nova iorque Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/nova-iorque/ Blog de viagens para inquietos e irrequietos Tue, 09 Oct 2018 15:12:29 +0000 en-GB hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.mudancasconstantes.com/wp-content/uploads/2018/10/cropped-Untitled-design-1-32x32.png nova iorque Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/nova-iorque/ 32 32 Como poupar numa das cidades mais caras do mundo https://www.mudancasconstantes.com/2016/12/19/como-poupar-numa-das-cidades-mais-caras-do-mundo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-poupar-numa-das-cidades-mais-caras-do-mundo https://www.mudancasconstantes.com/2016/12/19/como-poupar-numa-das-cidades-mais-caras-do-mundo/#respond Mon, 19 Dec 2016 22:42:53 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=1169 Nova Iorque e poupança são dois conceitos que raramente se encontram na mesma frase. Conhecida como sendo uma das cidades mais caras do mundo, não há muito a fazer para além de nos mentalizarmos que o nosso saldo bancário vai sofrer. Mas existem formas de atenuar um bocadinho a dor e aqui vão as que me deram mais jeito: Aeroporto – cidade: Do JFK para o centro Há um AirTrain que passa pelos vários terminais do JFK e que vai até à Jamaica Station ou Howard Beach Station. Em ambas depois podes apanhar o metro ou a LIRR para o teu destino dependendo se é Queens, Brooklyn ou Manhattan. O preço da combinação do AirTrain com um bilhete de metro é de 7.75 dólares e do Air Train com o LIRR é de 15 dólares (normalmente é mais rápido porque é comboio). Estes bilhetes são comprados antes de saires da Jamaica Station e não antes de entrares no AirTrain. Há varias pessoas no local para ter ajudarem caso estejas meio à nora 🙂 MetroCard A melhor coisa de Nova Iorque é o passe ilimitado de uma semana por 30 dólares. É o mesmo que custa um mês em Lisboa mas vai ser o teu anjo da guarda e vale a pena mesmo que estejas em NY só por 3 dias. A cidade tem um tamanho tal que é impossível não ter de usar transportes – e acredita, eu sou daquelas pessoas que se for uma hora a andar vou a pé. Normalmente uma viagem custa 2.75 dólares, por isso com 10 viagens já estás quase a bater nos 30 e em média vais fazer umas 4 ou 6 por dia no mínimo. O passe serve para todos os transportes, para toda a rede (excepto LIRR) e o metro funciona 24 horas por dia. Podes comprá-lo em todas a vending machines por 31 dólares (1 dólar pelo cartão) e agora também já é recarregável. Comidinhas Como escrevi neste post, comer em NY é caro e não há muito a fazer sobre isso. A opção mais barata vai ser sempre preparar refeições em casa com coisas compradas no supermercado e levar. Para além disso tens sempre a opção de fast food, ou seja, sítios onde não te servem e por isso não tens que dar gorjeta. Outra dica é encheres sempre a garrafa nas casas de banho, porque as bancas que vendem água normalmente vendem-na por 3 dólares… Museus, parque e atrações Nova Iorque tem mil e uma coisas para ver, fazer e experimentar. E muitas delas são grátis (pelo menos durante um dia da semana). Este link tem um lista preciosa  de todos os museus que podes visitar sem pagar nada. Também tens as free walking tours onde pagas o que quiseres e para espectáculos de Broadway mais baratos existem duas aplicações: Today Tix e TKTS. O meu top 15 de coisas a fazer em NY aqui. – a maioria é grátis! Alojamento Quanto à acomodação recorri ao Couchsurfing. Conselho: as pessoas de Brooklyn são muito mais fixes que as de Manhattan e têm supermercados mais perto 😀 Dumbo/Brooklyn Heights foi a zona que mais gostei.

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Nova Iorque e poupança são dois conceitos que raramente se encontram na mesma frase. Conhecida como sendo uma das cidades mais caras do mundo, não há muito a fazer para além de nos mentalizarmos que o nosso saldo bancário vai sofrer. Mas existem formas de atenuar um bocadinho a dor e aqui vão as que me deram mais jeito:

Aeroporto – cidade: Do JFK para o centro

Há um AirTrain que passa pelos vários terminais do JFK e que vai até à Jamaica Station ou Howard Beach Station. Em ambas depois podes apanhar o metro ou a LIRR para o teu destino dependendo se é Queens, Brooklyn ou Manhattan.

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O preço da combinação do AirTrain com um bilhete de metro é de 7.75 dólares e do Air Train com o LIRR é de 15 dólares (normalmente é mais rápido porque é comboio).

Estes bilhetes são comprados antes de saires da Jamaica Station e não antes de entrares no AirTrain. Há varias pessoas no local para ter ajudarem caso estejas meio à nora 🙂

MetroCard

A melhor coisa de Nova Iorque é o passe ilimitado de uma semana por 30 dólares. É o mesmo que custa um mês em Lisboa mas vai ser o teu anjo da guarda e vale a pena mesmo que estejas em NY só por 3 dias. A cidade tem um tamanho tal que é impossível não ter de usar transportes – e acredita, eu sou daquelas pessoas que se for uma hora a andar vou a pé.

Normalmente uma viagem custa 2.75 dólares, por isso com 10 viagens já estás quase a bater nos 30 e em média vais fazer umas 4 ou 6 por dia no mínimo.

