featured Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/featured/ Blog de viagens para inquietos e irrequietos Sun, 23 Jan 2022 12:55:45 +0000 en-GB hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://www.mudancasconstantes.com/wp-content/uploads/2018/10/cropped-Untitled-design-1-32x32.png featured Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/featured/ 32 32 Itália: o itinerário de um mês para uma viagem inesquecível https://www.mudancasconstantes.com/2018/07/31/italia-o-itinerario-de-um-mes-viagem/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=italia-o-itinerario-de-um-mes-viagem https://www.mudancasconstantes.com/2018/07/31/italia-o-itinerario-de-um-mes-viagem/#comments Tue, 31 Jul 2018 10:06:46 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=3719 Poucos países conseguem rivalizar com Itália como destino turístico. Sinceramente, não há nada que este país não tenha e o melhor do meu ano passado a estudar em Milão foi, sem dúvida, poder explorar (quase) todos os cantos de Itália. Ele é montanhas com caminhadas intensas mas compensadoras, praias com águas cristalinas de norte a sul, cidades onde nasceram civilizações e onde se formaram os melhores artistas do mundo e claro, algumas das invenções culinárias mais apetitosas de sempre. Por isso, tentei compilar neste post um itinerário de 1 mês que inclui todos os sítios que me fizeram apaixonar por este país. O NORTE: 10 DIAS Milão e Como (2 dias) Para muitos, Milão não é um destino particularmente apetecível, mas a cidade mais cosmopolita do país tem mais para oferecer do que o Duomo ou as Galerias Vittorio Emanuele. Alguns dos museus, igrejas e salas de espectáculos mais importantes da Europa estão aqui bem como os melhores outfits! Não podes perder a cultura do aperitivo nem deixar de provar o típico Aperol Spritz. O guia completo de Milão aqui. A menos de uma hora de Milão fica o Lago di Como, famosos pelas suas mansões milionárias e paisagem “fiordesca”. A Villa Balbianello, onde foi filmado um dos 007, é um dos lugares que não podes perder, tal como Bellagio uma pequena vila pitoresca. Para um guia detalhado lê este post. Na cidade Como, aconselho-te a subir o Funicolare Como Brunate, a comer um gelado na Gelateria Cavour e a visitar a Villa Olmo que é grátis. Dolomites (4 dias) Provavelmente a zona mais surpreendente de Itália. Vales, montanhas e lagos de uma beleza estonteante que só esperaríamos de uma Suíça, Canadá ou Nova Zelândia. Em quatro dias podes ver Bolzano, Santa Maddalena e o Val di Funes, fazer as duas melhores caminhadas da região: Tre Cime di Lavaredo e Lago di Sorapis e ainda ver os Lagos di Caressa e di Braies. Dolomites em detalhe neste post. Lago di Garda e Verona (2 dias) Quando um lago parece o mar, vale certamente a pena ser visto. O Lago di Garda é o maior de Itália e ao seu redor há muito para ver. Um dos lugares mais icónicos é Sirmione, uma pequena península com um castelo rodeado de água, ruinas de uma villa romana do século 1 AC e a Jamaica Beach! Um dia no Lago neste post. Cidade dos eternos amantes, Romeo e Julieta, Verona é mais do que o cenário de um clássico da literatura. A sua arena, ainda utilizada para espectáculos, as suas infinitas praças e arquitectura Veneziana são irresistíveis. Um dia em Verona e uma história de amor neste post. Veneza e Ilhas (2 dias) Com ou sem Carnaval, Veneza merece uma visita. É daquelas cidades únicas, com uma atmosfera irreplicável. Para além das inconfundíveis Piazza San Marco, Ponte di Rialto e Ponte dei Sospiri, uma das maravilhas de Veneza é perderes-te nas suas ruas labirínticas e anónimas onde os turistas não passam. E à distância de uma viagem de barco estão as ilhas de Murano e Burano que são uma alternativa brilhante às multidões que assolam Veneza. Cheias de cor e de vida valem certamente uma visita. Aqui está o post sobre o Carnaval de Veneza e outro sobre as ilhas. O centro: 10 dias Bolonha (1 dia) Chamam-lhe a “gorda e vermelha” por causa da cor dos seus edifícios e das suas maravilhas gastronómicas. A capital da Emília Romana está cheia de presuntos, queijos, mortadela e claro ragu à bolonhesa. Mas esta cidade também tem muito para oferecer a nível cultural com Le due Torri: Garisenda e degli Asinelli, a torre mais inclinada de Itália. O guia completo de Bolonha aqui. Cinque Terre (2 dias) As Cinque Terre são um dos lugares mais desejados de Itália. Cenário de muitos pedidos de casamento e luas-de-mel estas cinco terras prometem algumas das fotografias mais bonitas que alguma vez vais tirar. Em dois dias visitámos Porto Venere, Corniglia, Manarola, Riomaggiore, Vernazza e Monterosso. O itinerário completo de dois dias neste post. Florença (2 dias) A cidade da arte nunca desaponta. Para além de ter alguns dos museus e obras de arte mais importantes do mundo as suas ruas amarelas e laranjas, pontes centenárias e palácios dos Medici tornam-na no sinónimo de “tipicamente italiana”. Este foi o ano de a revisitar e o resultado foi este. Toscânia (2 dias) A bela Toscânia! Estradas ladeadas por ciprestes italianos, planícies sem fim, vilas e aldeias perdidas no tempo e até termas são alguns dos ingredientes que tornam esta região tão apetecível. Em dois dias percorremos Siena, Montalcino, Pienza, Montepulciano, San Gimignano e muitos, muitos quilómetros de vinhas. A nossa aventura debaixo do sol da Toscânia num panda vermelho aqui. Roma (3 dias) A minha cidade preferida em Itália! Apaixonou-me desde o primeiro instante: só o passeio pelo Fórum Romano e o Coliseu já valem a viagem. Mas Roma é ainda mais do que isso. Roma é o Panteão, a Piazza Navona, o Vaticano, a Fontana di Trevi e a escadarias da Piazza di Spagna. E a Giolitti, claro. É uma cidade que me dá sempre vontade de voltar. Alguns dos meus lugares e segredos preferidos de Roma neste post. O sul: 1 semana Nápoles e Pompeia (2 dias) Nápoles será talvez a cidade mais controversa de Itália. Ora se ama ora se odeia. Eu cá adoro a atmosfera caótica da cidade com ruas apertadas, lençóis nos estendais e vespas conduzidas por crianças de 12 anos. Em Nápoles não há regras! Um dia em Nápoles neste post. De Nápoles existem imensas day-trips que valem a pena tal como Capri ou subir ao Vesúvio. Mas se tivesse que eleger O melhor destino, para mim seria sem dúvida Pompeia. Pelo significado histórico, dimensão e estado de conservação. Costa Amalfitana (2 dias) Tal como as Cinque Terre, a Costa Amalfitana são um conjunto de pequenas vilas incrustadas nas arribas junto ao mar e são quase tão bonitas como a suas irmãs da Liguria. Dois dias serão o suficiente para andar a saltitar de vila em vila e até dar um mergulho no mar. Das duas vezes que visitei, estas foram as minhas paragens preferidas: Amalfi, Ravello e Positano. Há 5 anos fui adoptada por uma família no sul de Itália e foi assim. Puglia (4 dias) Para a Puglia o tempo parou. Nas vilas e aldeias do tacão da bota, o tempo passa vagarosamente, aproveita-se o sol (coisa que raramente se viu na nossa viagem em Março), o mar e a boa comida. As casas tradicionais, caiadas a branco, conferem-lhe um aspecto que também nos é familiar, evocando paisagens alentejanas e algarvias. Bari, Alberobelo, Lecce e Matera foram alguns dos destaques. Aqui está o itinerário completo da nossa roadtrip familiar na Puglia. Se um ano em Itália passa rápido, um mês poderá parecer apenas alguns segundos. Cada um destes lugares e regiões tem algo muito especial para oferecer e deslumbrará certamente qualquer visitante. Prometo que, quando voltar, me vou dedicar às belas ilhas que desta vez me escaparam: Sardegna, Capri e Sicilia. Ci vediamo presto Itália.

