veneza Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/veneza/ Blog de viagens para inquietos e irrequietos Sun, 23 Jan 2022 12:56:07 +0000 en-GB hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://www.mudancasconstantes.com/wp-content/uploads/2018/10/cropped-Untitled-design-1-32x32.png veneza Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/veneza/ 32 32 Carnaval de Veneza: o meu sonho de menina https://www.mudancasconstantes.com/2018/03/12/carnaval-veneza/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=carnaval-veneza https://www.mudancasconstantes.com/2018/03/12/carnaval-veneza/#comments Mon, 12 Mar 2018 19:00:22 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2987 Espero que não me acusem de plágio. Desde que me lembro que queria ir ao Carnaval de Veneza. Aqueles fatos e máscaras milionários, saídos dos anos em que ainda havia reis e rainhas, fascinavam-me. E foi então que a oportunidade se deu, já que estou a viver em Milão, e fui até Veneza para ver o seu lendário Carnaval. Passear por Veneza é sempre um prazer, é um lugar simplesmente único no mundo. E por entre as ruas mais pequenas e secretas encontra-se uma paz e sossego que nunca associamos a esta cidade. Durante o Carnaval, a maioria dos eventos passam-se na Piazza San Marco, e foi para lá que nos dirigimos. Nós e toda a gente, claro. As ruas e pontes de Veneza não foram pensadas para os milhões de pessoas que a visitam e é normal que haja filas. Eu disse que havia muita gente… À medida que nos íamos aproximando da praça, para além do número de pessoas a aumentar, também aumentava o número de máscaras. Estávamos oficialmente no Carnaval de Veneza! O nosso dia foi passado a perseguir pessoas com máscaras e a tirar-lhes fotos. A maioria dos “participantes” está lá mesmo para isso (desconfio que a cidade de Veneza lhes paga a paciência) e pousam e tudo! Às vezes é difícil de saber para onde nos devemos virar, há tanta coisa a acontecer e tanta coisa para ver. Mas o que te aconselho é: não te preocupares muito com o caminho, muito menos com entrar em museus, igrejas ou monumentos famosos, o Carnaval não é certamente altura para isso. Aproveita o ambiente, à noite há festas e vive este festival à tua maneira. O único sítio que estava na minha bucket list era a Libreria Acqua Alta, uma das livrarias mais icónicas do mundo, com uma gondola lá dentro e tudo! Infelizmente também estava bastante cheia, mas é certamente um lugar a visitar numa viagem a Veneza. A caminho da estação de comboio ainda passámos pelo “Ghetto Nuovo”, a parte judia da cidade e o gueto judaico mais antigo do mundo (instituído em 1516). E o meu sonho foi concretizado, adorei esta experiência e apesar da confusão é algo que recomendaria a qualquer um, nem que seja só por uma vez! Dicas rápidas Transporte: Marca com antecedência! De Milão para Veneza apanhámos um Flixbus que custou 30€ ida e volta. São três horas de viagem. Bagagem: A estação de St. Lucia tem um depósito de bagagens. O preço é à peça e custa 6€ para as primeiras 5 horas e depois 1€ a mais por cada hora. O sistema é muito simples e rápido e uma boa opção para não ter que andar com tralha atrás. Alojamento: Marca com antecedência! Nós ficámos num Airbnb em Mestre, muito mais barato do que ficar em Veneza. De Mestre para Veneza é só apanhar um comboio que demora 10 minutos e custa 1.20€. Mestre tem um centro histórico muito pequenino, mas simpático. Refeições: Para Veneza íamos equipadíssimas com sandes que trazíamos de casa e só comemos um gelado que até foi menos de 5€!! Em Mestre vingámo-nos e fomos à Hosteria Vite Rossa onde jantámos maravilhosamente. Um dos pratos mais famosos da região de Veneza é o Bacalhau Frito. Tão booom! Podes encontrar o plano e as datas do carnaval neste site:http://www.carnevale.venezia.it/en/

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Espero que não me acusem de plágio. Desde que me lembro que queria ir ao Carnaval de Veneza. Aqueles fatos e máscaras milionários, saídos dos anos em que ainda havia reis e rainhas, fascinavam-me. E foi então que a oportunidade se deu, já que estou a viver em Milão, e fui até Veneza para ver o seu lendário Carnaval.