O passe serve para todos os transportes, para toda a rede (excepto LIRR) e o metro funciona 24 horas por dia. Podes comprá-lo em todas a vending machines por 31 dólares (1 dólar pelo cartão) e agora também já é recarregável.

Comidinhas

Como escrevi neste post, comer em NY é caro e não há muito a fazer sobre isso. A opção mais barata vai ser sempre preparar refeições em casa com coisas compradas no supermercado e levar. Para além disso tens sempre a opção de fast food, ou seja, sítios onde não te servem e por isso não tens que dar gorjeta.

Outra dica é encheres sempre a garrafa nas casas de banho, porque as bancas que vendem água normalmente vendem-na por 3 dólares…

Museus, parque e atrações

Nova Iorque tem mil e uma coisas para ver, fazer e experimentar. E muitas delas são grátis (pelo menos durante um dia da semana). Este link tem um lista preciosa  de todos os museus que podes visitar sem pagar nada. Também tens as free walking tours onde pagas o que quiseres e para espectáculos de Broadway mais baratos existem duas aplicações: Today Tix e TKTS.

O meu top 15 de coisas a fazer em NY aqui. – a maioria é grátis!

Alojamento

Quanto à acomodação recorri ao Couchsurfing. Conselho: as pessoas de Brooklyn são muito mais fixes que as de Manhattan e têm supermercados mais perto 😀 Dumbo/Brooklyn Heights foi a zona que mais gostei.

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Onde comer e beber em Nova Iorque https://www.mudancasconstantes.com/2016/11/27/onde-comer-e-beber-em-nova-iorque/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=onde-comer-e-beber-em-nova-iorque https://www.mudancasconstantes.com/2016/11/27/onde-comer-e-beber-em-nova-iorque/#comments Sun, 27 Nov 2016 16:51:43 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=1043 Nova Iorque tem tudo para todos os gostos, mas nem sempre para todos os bolsos. Olhando para trás, foi na alimentação que gastei mais dinheiro durante a viagem. Também não fiz muito para o evitar e consequentemente encontrei comidinhas deliciosas! Mas se vais com um orçamento restrito lembra-te de duas coisas: nada tem VAT (IVA), ou seja, a todos os preços acrescenta 10%. E em todos os lugares em que te servem vais ter que dar gorjeta, normalmente +15%. Por isso, num restaurante o preço final será cerca de 25% superior ao que está no menu. Uma refeição normal com algumas bebidas que em Lisboa custaria no máximo 20€, lá custa 60. Yelp Toda a gente já ouviu falar do Yelp, mas em bom rigor, ninguém em Portugal usa esta aplicação: temos o Zomato 😀 mas em Nova Iorque foi-me recomendada por um dos meus hosts e foi o melhor que me aconteceu. A partir do momento em que consegues pesquisar os restaurantes mais baratos ao pé de ti, por mim já ganhou 🙂 Por isso fica a dica, faz o download da app assim que aterrares e boa engorda! O mais barato: Halal Guys: A street food mais famosa de Nova Iorque. Mesmo ao lado do MoMA existem umas rolotes amarelas e vermelhas chamadas “Halal Guys”. Vendem uma mistura de comida grega (Gyros) com comida do médio oriente (Falafel). Uma dose custa 8 dólares e dá à vontade para duas pessoas. Dá mesmo!! Burger One: Depois de andar horas e horas pelo MET uma pessoa fica com fome… e estando na 5th avenue usámos o rico Yelp para descobrir um sítio barato nas redondezas. Calhou-nos o Burger One, o típico “burger joint” americano que transpira a gordura e colesterol. Mas como não há experiência mais americana que esta (mesmo que todos os empregados sejam latinos :p) recomendo a 100%. La Bagel Delight: Mais uma coisa que tínhamos que riscar da bucket list: os bagels. Por acaso encontramos este cantinho em Brooklyn que vende todos os tipos de bagel incluindo uns com bife, ovo e bacon que servem perfeitamente de almoço. Chipotle: A cada esquina há um Chipotle. Esta cadeia de fast food mexicana tomou conta da América e tornou-se um sucesso gigantesco. A nível de fast food é o melhor que vais encontrar, uma vez que a comida não sabe nem parece plástico. Se houver um movimento traga o Chipotle para a Europa digam que eu assino :p As bombas de colesterol: Sprinkles: Supostamente a Sprinkles é uma loja de cupcakes, mas o que encontrámos lá foi muito melhor que isso: Sunday de brownie ou cookie? Sandes de gelado? Yes, please!!! Eles têm uma loja relativamente perto do Central Park o que é perfeito. Para além disto também têm um “atm” de Cupcakes 24/7, ou seja, podes comer um belo cupcake quando te apetecer 🙂 Artichoke’s: Um dos sítios mais famosos de NY para comer pizza e é mesmo ao lado da High Line. Têm duas opções: take away ou restaurante. Se tiveres um grupo pode ficar mais barato dividir uma pizza no restaurante porque são gigantes e uma pizza chega para cerca de 3 ou 4 pessoas. Nós eramos 6, pedimos duas e sobrou quase metade da segunda – duas fatias e estás jantado/a. A pizza em si era óptima com tudo o tens direito: boa massa, bom molho e montes de queijo 😀 O mais saudável: Smothies, smothies everywhere: Para grande tristeza da minha carteira e estrato bancário, uma das melhores coisas que encontrei em Nova Iorque foram os smothies. Estes batidos de fruta que podem assumir mil e uma formas e sabores e que custam 7 ou 8 euros cada são a única forma de te manteres relativamente saudável nesta cidade. Existem montes de sítios a vendê-los como: Juice Generation, Pure Green… Um pouco de tudo: Chelsea’s Market: A versão Nova Iorquina do Mercado da Ribeira. O Chelsea Market concentra milhões de calorias e comidinhas deliciosas debaixo do mesmo telhado. O edifício é do final do século dezanove e ainda conserva partes dessa época. Eu não bebo leite, mas disseram-me que aqui estão os melhores milkshakes e posso confirmar que as chocolate chip cookies da Elenis são óptimas. Party time Le Bain: A melhor discoteca que encontrámos em Nova Iorque. Perto da Highline/Meatpacking District, esta discoteca fica no topo de um hotel com vista para New Jersey e todos os arranha-céus. O bar é ao ar livre e por baixo fica a discoteca que até um jacuzzi tem. Já as casas de banho têm o som de passarinhos a chilrear… sim, eles são estranhos! Mas em geral, bom ambiente, boas bebidas e não se paga para entrar. Ides Bar/Hotel, Williamsburg: Mais um rooftop com uma vista de morrer, desta vez para Manhattan por que este hotel fica em Brooklyn. Muito sinceramente o barman estava completamente bêbado por isso não posso dizer que o serviço tenha sido bom, mas vale a pena pela vista sem dúvida. Angel’s Share: Escondido no meio de um restaurante, existe um bar japonês com cocktails japoneses. E o que são cocktails japoneses? Muito sinceramente não sei bem, porque não percebia metade dos ingredientes do menu (e estavam em inglês), mas a verdade é que eram bons! Digamos que este bar era um género de pavilhão chinês de Nova Iorque. O restaurante onde fica a entrada chama-se Village Yokocho, depois é subir até ao primeiro andar e há uma porta vermelha à esquerda que dá para o bar. Prometo que ninguém te vai roubar os rins 😀