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Poucos países conseguem rivalizar com Itália como destino turístico. Sinceramente, não há nada que este país não tenha e o melhor do meu ano passado a estudar em Milão foi, sem dúvida, poder explorar (quase) todos os cantos de Itália.

Ele é montanhas com caminhadas intensas mas compensadoras, praias com águas cristalinas de norte a sul, cidades onde nasceram civilizações e onde se formaram os melhores artistas do mundo e claro, algumas das invenções culinárias mais apetitosas de sempre.

Por isso, tentei compilar neste post um itinerário de 1 mês que inclui todos os sítios que me fizeram apaixonar por este país.

O NORTE: 10 DIAS

Milão e Como (2 dias)

Para muitos, Milão não é um destino particularmente apetecível, mas a cidade mais cosmopolita do país tem mais para oferecer do que o Duomo ou as Galerias Vittorio Emanuele. Alguns dos museus, igrejas e salas de espectáculos mais importantes da Europa estão aqui bem como os melhores outfits! Não podes perder a cultura do aperitivo nem deixar de provar o típico Aperol Spritz. O guia completo de Milão aqui.

A menos de uma hora de Milão fica o Lago di Como, famosos pelas suas mansões milionárias e paisagem “fiordesca”. A Villa Balbianello, onde foi filmado um dos 007, é um dos lugares que não podes perder, tal como Bellagio uma pequena vila pitoresca. Para um guia detalhado lê este post. Na cidade Como, aconselho-te a subir o Funicolare Como Brunate, a comer um gelado na Gelateria Cavour e a visitar a Villa Olmo que é grátis.

Dolomites (4 dias)

Provavelmente a zona mais surpreendente de Itália. Vales, montanhas e lagos de uma beleza estonteante que só esperaríamos de uma Suíça, Canadá ou Nova Zelândia. Em quatro dias podes ver Bolzano, Santa Maddalena e o Val di Funes, fazer as duas melhores caminhadas da região: Tre Cime di Lavaredo e Lago di Sorapis e ainda ver os Lagos di Caressa e di Braies. Dolomites em detalhe neste post.

Lago di Garda e Verona (2 dias)

Quando um lago parece o mar, vale certamente a pena ser visto. O Lago di Garda é o maior de Itália e ao seu redor há muito para ver. Um dos lugares mais icónicos é Sirmione, uma pequena península com um castelo rodeado de água, ruinas de uma villa romana do século 1 AC e a Jamaica Beach! Um dia no Lago neste post.

sirmione italia 1

Cidade dos eternos amantes, Romeo e Julieta, Verona é mais do que o cenário de um clássico da literatura. A sua arena, ainda utilizada para espectáculos, as suas infinitas praças e arquitectura Veneziana são irresistíveis. Um dia em Verona e uma história de amor neste post.

Veneza e Ilhas (2 dias)

Com ou sem Carnaval, Veneza merece uma visita. É daquelas cidades únicas, com uma atmosfera irreplicável. Para além das inconfundíveis Piazza San Marco, Ponte di Rialto e Ponte dei Sospiri, uma das maravilhas de Veneza é perderes-te nas suas ruas labirínticas e anónimas onde os turistas não passam.

E à distância de uma viagem de barco estão as ilhas de Murano e Burano que são uma alternativa brilhante às multidões que assolam Veneza. Cheias de cor e de vida valem certamente uma visita. Aqui está o post sobre o Carnaval de Veneza e outro sobre as ilhas.

O centro: 10 dias

Bolonha (1 dia)

Chamam-lhe a “gorda e vermelha” por causa da cor dos seus edifícios e das suas maravilhas gastronómicas. A capital da Emília Romana está cheia de presuntos, queijos, mortadela e claro ragu à bolonhesa. Mas esta cidade também tem muito para oferecer a nível cultural com Le due Torri: Garisenda e degli Asinelli, a torre mais inclinada de Itália. O guia completo de Bolonha aqui.

Cinque Terre (2 dias)

As Cinque Terre são um dos lugares mais desejados de Itália. Cenário de muitos pedidos de casamento e luas-de-mel estas cinco terras prometem algumas das fotografias mais bonitas que alguma vez vais tirar. Em dois dias visitámos Porto Venere, Corniglia, Manarola, Riomaggiore, Vernazza e Monterosso. O itinerário completo de dois dias neste post.

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Florença (2 dias)

A cidade da arte nunca desaponta. Para além de ter alguns dos museus e obras de arte mais importantes do mundo as suas ruas amarelas e laranjas, pontes centenárias e palácios dos Medici tornam-na no sinónimo de “tipicamente italiana”. Este foi o ano de a revisitar e o resultado foi este.

Toscânia (2 dias)

A bela Toscânia! Estradas ladeadas por ciprestes italianos, planícies sem fim, vilas e aldeias perdidas no tempo e até termas são alguns dos ingredientes que tornam esta região tão apetecível. Em dois dias percorremos Siena, Montalcino, Pienza, Montepulciano, San Gimignano e muitos, muitos quilómetros de vinhas. A nossa aventura debaixo do sol da Toscânia num panda vermelho aqui.

Roma (3 dias)

A minha cidade preferida em Itália! Apaixonou-me desde o primeiro instante: só o passeio pelo Fórum Romano e o Coliseu já valem a viagem. Mas Roma é ainda mais do que isso. Roma é o Panteão, a Piazza Navona, o Vaticano, a Fontana di Trevi e a escadarias da Piazza di Spagna. E a Giolitti, claro. É uma cidade que me dá sempre vontade de voltar. Alguns dos meus lugares e segredos preferidos de Roma neste post.

O sul: 1 semana

Nápoles e Pompeia (2 dias)

Nápoles será talvez a cidade mais controversa de Itália. Ora se ama ora se odeia. Eu cá adoro a atmosfera caótica da cidade com ruas apertadas, lençóis nos estendais e vespas conduzidas por crianças de 12 anos. Em Nápoles não há regras! Um dia em Nápoles neste post.

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De Nápoles existem imensas day-trips que valem a pena tal como Capri ou subir ao Vesúvio. Mas se tivesse que eleger O melhor destino, para mim seria sem dúvida Pompeia. Pelo significado histórico, dimensão e estado de conservação.

Costa Amalfitana (2 dias)

Tal como as Cinque Terre, a Costa Amalfitana são um conjunto de pequenas vilas incrustadas nas arribas junto ao mar e são quase tão bonitas como a suas irmãs da Liguria. Dois dias serão o suficiente para andar a saltitar de vila em vila e até dar um mergulho no mar. Das duas vezes que visitei, estas foram as minhas paragens preferidas: Amalfi, Ravello e Positano.

Há 5 anos fui adoptada por uma família no sul de Itália e foi assim.

Puglia (4 dias)

Para a Puglia o tempo parou. Nas vilas e aldeias do tacão da bota, o tempo passa vagarosamente, aproveita-se o sol (coisa que raramente se viu na nossa viagem em Março), o mar e a boa comida. As casas tradicionais, caiadas a branco, conferem-lhe um aspecto que também nos é familiar, evocando paisagens alentejanas e algarvias. Bari, Alberobelo, Lecce e Matera foram alguns dos destaques.

Aqui está o itinerário completo da nossa roadtrip familiar na Puglia.

Se um ano em Itália passa rápido, um mês poderá parecer apenas alguns segundos. Cada um destes lugares e regiões tem algo muito especial para oferecer e deslumbrará certamente qualquer visitante. Prometo que, quando voltar, me vou dedicar às belas ilhas que desta vez me escaparam: Sardegna, Capri e Sicilia.