Passear por Veneza é sempre um prazer, é um lugar simplesmente único no mundo. E por entre as ruas mais pequenas e secretas encontra-se uma paz e sossego que nunca associamos a esta cidade.


Durante o Carnaval, a maioria dos eventos passam-se na Piazza San Marco, e foi para lá que nos dirigimos. Nós e toda a gente, claro. As ruas e pontes de Veneza não foram pensadas para os milhões de pessoas que a visitam e é normal que haja filas.

Eu disse que havia muita gente…

À medida que nos íamos aproximando da praça, para além do número de pessoas a aumentar, também aumentava o número de máscaras. Estávamos oficialmente no Carnaval de Veneza!

O nosso dia foi passado a perseguir pessoas com máscaras e a tirar-lhes fotos. A maioria dos “participantes” está lá mesmo para isso (desconfio que a cidade de Veneza lhes paga a paciência) e pousam e tudo!

Às vezes é difícil de saber para onde nos devemos virar, há tanta coisa a acontecer e tanta coisa para ver. Mas o que te aconselho é: não te preocupares muito com o caminho, muito menos com entrar em museus, igrejas ou monumentos famosos, o Carnaval não é certamente altura para isso. Aproveita o ambiente, à noite há festas e vive este festival à tua maneira.

O único sítio que estava na minha bucket list era a Libreria Acqua Alta, uma das livrarias mais icónicas do mundo, com uma gondola lá dentro e tudo! Infelizmente também estava bastante cheia, mas é certamente um lugar a visitar numa viagem a Veneza.


A caminho da estação de comboio ainda passámos pelo “Ghetto Nuovo”, a parte judia da cidade e o gueto judaico mais antigo do mundo (instituído em 1516).

E o meu sonho foi concretizado, adorei esta experiência e apesar da confusão é algo que recomendaria a qualquer um, nem que seja só por uma vez!

Dicas rápidas

Transporte: Marca com antecedência! De Milão para Veneza apanhámos um Flixbus que custou 30€ ida e volta. São três horas de viagem.

Bagagem: A estação de St. Lucia tem um depósito de bagagens. O preço é à peça e custa 6€ para as primeiras 5 horas e depois 1€ a mais por cada hora. O sistema é muito simples e rápido e uma boa opção para não ter que andar com tralha atrás.

Alojamento: Marca com antecedência! Nós ficámos num Airbnb em Mestre, muito mais barato do que ficar em Veneza. De Mestre para Veneza é só apanhar um comboio que demora 10 minutos e custa 1.20€. Mestre tem um centro histórico muito pequenino, mas simpático.

Refeições: Para Veneza íamos equipadíssimas com sandes que trazíamos de casa e só comemos um gelado que até foi menos de 5€!! Em Mestre vingámo-nos e fomos à Hosteria Vite Rossa onde jantámos maravilhosamente. Um dos pratos mais famosos da região de Veneza é o Bacalhau Frito.


Tão booom!

Podes encontrar o plano e as datas do carnaval neste site:http://www.carnevale.venezia.it/en/

O Poupas está maluco!