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Nova Iorque tem tudo para todos os gostos, mas nem sempre para todos os bolsos. Olhando para trás, foi na alimentação que gastei mais dinheiro durante a viagem. Também não fiz muito para o evitar e consequentemente encontrei comidinhas deliciosas! Mas se vais com um orçamento restrito lembra-te de duas coisas: nada tem VAT (IVA), ou seja, a todos os preços acrescenta 10%. E em todos os lugares em que te servem vais ter que dar gorjeta, normalmente +15%. Por isso, num restaurante o preço final será cerca de 25% superior ao que está no menu. Uma refeição normal com algumas bebidas que em Lisboa custaria no máximo 20€, lá custa 60.

Yelp

Toda a gente já ouviu falar do Yelp, mas em bom rigor, ninguém em Portugal usa esta aplicação: temos o Zomato 😀 mas em Nova Iorque foi-me recomendada por um dos meus hosts e foi o melhor que me aconteceu. A partir do momento em que consegues pesquisar os restaurantes mais baratos ao pé de ti, por mim já ganhou 🙂 Por isso fica a dica, faz o download da app assim que aterrares e boa engorda!

O mais barato:

Halal Guys: A street food mais famosa de Nova Iorque. Mesmo ao lado do MoMA existem umas rolotes amarelas e vermelhas chamadas “Halal Guys”. Vendem uma mistura de comida grega (Gyros) com comida do médio oriente (Falafel). Uma dose custa 8 dólares e dá à vontade para duas pessoas. Dá mesmo!!

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Burger One: Depois de andar horas e horas pelo MET uma pessoa fica com fome… e estando na 5th avenue usámos o rico Yelp para descobrir um sítio barato nas redondezas. Calhou-nos o Burger One, o típico “burger joint” americano que transpira a gordura e colesterol. Mas como não há experiência mais americana que esta (mesmo que todos os empregados sejam latinos :p) recomendo a 100%.

La Bagel Delight: Mais uma coisa que tínhamos que riscar da bucket list: os bagels. Por acaso encontramos este cantinho em Brooklyn que vende todos os tipos de bagel incluindo uns com bife, ovo e bacon que servem perfeitamente de almoço.

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Chipotle: A cada esquina há um Chipotle. Esta cadeia de fast food mexicana tomou conta da América e tornou-se um sucesso gigantesco. A nível de fast food é o melhor que vais encontrar, uma vez que a comida não sabe nem parece plástico. Se houver um movimento traga o Chipotle para a Europa digam que eu assino :p

As bombas de colesterol:

Sprinkles: Supostamente a Sprinkles é uma loja de cupcakes, mas o que encontrámos lá foi muito melhor que isso: Sunday de brownie ou cookie? Sandes de gelado? Yes, please!!! Eles têm uma loja relativamente perto do Central Park o que é perfeito. Para além disto também têm um “atm” de Cupcakes 24/7, ou seja, podes comer um belo cupcake quando te apetecer 🙂