Ci vediamo presto Itália.

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Japão em três semanas: um pouco de tudo! https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/22/japao-tres-semanas-itinerario/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=japao-tres-semanas-itinerario https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/22/japao-tres-semanas-itinerario/#comments Wed, 22 Nov 2017 11:20:35 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2321 A minha viagem pelo Japão é capaz de ter sido a minha viagem menos planeada de sempre. Porquê? Por que comprei o voo de Manila para Tóquio 5 dias antes da viagem em si. Como tal, a minha viagem foi acontecendo e foi sendo planeada consoante os conselhos das pessoas que fui conhecendo. Acho que acabei por não me sair muito mal, vi imensos sítios, trabalhei em troca de comida e alojamento, fiz couchsurfing e até fui à praia! Este país é surpreendente em todos os sentidos. A comida é maravilhosa, uma das melhores que já experimentei, as paisagens, templos e jardins são de um detalhe e perfeição invencíveis e há um contraste enorme entre o lado mais tradicional e conservador e o lado mais excêntrico e espalhafatoso dos japoneses. Aqui fica o meu itinerário de três semanas para um país que precisa de anos para ser visto e compreendido. Tóquio, Kamakura e Mt. Fuji (5 dias)  Como quase todas as pessoas que viajam até ao Japão, a minha primeira paragem foi Tóquio. A cidade dos neons, dos cosplays, dos salões de jogos, mas também de templos importantes, jardins e mercados históricos. Este contraste torna Tóquio numa das cidades mais interessantes do Japão. Não muito longe estão também Kamakura e o Mt. Fuji, dois locais fascinantes e que podem ser facilmente visitados numa day trip. Se quiseres saber mais sobre Tóquio e o que fazer durante os teus dias nesta zona, lê este post. Matsuayama (1 dia) A partir do momento em que aceitei fazer Workaway nas montanhas à volta de Matsuyama o meu plano de viagem começou a moldar-se. Matsuyama não é uma cidade particularmente famosa, mas tem o seu encanto. A caminhada até ao castelo e o castelo em si (o exterior) são muito giros e esta cidade tem um dos onsen mais antigos do Japão. Se estiveres interessado/a em saber mais sobre como trabalhar em troco de alojamento e comida, escrevi um post sobre o Workaway, uma plataforma que te permite fazer isso. Takamatsu (1 dia) Depois de 10 dias a trabalhar, estava na altura de voltar à estrada. De Matsuyama apanhei o comboio até Takamatsu e lá fiquei duas noites. No primeiro dia vi o jardim Ritsurin Koren, para mim, o melhor jardim do Japão. É simplesmente encantador. No Verão, tem uma infinidade de tons de verde e todo o jardim está arranjado com uma precisão só atingível no Japão. Por alguma razão, Takamatsu foi uma das minhas cidades preferidas. Não é das mais bonitas ou animadas, mas tem boa comida, pessoas simpáticas e um ambiente muito descontraído. E tem o mar ao lado! Hostel: Traditional Apartment, muito bom e o dono tem óptimos conselhos sobre os melhores restaurantes da zona. Naoshina e Teshima (1 dia cada) As duas ilhas mais criativas do Japão estão a uma viagem de ferry de Takamatsu. Naoshima e Teshima têm dois dos melhores museus do mundo e acho que são dos sítios mais relevantes do Japão. Tudo sobre estes refúgios de arte neste post. Postcard i bought in Teshima Art Museum Okayama (1 dia) Decidi fazer uma paragem em Okayama enquanto viajava entre Naoshima e Kyoto. Infelizmente não foi uma cidade que me tenha agradado particularmente, não encontrei nenhum sítio de cortar a respiração, mas ao menos tem um jardim – Korakuen – e castelo bonitos! Se tiveres a viajar de comboio facilmente consegues evitar Okayama porque as viagens são muito mais rápidas e não precisas de fazer uma pausa. Hostel: Kamp. É caro, mas as condições são muito boas e é muito perto da estação de comboios/autocarro. Kyoto e Arashiyama (4 dias) A cidade mais querida do Japão. Ao contrário de todas as outras cidades, aqui os turistas dominam a paisagem! Se em Takamatsu, Matsuyama e Okayama cada vez que via um western, ficava a olhar, em Kyoto é mais o contrário… Mas há uma razão para tal, esta cidade é impressionante. Tem os templos mais incríveis, os bairros antigos mais bonitos e uma das culturas gastronómicas mais divertidas (izakaya). Tudo o que vi e vivi em Kyoto e Arashiyama, neste post! Kanazawa (2 dias) Kanazawa foi a cidade que mais me surpreendeu no Japão. É muito menos turística do que Kyoto e muito mais calma do que Tóquio, mas tem alguns dos bairros históricos mais bem preservados do país. Para além disso, a cidade em si é muito agradável, é famosa pelo seu peixe e comer sushi aqui é obrigatório. O jardim Kenrokuen está no pódio dos melhores jardins Japoneses, acompanhado dos já referidos jardins de Okayama e Takamatsu. No terceiro domingo de cada mês há um café onde vários Japoneses se reúnem para ensinarem turistas que passam na rua como fazer Origami. Eu fui “raptada” por duas senhoras com os seus 60/70 anos, super fofinhas, que me ensinaram a fazer cisnes, chapéus e peixinhos! É no mesmo edifício do “City Town Hall”. Hostel: Good Neighbors Hostel, um dos melhores hostels da minha vida. Para além das condições impecáveis, todas as noites oferecem vinho de ameixa (plum wine) a todos os hospedes, o que faz com que toda a gente se reúna a conversar e beber, mesmo que o “vinho” não seja grande coisa. Nagano e Matsumoto (1 dia) Nagano é uma cidade muito pequenina, mas com o seu charme. Se fores lá só por causa do Castelo de Matsumoto, mais vale ires directamente para Matsumoto. Mas se tiveres interesse em ver a área há um templo giro e alguns dos melhores restaurantes que experimentei no Japão. Esta zona é particularmente concorrida no inverno por causa das suas montanhas (perfeitas para esquiar), vida selvagem (macacos das neves) e pelas vilas de Narai – Juku, Nagiso e Shirakawa. Infelizmente não tinha nem tempo nem dinheiro para ver tudo. Matsumoto em si também é pequeno, vê-se em meio-dia. Tem o castelo mais famoso do Japão, que é impressionante por fora, mas por dentro não tem nada (como todos os castelos do Japão). Surpreendentemente, o que mais gostei em Matsumoto foi o City Museum of Art que tem uma fantástica exibição da artista Kusama Yayoi. Vale mesmo a pena! Hostel: 1166 Backpackers em Nagono. Hostel muito simples, mas com um ambiente espectacular. Osaka (2/3 dias) Apesar da minha recomendação ser passar 2 ou 3 dias em Osaka, eu na verdade passei lá uma noite! Tinha planeado 3 noites, incluindo ir a Nara (local famoso pelos seus veados e templos) e ver a cidade em geral, mas depois mudei de ideias e decidi ir para Wakayama à última hora. Por isso, o que é que eu aconselho a fazer em Osaka? O Pub Crawl de Osaka! Por coincidência um amigo meu alemão estava lá ao mesmo tempo que eu e disse-me que tínhamos que ir fazer este pub crawl. Gostei imenso, é óptimo para conhecer pessoas e são umas horas bem passadas em Osaka, uma cidade que vive da noite e se ilumina com os seus neons! Aquele sorriso mesmo sóbrio… Hostel: Backpackers Hotel Toyo Osaka, um dos hostels mais baratos do Japão (Aleluia!) e tem quartos privados! Perfeito! Wakayama: Tanabe, Shirahama, Nachisan (3 dias) E foi em Wakayama que acabei a minha viagem. Por falta de planeamento não consegui ver tudo o que queria, ou fazer todas as caminhadas (também por causa do calor), mas mesmo assim, a nível natural, esta parte do Japão é incrível. Aqui estão os meus sítios preferidos: Sakinoyu Onsen, Shirahama: Durante um mês inteiro ouvi maravilhas sobre os onsen japoneses, mas nunca tive muita curiosidade em ir a um. Despir-me integralmente para tomar um banho quente com outras pessoas é um conceito um bocado estranho para mim. Mas quando fui ao posto turístico de Tanabe e me falaram neste onsen que é em cima da praia, conseguiram despertar a minha atenção. E lá fui. No início é um bocado estranho de facto, e o mais engraçado é que os japoneses vão para o onsen 20 ou 30 minutos e depois vão embora. Eu cá, como tive que pagar, achei por bem ficar lá horas mesmo que não seja muito saudável. Este onsen vale mesmo a pena, é o sítio perfeito para relaxar. Nachisan: Esta é uma zona de peregrinação muito antiga no Japão e por isso tem várias caminhadas, templos e onsen para visitar. Para planeares a tua viagem a esta zona aconselho-te a comprar um guia Lonely Planet ou algo do género uma vez que a informação online é escassa e complicada. Também podes ir ao ponto de turismo de Tanabe, considerado o melhor da zona. Acredita, eles têm todos horários e mapas possíveis. Devido ao pouco tempo que tinha, decidi apanhar o primeiro comboio da manhã de Tanabe até Kii-Katsuura, a viagem é bastante bonita, pela costa. Depois, apanhei o autocarro em direcção a Daimon Kara, uma escada de 267 degraus de pedra rodeada de uma floresta verdejante que lhe confere uma atmosfera muito mística. Se continuares sempre a subir vais encontrar o Kumano Nachi Taisha (templo Kumano) e a Seiganto-ji (Pagoda), que em conjunto com as cascatas, resulta numa das paisagens mais bonitas do Japão. Ao descer, podes passar pela “parte de baixo” das Nachi Falls, umas das cascatas mais famosas do Japão, com 133 metros de altura! Três semanas no Japão passam num instante. Num país com uma riqueza tão grande a nível de património cultural e paisagístico é difícil escolher o que ver e o que deixar de fora. O meu conselho é planeia, planeia, planeia! Lê blogs, livros, vê roteiros e adapta ao teu gosto. É um país ao qual adoraria voltar, desta vez no Outono ou Primavera, principalmente para ver as aldeias mais escondidas. Mas isso fica para a próxima 😉