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Interrail: Um mês de caminhos-de-ferro https://www.mudancasconstantes.com/2016/09/04/interrail-um-mes-itinerario/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=interrail-um-mes-itinerario https://www.mudancasconstantes.com/2016/09/04/interrail-um-mes-itinerario/#comments Sun, 04 Sep 2016 19:13:48 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=463 Quando tinha 18 anos, em 2012, fiz um Interrail que na altura era uma das viagens no topo da minha bucket list. Como já escrevi neste post, esta viagem continua a ser uma das minhas preferidas, até porque foi a minha primeira grande aventura. Mas se para alguns um Interrail é uma coisa do momento em que cada dia se decide o que se vai fazer no seguinte, eu cá sou mulher de ter plano para tudo (!) e não descansei enquanto não encontrei o itinerário perfeito para ver a Europa Central e um bocadinho do leste. Modéstia à parte, foi um belo plano! Conseguimos ver imensas coisas e até o orçamento ficou dentro do previsto. Fica aqui um apanhado em jeito de inspiração: Veneza A primeira paragem foi feita por conveniência. Como Portugal é no cú de Judas, e para chegar a qualquer sítio (excepto Espanha) são precisos dois dias de passe, decidimos que era mais produtivo e rápido voar para Veneza que era o sítio mais perto de Bled, na Eslovénia, com voos a preços decentes a partir de Lisboa. Saímos do aeroporto, apanhámos um autocarro até ao centro, andámos duas horas a correr pela cidade com mochilas gigantes atrás e corremos mais um bocadinho para apanhar um autocarro até Villach na Áustria – que quase perdíamos por ter subestimado a distância entre o centro e a estação de autocarros.     Bled não era de fácil acesso e o nosso percurso foi: Veneza – Villach (autocarro)Villach – Jesenice (comboio)Jesenice – Bled (autocarro) Eslovénia (Bled + Liubliana) Bled: Dois dias Decididamente o sítio mais bonito de toda a viagem. Quando andava nas minhas pesquisas de sítios para visitar e vi as fotografias do lago de Bled, sabia que tinha que fazer parte do meu itinerário. A natureza à sua volta é espectacular e existem montes de caminhadas e actividades para fazer. Hostel: Travellers Haven –  Recomendo 🙂       Links:  Vintgar Gorge | Castelo de Bled Liubliana: Um Dia Liubliana é uma cidade amorosa e muito pequenina que se consegue ver num dia. Recomendo a Free Walking Tour como forma de ver os pontos mais interessantes rapidamente e aprender mais sobre a história da cidade e do país. Viena (3 dias) A cidade mais perfeita da Europa foi a nossa segunda paragem e durante três dias passeámo-nos por museus, palácios e jardins majestosos. A melhor coisa de Viena é mesmo a Sachertorte apesar de uma fatia custar 6 euros… Hostel:  Wombats Naschmarkt Atmosfera não é muito acolhedora, mas a relação qualidade/preço é o melhor que se arranja em Viena. Apesar dos preços serem altíssimos, todos os museus têm descontos para estudantes e passear pela cidade a ver as maravilhas arquitectónicas é uma das melhores coisas a fazer 🙂 Budapest (3 dias) Apesar do calor sufocante do Agosto húngaro, Budapeste é das minhas cidades europeias preferidas. Primeiro, os preços são estupidamente baixos por causa do câmbio e segundo, a cidade tem história e alma e isso sente-se. Também começamos pela free tour, como sempre, e depois partimos à descoberta do resto. No meu top de sítios a visitar estão os banhos Szechenyi, o museu do terror e a parlamento. Em 2012, havia x entradas grátis para quem chegasse mais cedo. Por isso, antes das 8 da manhã já estávamos na fila (um dia depois de aprendermos que chegar às 8.30 não era suficiente). Hostel: Home Made Hostel melhor hostel de sempre! Cracóvia (3 dias) Apesar de pequenina, Cracóvia tem o seu charme e muita história. Ah, e meio quilo de framboesas a menos de um euro. Acho que era capaz de me mudar para Cracóvia só por causa disto! Cracóvia é a rainha das free tours  com visitas gratuitas guiadas por todo o lado. A mais interessante foi a “Jewish Krakow”, especialmente um dia depois de irmos a Auschwitz. As histórias são impressionantes e não há nada como ouvir e aprender com a história para que ela não se repita (apesar do futuro não parecer muito sorridente de momento). A cidade em geral também é barata, apesar de nós normalmente preferimos sempre cozinhar nos hostels para poupar. Hostel: Mundo Hostel melhor pequeno-almoço que alguns hotéis de 5 estrelas! Praga (3 dias) Apaixonei-me por Praga e foi amor à primeira vista. A cidade parece saída de um conto de fadas, com o castelo, catedrais e casas pintadas. Apetecia-me ficar ali para sempre, é tudo tão lindo!!! Hostel: Não me lembro, mas também não o recomendava a ninguém. Tinha esquilos e passarinhos embalsamados e era uma tentativa assustadora de recriar uma floresta. Alemanha Berlim (2 dias) Confesso que as cidades alemãs não me atraem particularmente. Apesar de serem interessantes pelo seu passado e certamente valerem uma ou mais visitas, não há nada que me diga “tens que voltar assim que possas!”. Gostei de Berlim pela história e por um dos melhores museus que já vi, o Pergamon, pela fantástica arte urbana do muro e só tenho pena de não ter conhecido a noite de Berlim de que toda a gente fala, mas era muito miúda para isso. Se lá voltar, vai ser para conhecer essa parte 🙂 Hostel: East Seven Berlin Não era nada mau. Ficava perto de vários supermercados e do metro. Não valia mesmo a pena comprar o pequeno-almoço à parte já que pelo preço tínhamos quase comida para o dia inteiro! Hamburgo (1 dia) Já Hamburgo foi uma grande surpresa. Foi a única parte não planeada da viagem. Quando percebemos que ia chover torrencialmente em Berlim num dos dias em que lá estávamos, decidimos olhar para o mapa do Accuweather e ver onde é que não ia chover na Alemanha. O mapa “respondeu” Hamburgo e lá fomos passar umas 6 horas a Hamburgo. Quase só conseguimos fazer a free tour  que foi dada por um guia fantástico, mas adorámos a cidade pelos seus canais e arquitectura (muito parecida à Holandesa).  Paris (4 dias) Depois deste post, este, este e este, acho que já não tenho muito mais a dizer sobre Paris 😀 fica só a dica de uma day-trip à casa do Monet em Giverny que é lindíssima. Quase sem nos apercebermos disso, o nosso mês de Interrail pela Europa tinha acabado e já não conseguiamos pensar em mais nada senão na nossa próxima grande aventura.