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Artichoke’s: Um dos sítios mais famosos de NY para comer pizza e é mesmo ao lado da High Line. Têm duas opções: take away ou restaurante. Se tiveres um grupo pode ficar mais barato dividir uma pizza no restaurante porque são gigantes e uma pizza chega para cerca de 3 ou 4 pessoas. Nós eramos 6, pedimos duas e sobrou quase metade da segunda – duas fatias e estás jantado/a. A pizza em si era óptima com tudo o tens direito: boa massa, bom molho e montes de queijo 😀

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O mais saudável:

Smothies, smothies everywhere: Para grande tristeza da minha carteira e estrato bancário, uma das melhores coisas que encontrei em Nova Iorque foram os smothies. Estes batidos de fruta que podem assumir mil e uma formas e sabores e que custam 7 ou 8 euros cada são a única forma de te manteres relativamente saudável nesta cidade. Existem montes de sítios a vendê-los como: Juice Generation, Pure Green…

Um pouco de tudo:

Chelsea’s Market: A versão Nova Iorquina do Mercado da Ribeira. O Chelsea Market concentra milhões de calorias e comidinhas deliciosas debaixo do mesmo telhado. O edifício é do final do século dezanove e ainda conserva partes dessa época. Eu não bebo leite, mas disseram-me que aqui estão os melhores milkshakes e posso confirmar que as chocolate chip cookies da Elenis são óptimas.

Party time

Le Bain: A melhor discoteca que encontrámos em Nova Iorque. Perto da Highline/Meatpacking District, esta discoteca fica no topo de um hotel com vista para New Jersey e todos os arranha-céus. O bar é ao ar livre e por baixo fica a discoteca que até um jacuzzi tem. Já as casas de banho têm o som de passarinhos a chilrear… sim, eles são estranhos! Mas em geral, bom ambiente, boas bebidas e não se paga para entrar.

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Ides Bar/Hotel, Williamsburg: Mais um rooftop com uma vista de morrer, desta vez para Manhattan por que este hotel fica em Brooklyn. Muito sinceramente o barman estava completamente bêbado por isso não posso dizer que o serviço tenha sido bom, mas vale a pena pela vista sem dúvida.

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Angel’s Share: Escondido no meio de um restaurante, existe um bar japonês com cocktails japoneses. E o que são cocktails japoneses? Muito sinceramente não sei bem, porque não percebia metade dos ingredientes do menu (e estavam em inglês), mas a verdade é que eram bons! Digamos que este bar era um género de pavilhão chinês de Nova Iorque. O restaurante onde fica a entrada chama-se Village Yokocho, depois é subir até ao primeiro andar e há uma porta vermelha à esquerda que dá para o bar. Prometo que ninguém te vai roubar os rins 😀