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A minha viagem pelo Japão é capaz de ter sido a minha viagem menos planeada de sempre. Porquê? Por que comprei o voo de Manila para Tóquio 5 dias antes da viagem em si. Como tal, a minha viagem foi acontecendo e foi sendo planeada consoante os conselhos das pessoas que fui conhecendo.

Acho que acabei por não me sair muito mal, vi imensos sítios, trabalhei em troca de comida e alojamento, fiz couchsurfing e até fui à praia! Este país é surpreendente em todos os sentidos. A comida é maravilhosa, uma das melhores que já experimentei, as paisagens, templos e jardins são de um detalhe e perfeição invencíveis e há um contraste enorme entre o lado mais tradicional e conservador e o lado mais excêntrico e espalhafatoso dos japoneses.

Aqui fica o meu itinerário de três semanas para um país que precisa de anos para ser visto e compreendido.

Tóquio, Kamakura e Mt. Fuji (5 dias) 

Como quase todas as pessoas que viajam até ao Japão, a minha primeira paragem foi Tóquio. A cidade dos neons, dos cosplays, dos salões de jogos, mas também de templos importantes, jardins e mercados históricos. Este contraste torna Tóquio numa das cidades mais interessantes do Japão.

Não muito longe estão também Kamakura e o Mt. Fuji, dois locais fascinantes e que podem ser facilmente visitados numa day trip. Se quiseres saber mais sobre Tóquio e o que fazer durante os teus dias nesta zona, lê este post.

Matsuayama (1 dia)

A partir do momento em que aceitei fazer Workaway nas montanhas à volta de Matsuyama o meu plano de viagem começou a moldar-se. Matsuyama não é uma cidade particularmente famosa, mas tem o seu encanto. A caminhada até ao castelo e o castelo em si (o exterior) são muito giros e esta cidade tem um dos onsen mais antigos do Japão.

Se estiveres interessado/a em saber mais sobre como trabalhar em troco de alojamento e comida, escrevi um post sobre o Workaway, uma plataforma que te permite fazer isso.

Takamatsu (1 dia)

Depois de 10 dias a trabalhar, estava na altura de voltar à estrada. De Matsuyama apanhei o comboio até Takamatsu e lá fiquei duas noites. No primeiro dia vi o jardim Ritsurin Koren, para mim, o melhor jardim do Japão. É simplesmente encantador. No Verão, tem uma infinidade de tons de verde e todo o jardim está arranjado com uma precisão só atingível no Japão.

Por alguma razão, Takamatsu foi uma das minhas cidades preferidas. Não é das mais bonitas ou animadas, mas tem boa comida, pessoas simpáticas e um ambiente muito descontraído. E tem o mar ao lado!

Hostel: Traditional Apartment, muito bom e o dono tem óptimos conselhos sobre os melhores restaurantes da zona.

Naoshina e Teshima (1 dia cada)

As duas ilhas mais criativas do Japão estão a uma viagem de ferry de Takamatsu. Naoshima e Teshima têm dois dos melhores museus do mundo e acho que são dos sítios mais relevantes do Japão. Tudo sobre estes refúgios de arte neste post.

Postcard i bought in Teshima Art Museum

Okayama (1 dia)

Decidi fazer uma paragem em Okayama enquanto viajava entre Naoshima e Kyoto. Infelizmente não foi uma cidade que me tenha agradado particularmente, não encontrei nenhum sítio de cortar a respiração, mas ao menos tem um jardim – Korakuen – e castelo bonitos! Se tiveres a viajar de comboio facilmente consegues evitar Okayama porque as viagens são muito mais rápidas e não precisas de fazer uma pausa.

Hostel: Kamp. É caro, mas as condições são muito boas e é muito perto da estação de comboios/autocarro.

Kyoto e Arashiyama (4 dias)

A cidade mais querida do Japão. Ao contrário de todas as outras cidades, aqui os turistas dominam a paisagem! Se em Takamatsu, Matsuyama e Okayama cada vez que via um western, ficava a olhar, em Kyoto é mais o contrário… Mas há uma razão para tal, esta cidade é impressionante. Tem os templos mais incríveis, os bairros antigos mais bonitos e uma das culturas gastronómicas mais divertidas (izakaya).

Tudo o que vi e vivi em Kyoto e Arashiyama, neste post!

Kanazawa (2 dias)

Kanazawa foi a cidade que mais me surpreendeu no Japão. É muito menos turística do que Kyoto e muito mais calma do que Tóquio, mas tem alguns dos bairros históricos mais bem preservados do país. Para além disso, a cidade em si é muito agradável, é famosa pelo seu peixe e comer sushi aqui é obrigatório. O jardim Kenrokuen está no pódio dos melhores jardins Japoneses, acompanhado dos já referidos jardins de Okayama e Takamatsu.

No terceiro domingo de cada mês há um café onde vários Japoneses se reúnem para ensinarem turistas que passam na rua como fazer Origami. Eu fui “raptada” por duas senhoras com os seus 60/70 anos, super fofinhas, que me ensinaram a fazer cisnes, chapéus e peixinhos! É no mesmo edifício do “City Town Hall”.

Hostel: Good Neighbors Hostel, um dos melhores hostels da minha vida. Para além das condições impecáveis, todas as noites oferecem vinho de ameixa (plum wine) a todos os hospedes, o que faz com que toda a gente se reúna a conversar e beber, mesmo que o “vinho” não seja grande coisa.