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Quando tinha 18 anos, em 2012, fiz um Interrail que na altura era uma das viagens no topo da minha bucket list. Como já escrevi neste post, esta viagem continua a ser uma das minhas preferidas, até porque foi a minha primeira grande aventura.

Mas se para alguns um Interrail é uma coisa do momento em que cada dia se decide o que se vai fazer no seguinte, eu cá sou mulher de ter plano para tudo (!) e não descansei enquanto não encontrei o itinerário perfeito para ver a Europa Central e um bocadinho do leste.

Modéstia à parte, foi um belo plano! Conseguimos ver imensas coisas e até o orçamento ficou dentro do previsto. Fica aqui um apanhado em jeito de inspiração:

Veneza

A primeira paragem foi feita por conveniência. Como Portugal é no cú de Judas, e para chegar a qualquer sítio (excepto Espanha) são precisos dois dias de passe, decidimos que era mais produtivo e rápido voar para Veneza que era o sítio mais perto de Bled, na Eslovénia, com voos a preços decentes a partir de Lisboa.

Saímos do aeroporto, apanhámos um autocarro até ao centro, andámos duas horas a correr pela cidade com mochilas gigantes atrás e corremos mais um bocadinho para apanhar um autocarro até Villach na Áustria – que quase perdíamos por ter subestimado a distância entre o centro e a estação de autocarros.

   

Bled não era de fácil acesso e o nosso percurso foi:

Veneza – Villach (autocarro)
Villach – Jesenice (comboio)
Jesenice – Bled (autocarro)

Eslovénia (Bled + Liubliana)

Bled: Dois dias

Decididamente o sítio mais bonito de toda a viagem. Quando andava nas minhas pesquisas de sítios para visitar e vi as fotografias do lago de Bled, sabia que tinha que fazer parte do meu itinerário. A natureza à sua volta é espectacular e existem montes de caminhadas e actividades para fazer.

Hostel: Travellers Haven –  Recomendo 🙂


     

Links:  Vintgar Gorge | Castelo de Bled

Liubliana: Um Dia

Liubliana é uma cidade amorosa e muito pequenina que se consegue ver num dia. Recomendo a Free Walking Tour como forma de ver os pontos mais interessantes rapidamente e aprender mais sobre a história da cidade e do país.