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Foto: Yelp

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O meu top 15 de Nova Iorque https://www.mudancasconstantes.com/2016/10/15/top-15-de-nova-iorque/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=top-15-de-nova-iorque https://www.mudancasconstantes.com/2016/10/15/top-15-de-nova-iorque/#comments Sat, 15 Oct 2016 20:16:09 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=987 Nova Iorque é uma cidade estupidamente cara. Mesmo, mesmo muito! Mas tem uma coisa óptima: uma grande parte dos “must do” são grátis. Por isso, aqui vai uma lista dos meus sítios preferidos. Grátis, mais ou menos grátis e dois muito caros para compensar. The High Line  Esta antiga linha de metro transformada num passeio por entre prédios nova-iorquino fez-me apaixonar pela cidade. Durante o dia está cheia de gente mas entretanto chega o pôr-do-sol e é um dos melhores sítios da cidade para o ver. À noite é simplesmente o sítio mais relaxante para se estar. Há espreguiçadeiras, fontes e uma vista incrível para os arranha-céus de New Jersey. Preço: Grátis 2. Brooklyn Bridge & Dumbo Logo a seguir à High Line, vem a Brooklyn Bridge. Do nada somos transportados para o cenário de centenas filmes e tudo parece um sonho. Também é um dos sítios mais fotogénicos da cidade e podes sempre acabar no Dumbo junto ao YO e a um belo jardim para picnics! Preço: Grátis 3. Top of the Rock  É aqui que o mundo para e percebes que estás em Nova Iorque. Estupidamente quase que pensei em não ir por causa do preço: 32 dólares. Mas felizmente ao mesmo tempo pensei “bem, não sei quando é que vou estar aqui outra vez, por isso, e como diz o CR7, “que se fod*!”. Foi a melhor decisão da viagem. Quase que corremos para lá porque a bilheteira fechava nalguns minutos e fomos os últimos a subir. Lá em cima, tínhamos o Top of the Rock quase só para nós e só saímos quando nos expulsaram. Só visto: 4 – MET  Muito à semelhança do British Museum, Pergamon ou Louvre o MET tem uma colecção de arte arrebatadora. Não falo só de pintura ou escultura, o MET está dividido por continentes e cada área tem uma colecção gigantesca de arte “local” desde armamento, canoas, trajes, jóias, templos… uma das salas está tão cheia de ouro que parecia o baú do tesouro de um navio pirata. Para ver tudo como deve ser precisas quase de um dia inteiro, mas com 4 horas eu fiz a festa 🙂 Preco: O museu é donation based, por isso podes dar 1 dólar pelo bilhete. EDIT: A partir de 2018 a política “pay what you wish” do MET mudou e passou a ser só para residentes de Nova Iorque. Preço normal: 25 dólares; Preço estudante: 12 dólares. 5 – Bryant Park  Este parque surge como um pequeno oásis no meio do caos de Manhattan. Mesmo atrás da Biblioteca de Nova Iorque e cercado de arranha-céus é o local de eleição para o pessoal de fato e gravata ir picnicar ao almoço. Posso dizer que depois de uma semana a dormir 4 horas por dia, também é o local perfeito para dormir uma sestinha sem parecer um sem abrigo porque há várias pessoas a fazer o mesmo 😀 Preço: Grátis 6- Staten Island Ferry  Um presente oferecido pela cidade de Nova Iorque. O ferry parte a cada 20 minutos do Battery Part (Lower Manhattan) e vai até à Staten Island passando pela estátua da liberdade. Pelo caminho dá para admirar o horizonte de arranha-céus que é Nova Iorque e New Jersey. A melhor hora é ir um bocadinho antes do pôr do sol até porque vais ter que fazer duas viagens (ida e volta) e assim podes ver a vista de dia e de (quase) noite. Preço: Grátis 7 – Central Park  O calor do dia em que visitei o Central Park quase o tornou numa espécie de selva amazónica. Apesar dos litros de suor e da caça à sombra este ex-libris é obrigatório para quem visita Nova Iorque. É preciso quase um dia para se visitar o parque todo: Strawberry Fields, a fonte e as arcadas, o campo gigantesco onde as pessoas jogam frisbee e futebol americano… até um jardim zoológico há lá dentro! Por isso, prepara essas pernas vais ter muito que andar para descobrir o pulmão da cidade. Preço: Grátis (usa os bebedouros do parque porque as águas que se vendem à volta custam 3 dólares) 8 – MoMA  Não sou minimamente uma expert em arte, mas a colecção do MoMA impressiona qualquer um. É como se voltássemos ao livro de história do nono ano, ao capítulo de história de arte, e víssemos à nossa frente a maior parte das obras de arte que aparecem lá fotografadas. Van Gog, Monet, Matisse… o MoMA é uma exibição da melhor arte que este mundo tem para mostrar. Preço: 27 dólares adultos, 14 dólares estudante (aceitam cartão de estudante de outros países). 9 – Grand Central Terminal  Uma das coisas mais incríveis sobre Nova Iorque é parecer que estamos sempre no cenário de um filme e a Grand Central é o exemplo perfeito desse sentimento. Um conselho? Não pares lá no meio a tirar fotografias porque as pessoas de Nova Iorque têm muita pressa e levam tudo à frente! 10 – Memorial – World Trade Center & Oculus  Por coincidência acabei por ir ao World Trade Center no 11 de Setembro. Se tivesse que descrever este sítio numa palavra escolheria: desconfortável. Acho que o facto de não saber bem o que se passou ali para além de que milhares de pessoas morreram torna aquele memorial muito estranho. Vale a pena pela arquitectura espectacular. Preço: As fontes (memorial) e o Oculus (centro comercial) são gratuitos. O museu é gratuito às Terças feiras.  11 – Chelsea Market  A versão Nova Iorquina do Mercado da Ribeira. O Chelsea Market concentra milhões de calorias e comidinhas deliciosas debaixo do mesmo telhado. O edifício é do final do século dezanove e ainda conserva partes dessa época. É um sítio para se ir de barriga a roncar de fome, porque não vais saber por onde começar. Curiosidade do dia: foi naquele edifício que a Oreo foi inventada 😀 Preço: Gratuito 12 – The Cloisters  O Cloisters é um museu diferente, é um museu em forma de mosteiro que foi desenhado para expor obras de arte sacra. Está localizado em Upper Manhattan no topo de um parque em Washington Heights. Esta zona da cidade não é minimamente turística por isso é uma boa oportunidade de conheceres um outro lado de Nova Iorque. A caminho do museu, pelo parque, vimos esquilos, guaxinis e duas marmotas 😀 Preço: pay what you wish, ou seja, a partir de um dólar. 13 – Times Square  Para uma pessoa que trabalha em comunicação e publicidade, Times Square é um lugar de culto. A verdade é que aquilo frita um bocado o cérebro porque ninguém consegue processar tanta informação ao mesmo tempo. Mas são dezenas de ecrãs as passar centenas de anúncios e milhares (milhões?) de pessoas por todos os lados. É impossível não ficar atordoado. Peço: Grátis 14 – Stand Up Comedy Um dos meus hosts em Nova Iorque recomendou-me um bar com stand up comedy gratuito todas as quartas feiras. Cada sessão dura cerca de uma hora e cada comediante tem 10 a 15 minutos no palco. Tirando um ou outro menos bom, adorei a experiência e acho que vale muito a pena. Contudo, o sítio mais famoso de Nova Iorque para stand up é o Comedy Cellar, de onde saíram alguns dos melhores comediantes do país. Preço: Grátis 15 – Gospel  Este é o meu único arrependimento da viagem a Nova Iorque, mas fica para uma próxima visita. Não tive tempo para visitar o Harlem nem às missas conhecidas pelos seus coros Gospel. Mas sei que nestas tours ao Harlem (que funcionam por gorjeta) recomendam os melhores sítios para ouvir Gospel. Preço: Grátis Guarda todas estas dicas no Pinterest! 🙂  

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Nova Iorque é uma cidade estupidamente cara. Mesmo, mesmo muito! Mas tem uma coisa óptima: uma grande parte dos “must do” são grátis. Por isso, aqui vai uma lista dos meus sítios preferidos. Grátis, mais ou menos grátis e dois muito caros para compensar.