Nagano e Matsumoto (1 dia)

Nagano é uma cidade muito pequenina, mas com o seu charme. Se fores lá só por causa do Castelo de Matsumoto, mais vale ires directamente para Matsumoto. Mas se tiveres interesse em ver a área há um templo giro e alguns dos melhores restaurantes que experimentei no Japão. Esta zona é particularmente concorrida no inverno por causa das suas montanhas (perfeitas para esquiar), vida selvagem (macacos das neves) e pelas vilas de Narai – Juku, Nagiso e Shirakawa. Infelizmente não tinha nem tempo nem dinheiro para ver tudo.

Matsumoto em si também é pequeno, vê-se em meio-dia. Tem o castelo mais famoso do Japão, que é impressionante por fora, mas por dentro não tem nada (como todos os castelos do Japão). Surpreendentemente, o que mais gostei em Matsumoto foi o City Museum of Art que tem uma fantástica exibição da artista Kusama Yayoi. Vale mesmo a pena!

Castelo de Matsumoto
Museu de Arte da Cidade de Matsumoto

Hostel: 1166 Backpackers em Nagono. Hostel muito simples, mas com um ambiente espectacular.

Osaka (2/3 dias)

Apesar da minha recomendação ser passar 2 ou 3 dias em Osaka, eu na verdade passei lá uma noite! Tinha planeado 3 noites, incluindo ir a Nara (local famoso pelos seus veados e templos) e ver a cidade em geral, mas depois mudei de ideias e decidi ir para Wakayama à última hora.

Por isso, o que é que eu aconselho a fazer em Osaka? O Pub Crawl de Osaka! Por coincidência um amigo meu alemão estava lá ao mesmo tempo que eu e disse-me que tínhamos que ir fazer este pub crawl. Gostei imenso, é óptimo para conhecer pessoas e são umas horas bem passadas em Osaka, uma cidade que vive da noite e se ilumina com os seus neons!


Aquele sorriso mesmo sóbrio…

Hostel: Backpackers Hotel Toyo Osaka, um dos hostels mais baratos do Japão (Aleluia!) e tem quartos privados! Perfeito!

Wakayama: Tanabe, Shirahama, Nachisan (3 dias)

E foi em Wakayama que acabei a minha viagem. Por falta de planeamento não consegui ver tudo o que queria, ou fazer todas as caminhadas (também por causa do calor), mas mesmo assim, a nível natural, esta parte do Japão é incrível. Aqui estão os meus sítios preferidos:

Sakinoyu Onsen, Shirahama: Durante um mês inteiro ouvi maravilhas sobre os onsen japoneses, mas nunca tive muita curiosidade em ir a um. Despir-me integralmente para tomar um banho quente com outras pessoas é um conceito um bocado estranho para mim. Mas quando fui ao posto turístico de Tanabe e me falaram neste onsen que é em cima da praia, conseguiram despertar a minha atenção. E lá fui. No início é um bocado estranho de facto, e o mais engraçado é que os japoneses vão para o onsen 20 ou 30 minutos e depois vão embora. Eu cá, como tive que pagar, achei por bem ficar lá horas mesmo que não seja muito saudável. Este onsen vale mesmo a pena, é o sítio perfeito para relaxar.

Nachisan: Esta é uma zona de peregrinação muito antiga no Japão e por isso tem várias caminhadas, templos e onsen para visitar. Para planeares a tua viagem a esta zona aconselho-te a comprar um guia Lonely Planet ou algo do género uma vez que a informação online é escassa e complicada. Também podes ir ao ponto de turismo de Tanabe, considerado o melhor da zona. Acredita, eles têm todos horários e mapas possíveis. Devido ao pouco tempo que tinha, decidi apanhar o primeiro comboio da manhã de Tanabe até Kii-Katsuura, a viagem é bastante bonita, pela costa. Depois, apanhei o autocarro em direcção a Daimon Kara, uma escada de 267 degraus de pedra rodeada de uma floresta verdejante que lhe confere uma atmosfera muito mística. Se continuares sempre a subir vais encontrar o Kumano Nachi Taisha (templo Kumano) e a Seiganto-ji (Pagoda), que em conjunto com as cascatas, resulta numa das paisagens mais bonitas do Japão. Ao descer, podes passar pela “parte de baixo” das Nachi Falls, umas das cascatas mais famosas do Japão, com 133 metros de altura!

Três semanas no Japão passam num instante. Num país com uma riqueza tão grande a nível de património cultural e paisagístico é difícil escolher o que ver e o que deixar de fora. O meu conselho é planeia, planeia, planeia! Lê blogs, livros, vê roteiros e adapta ao teu gosto. É um país ao qual adoraria voltar, desta vez no Outono ou Primavera, principalmente para ver as aldeias mais escondidas. Mas isso fica para a próxima 😉