Viena
(3 dias)

A cidade mais perfeita da Europa foi a nossa segunda paragem e durante três dias passeámo-nos por museus, palácios e jardins majestosos. A melhor coisa de Viena é mesmo a Sachertorte apesar de uma fatia custar 6 euros…


Hostel:  Wombats Naschmarkt Atmosfera não é muito acolhedora, mas a relação qualidade/preço é o melhor que se arranja em Viena.

Apesar dos preços serem altíssimos, todos os museus têm descontos para estudantes e passear pela cidade a ver as maravilhas arquitectónicas é uma das melhores coisas a fazer 🙂

Budapest (3 dias)

Apesar do calor sufocante do Agosto húngaro, Budapeste é das minhas cidades europeias preferidas. Primeiro, os preços são estupidamente baixos por causa do câmbio e segundo, a cidade tem história e alma e isso sente-se. Também começamos pela free tour, como sempre, e depois partimos à descoberta do resto.

No meu top de sítios a visitar estão os banhos Szechenyi, o museu do terror e a parlamento. Em 2012, havia x entradas grátis para quem chegasse mais cedo. Por isso, antes das 8 da manhã já estávamos na fila (um dia depois de aprendermos que chegar às 8.30 não era suficiente).

Hostel: Home Made Hostel melhor hostel de sempre!

Cracóvia (3 dias)

Apesar de pequenina, Cracóvia tem o seu charme e muita história. Ah, e meio quilo de framboesas a menos de um euro. Acho que era capaz de me mudar para Cracóvia só por causa disto!

Cracóvia é a rainha das free tours  com visitas gratuitas guiadas por todo o lado. A mais interessante foi a “Jewish Krakow”, especialmente um dia depois de irmos a Auschwitz. As histórias são impressionantes e não há nada como ouvir e aprender com a história para que ela não se repita (apesar do futuro não parecer muito sorridente de momento).

A cidade em geral também é barata, apesar de nós normalmente preferimos sempre cozinhar nos hostels para poupar.

Hostel: Mundo Hostel melhor pequeno-almoço que alguns hotéis de 5 estrelas!

Praga (3 dias)

Apaixonei-me por Praga e foi amor à primeira vista. A cidade parece saída de um conto de fadas, com o castelo, catedrais e casas pintadas. Apetecia-me ficar ali para sempre, é tudo tão lindo!!!

Hostel: Não me lembro, mas também não o recomendava a ninguém. Tinha esquilos e passarinhos embalsamados e era uma tentativa assustadora de recriar uma floresta.

Alemanha

Berlim (2 dias)

Confesso que as cidades alemãs não me atraem particularmente. Apesar de serem interessantes pelo seu passado e certamente valerem uma ou mais visitas, não há nada que me diga “tens que voltar assim que possas!”.

Gostei de Berlim pela história e por um dos melhores museus que já vi, o Pergamon, pela fantástica arte urbana do muro e só tenho pena de não ter conhecido a noite de Berlim de que toda a gente fala, mas era muito miúda para isso. Se lá voltar, vai ser para conhecer essa parte 🙂

Hostel: East Seven Berlin Não era nada mau. Ficava perto de vários supermercados e do metro. Não valia mesmo a pena comprar o pequeno-almoço à parte já que pelo preço tínhamos quase comida para o dia inteiro!

Hamburgo (1 dia)

Já Hamburgo foi uma grande surpresa. Foi a única parte não planeada da viagem. Quando percebemos que ia chover torrencialmente em Berlim num dos dias em que lá estávamos, decidimos olhar para o mapa do Accuweather e ver onde é que não ia chover na Alemanha. O mapa “respondeu” Hamburgo e lá fomos passar umas 6 horas a Hamburgo.

Quase só conseguimos fazer a free tour  que foi dada por um guia fantástico, mas adorámos a cidade pelos seus canais e arquitectura (muito parecida à Holandesa). 

Paris (4 dias)

Depois deste post, este, este e este, acho que já não tenho muito mais a dizer sobre Paris 😀 fica só a dica de uma day-trip à casa do Monet em Giverny que é lindíssima.

Quase sem nos apercebermos disso, o nosso mês de Interrail pela Europa tinha acabado e já não conseguiamos pensar em mais nada senão na nossa próxima grande aventura.

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