  1. The High Line 

Esta antiga linha de metro transformada num passeio por entre prédios nova-iorquino fez-me apaixonar pela cidade. Durante o dia está cheia de gente mas entretanto chega o pôr-do-sol e é um dos melhores sítios da cidade para o ver. À noite é simplesmente o sítio mais relaxante para se estar. Há espreguiçadeiras, fontes e uma vista incrível para os arranha-céus de New Jersey.

Preço: Grátis

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Foto: Arch Daily

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2. Brooklyn Bridge & Dumbo

Logo a seguir à High Line, vem a Brooklyn Bridge. Do nada somos transportados para o cenário de centenas filmes e tudo parece um sonho. Também é um dos sítios mais fotogénicos da cidade e podes sempre acabar no Dumbo junto ao YO e a um belo jardim para picnics!

Preço: Grátis

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Atravessar a ponte de Brooklyn

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3. Top of the Rock 

É aqui que o mundo para e percebes que estás em Nova Iorque. Estupidamente quase que pensei em não ir por causa do preço: 32 dólares. Mas felizmente ao mesmo tempo pensei “bem, não sei quando é que vou estar aqui outra vez, por isso, e como diz o CR7, “que se fod*!”.

Foi a melhor decisão da viagem. Quase que corremos para lá porque a bilheteira fechava nalguns minutos e fomos os últimos a subir. Lá em cima, tínhamos o Top of the Rock quase só para nós e só saímos quando nos expulsaram.

Só visto:

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4 – MET 

Muito à semelhança do British Museum, Pergamon ou Louvre o MET tem uma colecção de arte arrebatadora. Não falo só de pintura ou escultura, o MET está dividido por continentes e cada área tem uma colecção gigantesca de arte “local” desde armamento, canoas, trajes, jóias, templos… uma das salas está tão cheia de ouro que parecia o baú do tesouro de um navio pirata. Para ver tudo como deve ser precisas quase de um dia inteiro, mas com 4 horas eu fiz a festa 🙂

Preco: O museu é donation based, por isso podes dar 1 dólar pelo bilhete.

EDIT: A partir de 2018 a política “pay what you wish” do MET mudou e passou a ser só para residentes de Nova Iorque. Preço normal: 25 dólares; Preço estudante: 12 dólares.

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5 – Bryant Park 

Este parque surge como um pequeno oásis no meio do caos de Manhattan. Mesmo atrás da Biblioteca de Nova Iorque e cercado de arranha-céus é o local de eleição para o pessoal de fato e gravata ir picnicar ao almoço.

Posso dizer que depois de uma semana a dormir 4 horas por dia, também é o local perfeito para dormir uma sestinha sem parecer um sem abrigo porque há várias pessoas a fazer o mesmo 😀

Preço: Grátis

Passar pelas brasas no Bryant Park

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6- Staten Island Ferry 

Um presente oferecido pela cidade de Nova Iorque. O ferry parte a cada 20 minutos do Battery Part (Lower Manhattan) e vai até à Staten Island passando pela estátua da liberdade. Pelo caminho dá para admirar o horizonte de arranha-céus que é Nova Iorque e New Jersey. A melhor hora é ir um bocadinho antes do pôr do sol até porque vais ter que fazer duas viagens (ida e volta) e assim podes ver a vista de dia e de (quase) noite.

Preço: Grátis

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7 – Central Park 

O calor do dia em que visitei o Central Park quase o tornou numa espécie de selva amazónica. Apesar dos litros de suor e da caça à sombra este ex-libris é obrigatório para quem visita Nova Iorque. É preciso quase um dia para se visitar o parque todo: Strawberry Fields, a fonte e as arcadas, o campo gigantesco onde as pessoas jogam frisbee e futebol americano… até um jardim zoológico há lá dentro! Por isso, prepara essas pernas vais ter muito que andar para descobrir o pulmão da cidade.

Preço: Grátis (usa os bebedouros do parque porque as águas que se vendem à volta custam 3 dólares)

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8 – MoMA 

Não sou minimamente uma expert em arte, mas a colecção do MoMA impressiona qualquer um. É como se voltássemos ao livro de história do nono ano, ao capítulo de história de arte, e víssemos à nossa frente a maior parte das obras de arte que aparecem lá fotografadas. Van Gog, Monet, Matisse… o MoMA é uma exibição da melhor arte que este mundo tem para mostrar.

Preço: 27 dólares adultos, 14 dólares estudante (aceitam cartão de estudante de outros países).

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9 – Grand Central Terminal 

Uma das coisas mais incríveis sobre Nova Iorque é parecer que estamos sempre no cenário de um filme e a Grand Central é o exemplo perfeito desse sentimento. Um conselho? Não pares lá no meio a tirar fotografias porque as pessoas de Nova Iorque têm muita pressa e levam tudo à frente!

