisa de Viena é mesmo a Sachertorte apesar de uma fatia custar 6 euros…


Hostel:  Wombats Naschmarkt Atmosfera não é muito acolhedora, mas a relação qualidade/preço é o melhor que se arranja em Viena.

Apesar dos preços serem altíssimos, todos os museus têm descontos para estudantes e passear pela cidade a ver as maravilhas arquitectónicas é uma das melhores coisas a fazer 🙂

Budapest (3 dias)

Apesar do calor sufocante do Agosto húngaro, Budapeste é das minhas cidades europeias preferidas. Primeiro, os preços são estupidamente baixos por causa do câmbio e segundo, a cidade tem história e alma e isso sente-se. Também começamos pela free tour, como sempre, e depois partimos à descoberta do resto.

No meu top de sítios a visitar estão os banhos Szechenyi, o museu do terror e a parlamento. Em 2012, havia x entradas grátis para quem chegasse mais cedo. Por isso, antes das 8 da manhã já estávamos na fila (um dia depois de aprendermos que chegar às 8.30 não era suficiente).

Hostel: Home Made Hostel melhor hostel de sempre!

Cracóvia (3 dias)

Apesar de pequenina, Cracóvia tem o seu charme e muita história. Ah, e meio quilo de framboesas a menos de um euro. Acho que era capaz de me mudar para Cracóvia só por causa disto!

Cracóvia é a rainha das free tours  com visitas gratuitas guiadas por todo o lado. A mais interessante foi a “Jewish Krakow”, especialmente um dia depois de irmos a Auschwitz. As histórias são impressionantes e não há nada como ouvir e aprender com a história para que ela não se repita (apesar do futuro não parecer muito sorridente de momento).

A cidade em geral também é barata, apesar de nós normalmente preferimos sempre cozinhar nos hostels para poupar.

Hostel: Mundo Hostel melhor pequeno-almoço que alguns hotéis de 5 estrelas!

Praga (3 dias)

Apaixonei-me por Praga e foi amor à primeira vista. A cidade parece saída de um conto de fadas, com o castelo, catedrais e casas pintadas. Apetecia-me ficar ali para sempre, é tudo tão lindo!!!

Hostel: Não me lembro, mas também não o recomendava a ninguém. Tinha esquilos e passarinhos embalsamados e era uma tentativa assustadora de recriar uma floresta.

Alemanha

Berlim (2 dias)

Confesso que as cidades alemãs não me atraem particularmente. Apesar de serem interessantes pelo seu passado e certamente valerem uma ou mais visitas, não há nada que me diga “tens que voltar assim que possas!”.

Gostei de Berlim pela história e por um dos melhores museus que já vi, o Pergamon, pela fantástica arte urbana do muro e só tenho pena de não ter conhecido a noite de Berlim de que toda a gente fala, mas era muito miúda para isso. Se lá voltar, vai ser para conhecer essa parte 🙂

Hostel: East Seven Berlin Não era nada mau. Ficava perto de vários supermercados e do metro. Não valia mesmo a pena comprar o pequeno-almoço à parte já que pelo preço tínhamos quase comida para o dia inteiro!

Hamburgo (1 dia)

Já Hamburgo foi uma grande surpresa. Foi a única parte não planeada da viagem. Quando percebemos que ia chover torrencialmente em Berlim num dos dias em que lá estávamos, decidimos olhar para o mapa do Accuweather e ver onde é que não ia chover na Alemanha. O mapa “respondeu” Hamburgo e lá fomos passar umas 6 horas a Hamburgo.

Quase só conseguimos fazer a free tour  que foi dada por um guia fantástico, mas adorámos a cidade pelos seus canais e arquitectura (muito parecida à Holandesa). 

Paris (4 dias)

Depois deste post, este, este e este, acho que já não tenho muito mais a dizer sobre Paris 😀 fica só a dica de uma day-trip à casa do Monet em Giverny que é lindíssima.

Quase sem nos apercebermos disso, o nosso mês de Interrail pela Europa tinha acabado e já não conseguiamos pensar em mais nada senão na nossa próxima grande aventura.

The post Interrail: Um mês de caminhos-de-ferro appeared first on Mudanças Constantes.

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