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Nova Zelândia num mês: de Norte a Sul, de Este a Oeste https://www.mudancasconstantes.com/2017/10/02/nova-zelandia-um-mes-itinerario/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nova-zelandia-um-mes-itinerario https://www.mudancasconstantes.com/2017/10/02/nova-zelandia-um-mes-itinerario/#comments Mon, 02 Oct 2017 18:30:46 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2066 De todos os países que visitei na vida, e já lá vão uns 30 e tal, a Nova Zelândia foi aquele onde vi as paisagens mais arrebatadoras. É fascinante como um país tão pequeno consegue ter tanto para dar. De montanhas, glaciares e fiordes na ilha Sul a vulcões, géiseres e dunas na ilha Norte, é impossível não se ficar perdidamente apaixonado por este cantinho no outro lado do Mundo. Este foi o único país que visitei de carro porque a minha amiga da faculdade, Mariana, mudou-se para Christchurch há uns meses e alinhou nesta aventura comigo. Nós as duas mais o Ronaldo! Foram 28 dias, 4500 km, várias noites dormidas no carro, em casa de amigos de amigos e couchsurfing. Muitas refeições vegan cozinhadas num fogão a gás, dezenas de caminhadas (uma delas deu-me dores durante dias!) e companheiros de viagem inesperados. Por isso, ao contrário dos meus outros posts, este roteiro está feito de acordo com a nossa experiência a viajar com um carro. E desde já peço desculpa pela quantidade de vezes que vou usar adjectivos como “lindo, maravilhoso, fantástico…” mas é fácil esgotar elogios quando se escreve sobre a Nova Zelândia. Itinerário para um mês na Nova Zelândia Christchurch: 2 dias Christchurch é uma cidade a levantar-se dos escombros. Em 2011 um terramoto de 6.3 atingiu a cidade e deitou tudo por terra. Ainda hoje os trabalhos de reconstrução perduram. No entanto existem várias razões para visitar Christchurch: os jardins botânicos e o Hagley Park são bonitos, existem imensos pontos de arte urbana, um Container Mall (centro comercial feito de contentores) e uma caminhada de 3 horas com vistas fantásticas chamada The Bridle Path Walk. Começámos em Christchurch por duas razões: É onde a Mariana está a viver e podíamos preparar a viagem nas calmas. Acabei por ficar mais do que 2 dias, mas se estiveres só numa de conhecer a cidade e as redondezas acho que é o suficiente. Nós fomos a Salvation Army Stores (lojas de material em segunda mão), passámos alguns dias na cozinha e nas compras e o pai da Mariana a arranjar o Ronaldo. Como começámos no início de Maio achámos melhor fazer o Sul primeiro (onde o tempo fica frio mais cedo) e terminar no Norte (que tem um clima mais temperado). Lake Tekapo: 1 dia O Lago Tekapo foi primeiro ponto oficial da nossa viagem. Entre uma caminhada até a um miradouro com uma vista panorâmica sobre o lago e a noite mais fria da minha vida, não podíamos ter escolhido uma forma mais intensa de começar a nossa viagem. Mais detalhes aqui! O Lago Tekapo também é muito famosos pelos seus céus nocturnos, mas nós tínhamos tanto frio nesta noite que não nos atrevemos a sair do carro! Christchurch – Lake Tekapo: 3 horas Mount Cook: 1 dia Depois de ultrapassarmos um nevoeiro serrado que nos levou a perguntar “será que vamos ver o Mount Cook?!” passámos uma manhã soalheira no Hooker Valley Trail numa caminhada de 3 horas que te leva pelas melhores paisagens que a montanha mais alta da Nova Zelândia tem para oferecer. Com mais algumas paragens para fotos na estrada que acompanha o Lake Pukaki seguimos até Dunedin onde íamos ficar duas noites. Mount Cook – Dunedin: 7 horas Dunedin e Caitlins: 2 ou 3 dias Infelizmente não tivemos tempo para ir às Caitlins, mas não posso deixar de recomendar porque toda a gente diz que é uma zona linda, cheia de cascatas e vida selvagem. Nugget Point, Purakauni Falls e Cathedral Caves são alguns dos pontos altos. Em Dunedin passámos um dia (e meio) em cheio! De vida selvagem vimos muito pouco, mas as paisagens que descobrimos compensaram. Principalmente a Tunnel Beach ao pôr do sol! Aqui ficam as minhas 6 sugestões: Em Dunedin fizemos Couchsurfing com uma Kiwi (neo-zelandesa) super querida: médica, adora subir montanhas (como todos os kiwis) e muito bem-disposta! Milford Sound: 1 dia De Dunedin a Milford Sound são cerca de 6 horas de caminho, por isso reserva no mínimo meio dia para esta viagem. Quando finalmente chegámos ao hostel já era noite e atropelámos um possum! Desgraças à parte, Milford Sound é uma das paisagens mais famosas e bonitas da Nova Zelândia e a viagem de barco pelos fiordes é inevitável. Se quiseres mais sobre a formação destes gigantes e dicas sobre a viagem de barco, clica aqui! Milford Sound – Queenstown: 4 horas Queenstown e Wanaka: 2 dias A quantidade de dias para Queenstown depende muito do teu budget e gosto por adrenalina. Como eu não tinha nenhum dos dois, contentei-me com uma caminhada pela Queenstown Hill para ver esta vista maravilhosa! Já em Wanaka tive de ultrapassar a dor e o cansaço na caminhada mais difícil da minha vida, mas ao menos no topo a vista é esta: Mais detalhes sobre Queenstown aqui e sobre Wanaka aqui. Queenstown – Wanaka: 1 hora; paragem recomendada em Arrowtown. Fox Glacier: 1 dia O Salvador Sobral ganha a Eurovisão e eu vou celebrar de helicóptero para um glaciar. Fina não sou?!  Anyway, a experiência de sobrevoar um glaciar e caminhar sobre e dentro dele é uma das minhas melhores recordações na Nova Zelândia. Se estiveres pela zona, aproveita e dá um saltinho ao Lake Matheson, vale muito a pena! A minha aventura sobre o gelo está aqui. Wanaka – Fox Glacier: 3.5 horas West Coast: 1 dia na estrada Passámos a Costa Oeste um bocadinho a correr porque em breve tínhamos que estar a atravessar de ferry para a ilha Norte. Mesmo assim tivemos tempo de fazer algumas paragens pelo caminho e estas foram as highlights: Hokitika: é uma vila simpática, com supermercados e restaurantes caso precises de parar durante um tempo. Se tiveres oportunidade recomendo fazeres a caminhada de Hokitika Gorge, a mais famosa da zona. Punakaiki: conhecida pelas suas Pancake Rocks e Blowholes, esta micro caminhada leva-te por maravilhas geológicas que durante muitos anos (e ainda hoje) surpreendem os cientistas devido à sua curiosa formação. Tauranga Bay Seal Colony: se gostas de focas, este é o sítio onde vais querer parar. De um ponto de vista privilegiado vais poder observá-las no seu habitat natural a brincar umas com as outras. Nelson – Abel Tansman: 2 dias Apesar da chuva e de uma viagem de barco que quase nos fez sair o coração pela boca, o Parque Abel Tasman é um dos sítios mais famosos da Nova Zelândia, especialmente no Verão por causa das suas praias, oportunidades para fazer desportos aquáticos e ver golfinhos. Nós, para além da chuva, vimos muitos arco-íris, cascatas e ficámos com os sapatos molhados durante uma semana! Fox Glacier – Nelson: 6.5 horas Wellington: 1 ou 2 dias Ao escrever este post apercebi-me que tenho muito poucas fotos de Wellington apesar de ter sido a cidade da Nova Zelândia que mais gostei e a única onde me imaginaria a viver. Talvez tenha causado uma impressão tão forte em mim por ter adorado as pessoas que lá conheci. Pode-se dizer que “amigos de amigos são os melhores amigos”! Tivemos a sorte de sermos acolhidas na casa de um amigo de um amigo meu francês que tinha estudado 1 ano na Nova Zelândia. Confuso? Um pouco, mas o Jack (amigo do amigo) e todos os habitantes daquela casa foram tão queridos connosco que tenho as melhores recordações possíveis desta cidade. Para visitar recomendo o museu Te Papa (gratuito) sobre a história da Nova Zelândia desde a altura em que era uma capoeira a seu aberto (só existiam aves na NZ) até à chegada dos Maoiri e Ingleses. Para os apaixonados por cinema recomendo os Weta Studios e uma voltinha pelo Mount Victoria, Oriental Bay e pelo centro “histórico” que conta com vários mercados de comida como o Capital Market e montes de bares e restaurantes. Taupo e Tongariro Crossing: 2 dias Conhecida por ser a casa do Tongariro Crossing, Taupo não tem só a melhor caminhada da Nova Zelândia para oferecer. Lagos, barragens e outras caminhadas (claro) também estão na lista. Como não queríamos fazer nenhuma caminhada arrebatadora no dia antes do Crossing ficámo-nos pelo percurso até à Huka Falls que começa numas termas naturais de água quente (recomenda-se um mergulho :p) e acaba na cascata Huka, um rio com uma força incrível e uma cor de água linda. Também podes ver a barragem Aratiatia Power Station a abrir-se e a mudar a paisagem à sua volta em 5 minutos. Quanto ao Tongariro Crossing, dediquei-lhe um post gigante e muito completo que podes ver aqui! Alojamento: não me canso de recomendar o maravilhoso Tiki Lodge. Hamilton e Rotorua: 2 dias Enquanto éramos acolhidas por duas portuguesas com um coração de ouro visitámos tudo o que Hamilton tem de melhor. Hobbiton, Wai-O-Tapu e Black Water Rafting são uma machadinha no orçamento, mas cada sítio tem o seu encanto e valeu a pena apertar o cinto noutras coisas para vivê-los. Rotorua e Hamurana Springs em detalhe aqui e Hobbiton e Black Water Rafting aqui. Auckland: 1 dia Ganhei mais uma família, desta vez em Auckland. Fui adoptada pelos tios e primo da Mariana que me trataram como uma princesa (estou a ficar muito mal habituada). Em Auckland passeámos pelo centro, visitámos a Auckland Art Gallery (que é gratuita) e fomos ver um jogo de rugby – momento da minha vida do qual o meu pai se orgulha mais. Auckland também tem uma free walking tour. Se estiveres a pensar ver um jogo de rugby na Nova Zelândia podes comprar os bilhetes online, na Ticket Master, mas aconselho-te a fazê-lo num computador uma vez que a versão mobile do site não parece ter opção de compra para pessoas que não vivam na NZ. No fim do jogo, se quiseres um autógrafo ou uma foto com os jogadores é possível. Podes ir até aos lugares juntos ao relvado e eles costumam andar por lá a cumprimentar as pessoas. Bay of Islands & Cape Reigna: 4 ou 5 dias Por fim, os últimos dias desta aventura na Nova Zelândia foram passados a dormir no carro, a comer arroz e sopas de pacote e a contar cêntimos mas, também, a ver sítios fantásticos ou não estivéssemos nós na NZ. Conduzimos até ao Cape Reinga, o ponto mais a Norte do país, e pelo caminho descobrimos praias desertas, mais caminhadas de sonho e uma espécie de deserto do Sahara onde rebolámos pelas dunas. Tudo sobre os nossos últimos dias na Northland aqui! Espero que este post te tenha inspirado a visitar este país inacreditavelmente bonito e com tanto (mas TANTO) para oferecer. Só tive pena de não ter tido tempo para ir a Coromandel, também no Norte e perto de Auckland, mas teve de ser sacrificado. Mais dicas sobre modos de transporte, alojamento e coisas práticas neste post. Boas viagens e Kia Ora!