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10 – Memorial – World Trade Center & Oculus 

Por coincidência acabei por ir ao World Trade Center no 11 de Setembro. Se tivesse que descrever este sítio numa palavra escolheria: desconfortável. Acho que o facto de não saber bem o que se passou ali para além de que milhares de pessoas morreram torna aquele memorial muito estranho. Vale a pena pela arquitectura espectacular.

Preço: As fontes (memorial) e o Oculus (centro comercial) são gratuitos. O museu é gratuito às Terças feiras. 

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11 – Chelsea Market 

A versão Nova Iorquina do Mercado da Ribeira. O Chelsea Market concentra milhões de calorias e comidinhas deliciosas debaixo do mesmo telhado. O edifício é do final do século dezanove e ainda conserva partes dessa época. É um sítio para se ir de barriga a roncar de fome, porque não vais saber por onde começar. Curiosidade do dia: foi naquele edifício que a Oreo foi inventada 😀

Preço: Gratuito

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12 – The Cloisters 

O Cloisters é um museu diferente, é um museu em forma de mosteiro que foi desenhado para expor obras de arte sacra. Está localizado em Upper Manhattan no topo de um parque em Washington Heights. Esta zona da cidade não é minimamente turística por isso é uma boa oportunidade de conheceres um outro lado de Nova Iorque. A caminho do museu, pelo parque, vimos esquilos, guaxinis e duas marmotas 😀

Preço: pay what you wish, ou seja, a partir de um dólar.

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13 – Times Square 

Para uma pessoa que trabalha em comunicação e publicidade, Times Square é um lugar de culto. A verdade é que aquilo frita um bocado o cérebro porque ninguém consegue processar tanta informação ao mesmo tempo. Mas são dezenas de ecrãs as passar centenas de anúncios e milhares (milhões?) de pessoas por todos os lados. É impossível não ficar atordoado.

Peço: Grátis

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14 – Stand Up Comedy

Um dos meus hosts em Nova Iorque recomendou-me um bar com stand up comedy gratuito todas as quartas feiras. Cada sessão dura cerca de uma hora e cada comediante tem 10 a 15 minutos no palco. Tirando um ou outro menos bom, adorei a experiência e acho que vale muito a pena. Contudo, o sítio mais famoso de Nova Iorque para stand up é o Comedy Cellar, de onde saíram alguns dos melhores comediantes do país.

Preço: Grátis

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15 – Gospel 

Este é o meu único arrependimento da viagem a Nova Iorque, mas fica para uma próxima visita. Não tive tempo para visitar o Harlem nem às missas conhecidas pelos seus coros Gospel. Mas sei que nestas tours ao Harlem (que funcionam por gorjeta) recomendam os melhores sítios para ouvir Gospel.

Preço: Grátis

Guarda todas estas dicas no Pinterest! 🙂

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Nova Iorque é incrível! https://www.mudancasconstantes.com/2016/10/09/nova-iorque-10-dias/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nova-iorque-10-dias https://www.mudancasconstantes.com/2016/10/09/nova-iorque-10-dias/#comments Sun, 09 Oct 2016 14:06:31 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=948 Há 15 anos atrás, três amigas fizeram um juramento que quando os 18 anos chegassem iriam juntas a Nova Iorque.  15 anos passaram, e apesar de não ter sido aos 18, foi aos 22 que duas das amigas foram a Nova Iorque juntas. Pronto, foi o mais parecido que se arranjou da promessa inicial 😀 Nova Iorque surpreendeu-me muito. Quando marquei a viagem fi-lo mais por curiosidade do que por achar que ia ser a viagem da minha vida. Nunca fui muito fã da cultura americana, políticas ou estilo de vida, mas por outro lado Nova Iorque impressionou todas as pessoas que conheço. E isso levou-me a querer descobrir por mim própria o que é faz de Nova Iorque uma cidade assim tão especial. Não sei se foi por não ter férias há muito tempo, das experiências fantásticas (e algo loucas) de Couchsurfing ou da cidade em si, mas esta viagem foi daquelas que me encheu mesmo as medidas. Não consegui fazer tudo o que estava na minha to do list mas fui a outros sítios, provei outras comidas e conheci pessoas que tornaram esta viagem inesquecível. E durante 10 dias, estes foram os melhores momentos:   Para além disto, cozinhei hambúrgueres (a sério, não congelados :p) com o meu primeiro host, comprámos vinho português – 3 vezes mais caro – e fomos jantar a casa dos vizinhos dele que nos ofereceram uma salada feita com vegetais do quintal (em Brooklyn existem casas com quintal!) e longas horas de conversa. Fiquei ainda com mais vontade de ir ao Irão depois de ter sido muito bem recebida pelo meu segundo host que me levou ao lado mais fancy de Brooklyn com aquelas casas milionárias que se vêem nos filmes, mostrou-me como mudar a cor dos pináculos dos arranha-céus de Nova Iorque com uma app e passámos horas e horas à conversa sobre tudo e mais alguma coisa. Fomos a bares japoneses, discotecas do Caribe e de Hip Hop/Regatton, restaurantes mexicanos, espanhóis, italianos, americanos, turcos… Bebemos shots no rooftop de um russo, adormecemos no metro às 3 ou 4 da manhã a caminho do Bronx. Safámo-nos das bombas, mas estivemos 1 hora e meia num Uber porque pararam o metro. Quase que me puseram numa sala e interrogatório no aeroporto por causa da quantidade de carimbos turcos que tenho. A sério, quase que me senti mesmo culpada de algo que não sabia o quê! Numa pastelaria Turca, um grupo de homens a comer o seu Kahvalti (pequeno almoço) enviou um prato de queijo para a nossa mesa como oferta- só para calar aqueles que acham que só nos bares com bebidas é que se faz o engate 😉 Andámos dezenas de quilómetros todos os dias, vimos alguns dos quadros mais famosos do mundo. Encontrámos esquilos, guaxinis e marmotas num parque. Vimos ratos no metro e nas ruas. Subimos a muitos rooftops, dissemos a palavra incrível centenas de vezes e quase que ficámos com um torcicolo de estar constantemente a olhar para cima.   Nova Iorque é assim… Incrível 😉

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Há 15 anos atrás, três amigas fizeram um juramento que quando os 18 anos chegassem iriam juntas a Nova Iorque.  15 anos passaram, e apesar de não ter sido aos 18, foi aos 22 que duas das amigas foram a Nova Iorque juntas. Pronto, foi o mais parecido que se arranjou da promessa inicial 😀

Nova Iorque surpreendeu-me muito. Quando marquei a viagem fi-lo mais por curiosidade do que por achar que ia ser a viagem da minha vida. Nunca fui muito fã da cultura americana, políticas ou estilo de vida, mas por outro lado Nova Iorque impressionou todas as pessoas que conheço. E isso levou-me a querer descobrir por mim própria o que é faz de Nova Iorque uma cidade assim tão especial.

Não sei se foi por não ter férias há muito tempo, das experiências fantásticas (e algo loucas) de Couchsurfing ou da cidade em si, mas esta viagem foi daquelas que me encheu mesmo as medidas. Não consegui fazer tudo o que estava na minha to do list mas fui a outros sítios, provei outras comidas e conheci pessoas que tornaram esta viagem inesquecível.

E durante 10 dias, estes foram os melhores momentos:

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Passar a noite dos meus anos neste rooftop – Le Bain. Na casa de banho ouvia-se o som de passarinhos a chilrear. Photo: Statravel
Atravessar a ponte de Brooklyn
Atravessar a ponte de Brooklyn
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Ver um espectáculo de stand up – Ghandi is that you? Todas as quartas num bar www.gandhiisthatyou.com (gratuito)

 

Passar pelas brasas no Bryant Park
Passar pelas brasas no Bryant Park
Comer todo o tipo de gordices e beber smothies todos os dias
Comer todo o tipo de gordices e beber smothies todos os dias – Sundae de Brownie e Sundae de Cookies. Vale por um almoço!
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Ver o pôr-do-sol enquanto atravessava o rio Hudson
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Sentar-me no Central Park sem fazer nada
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Subir ao Top of the Rock e ficar a olhar para aquela imensidão de luzes e arranha-céus
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Deitar-me nas espreguiçadeiras da High Line à noite e relaxar. Foto: Arch Daily
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O MET! E só pagar um dólar para entrar 🙂
Celebrar o meu aniversário com uma das minhas melhores amigas no Central Park
Celebrar o meu aniversário com uma das minhas melhores amigas no Central Park

Para além disto, cozinhei hambúrgueres (a sério, não congelados :p) com o meu primeiro host, comprámos vinho português – 3 vezes mais caro – e fomos jantar a casa dos vizinhos dele que nos ofereceram uma salada feita com vegetais do quintal (em Brooklyn existem casas com quintal!) e longas horas de conversa.

Fiquei ainda com mais vontade de ir ao Irão depois de ter sido muito bem recebida pelo meu segundo host que me levou ao lado mais fancy de Brooklyn com aquelas casas milionárias que se vêem nos filmes, mostrou-me como mudar a cor dos pináculos dos arranha-céus de Nova Iorque com uma app e passámos horas e horas à conversa sobre tudo e mais alguma coisa.

Fomos a bares japoneses, discotecas do Caribe e de Hip Hop/Regatton, restaurantes mexicanos, espanhóis, italianos, americanos, turcos… Bebemos shots no rooftop de um russo, adormecemos no metro às 3 ou 4 da manhã a caminho do Bronx. Safámo-nos das bombas, mas estivemos 1 hora e meia num Uber porque pararam o metro.

Quase que me puseram numa sala e interrogatório no aeroporto por causa da quantidade de carimbos turcos que tenho. A sério, quase que me senti mesmo culpada de algo que não sabia o quê!

Numa pastelaria Turca, um grupo de homens a comer o seu Kahvalti (pequeno almoço) enviou um prato de queijo para a nossa mesa como oferta- só para calar aqueles que acham que só nos bares com bebidas é que se faz o engate 😉

Andámos dezenas de quilómetros todos os dias, vimos alguns dos quadros mais famosos do mundo. Encontrámos esquilos, guaxinis e marmotas num parque. Vimos ratos no metro e nas ruas. Subimos a muitos rooftops, dissemos a palavra incrível centenas de vezes e quase que ficámos com um torcicolo de estar constantemente a olhar para cima.

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Nova Iorque é assim… Incrível 😉

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