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De todos os países que visitei na vida, e já lá vão uns 30 e tal, a Nova Zelândia foi aquele onde vi as paisagens mais arrebatadoras. É fascinante como um país tão pequeno consegue ter tanto para dar. De montanhas, glaciares e fiordes na ilha Sul a vulcões, géiseres e dunas na ilha Norte, é impossível não se ficar perdidamente apaixonado por este cantinho no outro lado do Mundo.

Este foi o único país que visitei de carro porque a minha amiga da faculdade, Mariana, mudou-se para Christchurch há uns meses e alinhou nesta aventura comigo. Nós as duas mais o Ronaldo! Foram 28 dias, 4500 km, várias noites dormidas no carro, em casa de amigos de amigos e couchsurfing. Muitas refeições vegan cozinhadas num fogão a gás, dezenas de caminhadas (uma delas deu-me dores durante dias!) e companheiros de viagem inesperados.

Por isso, ao contrário dos meus outros posts, este roteiro está feito de acordo com a nossa experiência a viajar com um carro.
E desde já peço desculpa pela quantidade de vezes que vou usar adjectivos como “lindo, maravilhoso, fantástico…” mas é fácil esgotar elogios quando se escreve sobre a Nova Zelândia.

Itinerário para um mês na Nova Zelândia

Christchurch: 2 dias

Christchurch é uma cidade a levantar-se dos escombros. Em 2011 um terramoto de 6.3 atingiu a cidade e deitou tudo por terra. Ainda hoje os trabalhos de reconstrução perduram. No entanto existem várias razões para visitar Christchurch: os jardins botânicos e o Hagley Park são bonitos, existem imensos pontos de arte urbana, um Container Mall (centro comercial feito de contentores) e uma caminhada de 3 horas com vistas fantásticas chamada The Bridle Path Walk.

Começámos em Christchurch por duas razões:

  • É onde a Mariana está a viver e podíamos preparar a viagem nas calmas. Acabei por ficar mais do que 2 dias, mas se estiveres só numa de conhecer a cidade e as redondezas acho que é o suficiente. Nós fomos a Salvation Army Stores (lojas de material em segunda mão), passámos alguns dias na cozinha e nas compras e o pai da Mariana a arranjar o Ronaldo.
  • Como começámos no início de Maio achámos melhor fazer o Sul primeiro (onde o tempo fica frio mais cedo) e terminar no Norte (que tem um clima mais temperado).

Lake Tekapo: 1 dia

O Lago Tekapo foi primeiro ponto oficial da nossa viagem. Entre uma caminhada até a um miradouro com uma vista panorâmica sobre o lago e a noite mais fria da minha vida, não podíamos ter escolhido uma forma mais intensa de começar a nossa viagem. Mais detalhes aqui!

O Lago Tekapo também é muito famosos pelos seus céus nocturnos, mas nós tínhamos tanto frio nesta noite que não nos atrevemos a sair do carro!

Christchurch – Lake Tekapo: 3 horas

Mount Cook: 1 dia

Depois de ultrapassarmos um nevoeiro serrado que nos levou a perguntar “será que vamos ver o Mount Cook?!” passámos uma manhã soalheira no Hooker Valley Trail numa caminhada de 3 horas que te leva pelas melhores paisagens que a montanha mais alta da Nova Zelândia tem para oferecer. Com mais algumas paragens para fotos na estrada que acompanha o Lake Pukaki seguimos até Dunedin onde íamos ficar duas noites.

Lake Pukaki

Mount Cook – Dunedin: 7 horas

Dunedin e Caitlins: 2 ou 3 dias

Infelizmente não tivemos tempo para ir às Caitlins, mas não posso deixar de recomendar porque toda a gente diz que é uma zona linda, cheia de cascatas e vida selvagem. Nugget Point, Purakauni Falls e Cathedral Caves são alguns dos pontos altos.

Em Dunedin passámos um dia (e meio) em cheio! De vida selvagem vimos muito pouco, mas as paisagens que descobrimos compensaram. Principalmente a Tunnel Beach ao pôr do sol! Aqui ficam as minhas 6 sugestões:

Taiaroa Head – vimos um pinguim bebé a nadar no mar!
Victory Beach & The Pyramids

Cape Saunders
Hoopers Inlet
Tunnel Beach ao pôr do Sol

Street art
Estação de comboios de Dunedin

Em Dunedin fizemos Couchsurfing com uma Kiwi (neo-zelandesa) super querida: médica, adora subir montanhas (como todos os kiwis) e muito bem-disposta!

Milford Sound: 1 dia

De Dunedin a Milford Sound são cerca de 6 horas de caminho, por isso reserva no mínimo meio dia para esta viagem. Quando finalmente chegámos ao hostel já era noite e atropelámos um possum! Desgraças à parte, Milford Sound é uma das paisagens mais famosas e bonitas da Nova Zelândia e a viagem de barco pelos fiordes é inevitável. Se quiseres mais sobre a formação destes gigantes e dicas sobre a viagem de barco, clica aqui!

Milford Sound – Queenstown: 4 horas

Queenstown e Wanaka: 2 dias

A quantidade de dias para Queenstown depende muito do teu budget e gosto por adrenalina. Como eu não tinha nenhum dos dois, contentei-me com uma caminhada pela Queenstown Hill para ver esta vista maravilhosa!

Já em Wanaka tive de ultrapassar a dor e o cansaço na caminhada mais difícil da minha vida, mas ao menos no topo a vista é esta:

Mais detalhes sobre Queenstown aqui e sobre Wanaka aqui.

Queenstown – Wanaka: 1 hora; paragem recomendada em Arrowtown.

Fox Glacier: 1 dia

O Salvador Sobral ganha a Eurovisão e eu vou celebrar de helicóptero para um glaciar. Fina não sou?!  Anyway, a experiência de sobrevoar um glaciar e caminhar sobre e dentro dele é uma das minhas melhores recordações na Nova Zelândia. Se estiveres pela zona, aproveita e dá um saltinho ao Lake Matheson, vale muito a pena!


A minha aventura sobre o gelo está aqui.

Wanaka – Fox Glacier: 3.5 horas

West Coast: 1 dia na estrada

Passámos a Costa Oeste um bocadinho a correr porque em breve tínhamos que estar a atravessar de ferry para a ilha Norte. Mesmo assim tivemos tempo de fazer algumas paragens pelo caminho e estas foram as highlights:

Hokitika: é uma vila simpática, com supermercados e restaurantes caso precises de parar durante um tempo. Se tiveres oportunidade recomendo fazeres a caminhada de Hokitika Gorge, a mais famosa da zona.

Punakaiki: conhecida pelas suas Pancake Rocks e Blowholes, esta micro caminhada leva-te por maravilhas geológicas que durante muitos anos (e ainda hoje) surpreendem os cientistas devido à sua curiosa formação.

Tauranga Bay Seal Colony: se gostas de focas, este é o sítio onde vais querer parar. De um ponto de vista privilegiado vais poder observá-las no seu habitat natural a brincar umas com as outras.

Nelson – Abel Tansman: 2 dias

Apesar da chuva e de uma viagem de barco que quase nos fez sair o coração pela boca, o Parque Abel Tasman é um dos sítios mais famosos da Nova Zelândia, especialmente no Verão por causa das suas praias, oportunidades para fazer desportos aquáticos e ver golfinhos. Nós, para além da chuva, vimos muitos arco-íris, cascatas e ficámos com os sapatos molhados durante uma semana!

Fox Glacier – Nelson: 6.5 horas

Wellington: 1 ou 2 dias

Ao escrever este post apercebi-me que tenho muito poucas fotos de Wellington apesar de ter sido a cidade da Nova Zelândia que mais gostei e a única onde me imaginaria a viver. Talvez tenha causado uma impressão tão forte em mim por ter adorado as pessoas que lá conheci. Pode-se dizer que “amigos de amigos são os melhores amigos”!
Tivemos a sorte de sermos acolhidas na casa de um amigo de um amigo meu francês que tinha estudado 1 ano na Nova Zelândia. Confuso? Um pouco, mas o Jack (amigo do amigo) e todos os habitantes daquela casa foram tão queridos connosco que tenho as melhores recordações possíveis desta cidade.

Para visitar recomendo o museu Te Papa (gratuito) sobre a história da Nova Zelândia desde a altura em que era uma capoeira a seu aberto (só existiam aves na NZ) até à chegada dos Maoiri e Ingleses. Para os apaixonados por cinema recomendo os Weta Studios e uma voltinha pelo Mount Victoria, Oriental Bay e pelo centro “histórico” que conta com vários mercados de comida como o Capital Market e montes de bares e restaurantes.

Trabalho incrível realizado pelos Weta Studios e presente no museu Te Papa numa exibição sobre a 1ª Guerra Mundial e os soldados Anzac

Taupo e Tongariro Crossing: 2 dias

Conhecida por ser a casa do Tongariro Crossing, Taupo não tem só a melhor caminhada da Nova Zelândia para oferecer. Lagos, barragens e outras caminhadas (claro) também estão na lista. Como não queríamos fazer nenhuma caminhada arrebatadora no dia antes do Crossing ficámo-nos pelo percurso até à Huka Falls que começa numas termas naturais de água quente (recomenda-se um mergulho :p) e acaba na cascata Huka, um rio com uma força incrível e uma cor de água linda. Também podes ver a barragem Aratiatia Power Station a abrir-se e a mudar a paisagem à sua volta em 5 minutos.

Estrada até Taupo
No caminho para Huka Falls
Barragem a esvaziar
Huka Falls

Quanto ao Tongariro Crossing, dediquei-lhe um post gigante e muito completo que podes ver aqui!

Alojamento: não me canso de recomendar o maravilhoso Tiki Lodge.

Hamilton e Rotorua: 2 dias

Enquanto éramos acolhidas por duas portuguesas com um coração de ouro visitámos tudo o que Hamilton tem de melhor. Hobbiton, Wai-O-Tapu e Black Water Rafting são uma machadinha no orçamento, mas cada sítio tem o seu encanto e valeu a pena apertar o cinto noutras coisas para vivê-los.

Bag End <3
Wai-O-Tapu
As minhoquinhas luminosas

Rotorua e Hamurana Springs em detalhe aqui e Hobbiton e Black Water Rafting aqui.

Auckland: 1 dia

Ganhei mais uma família, desta vez em Auckland. Fui adoptada pelos tios e primo da Mariana que me trataram como uma princesa (estou a ficar muito mal habituada). Em Auckland passeámos pelo centro, visitámos a Auckland Art Gallery (que é gratuita) e fomos ver um jogo de rugby – momento da minha vida do qual o meu pai se orgulha mais. Auckland também tem uma free walking tour.

Se estiveres a pensar ver um jogo de rugby na Nova Zelândia podes comprar os bilhetes online, na Ticket Master, mas aconselho-te a fazê-lo num computador uma vez que a versão mobile do site não parece ter opção de compra para pessoas que não vivam na NZ. No fim do jogo, se quiseres um autógrafo ou uma foto com os jogadores é possível. Podes ir até aos lugares juntos ao relvado e eles costumam andar por lá a cumprimentar as pessoas.


Bay of Islands & Cape Reigna: 4 ou 5 dias

Por fim, os últimos dias desta aventura na Nova Zelândia foram passados a dormir no carro, a comer arroz e sopas de pacote e a contar cêntimos mas, também, a ver sítios fantásticos ou não estivéssemos nós na NZ. Conduzimos até ao Cape Reinga, o ponto mais a Norte do país, e pelo caminho descobrimos praias desertas, mais caminhadas de sonho e uma espécie de deserto do Sahara onde rebolámos pelas dunas. Tudo sobre os nossos últimos dias na Northland aqui!


Espero que este post te tenha inspirado a visitar este país inacreditavelmente bonito e com tanto (mas TANTO) para oferecer. Só tive pena de não ter tido tempo para ir a Coromandel, também no Norte e perto de Auckland, mas teve de ser sacrificado.

Mais dicas sobre modos de transporte, alojamento e coisas práticas neste post.

Boas viagens e Kia Ora!

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O meu top 15 de Nova Iorque https://www.mudancasconstantes.com/2016/10/15/top-15-de-nova-iorque/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=top-15-de-nova-iorque https://www.mudancasconstantes.com/2016/10/15/top-15-de-nova-iorque/#comments Sat, 15 Oct 2016 20:16:09 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=987 Nova Iorque é uma cidade estupidamente cara. Mesmo, mesmo muito! Mas tem uma coisa óptima: uma grande parte dos “must do” são grátis. Por isso, aqui vai uma lista dos meus sítios preferidos. Grátis, mais ou menos grátis e dois muito caros para compensar. The High Line  Esta antiga linha de metro transformada num passeio por entre prédios nova-iorquino fez-me apaixonar pela cidade. Durante o dia está cheia de gente mas entretanto chega o pôr-do-sol e é um dos melhores sítios da cidade para o ver. À noite é simplesmente o sítio mais relaxante para se estar. Há espreguiçadeiras, fontes e uma vista incrível para os arranha-céus de New Jersey. Preço: Grátis 2. Brooklyn Bridge & Dumbo Logo a seguir à High Line, vem a Brooklyn Bridge. Do nada somos transportados para o cenário de centenas filmes e tudo parece um sonho. Também é um dos sítios mais fotogénicos da cidade e podes sempre acabar no Dumbo junto ao YO e a um belo jardim para picnics! Preço: Grátis 3. Top of the Rock  É aqui que o mundo para e percebes que estás em Nova Iorque. Estupidamente quase que pensei em não ir por causa do preço: 32 dólares. Mas felizmente ao mesmo tempo pensei “bem, não sei quando é que vou estar aqui outra vez, por isso, e como diz o CR7, “que se fod*!”. Foi a melhor decisão da viagem. Quase que corremos para lá porque a bilheteira fechava nalguns minutos e fomos os últimos a subir. Lá em cima, tínhamos o Top of the Rock quase só para nós e só saímos quando nos expulsaram. Só visto: 4 – MET  Muito à semelhança do British Museum, Pergamon ou Louvre o MET tem uma colecção de arte arrebatadora. Não falo só de pintura ou escultura, o MET está dividido por continentes e cada área tem uma colecção gigantesca de arte “local” desde armamento, canoas, trajes, jóias, templos… uma das salas está tão cheia de ouro que parecia o baú do tesouro de um navio pirata. Para ver tudo como deve ser precisas quase de um dia inteiro, mas com 4 horas eu fiz a festa 🙂 Preco: O museu é donation based, por isso podes dar 1 dólar pelo bilhete. EDIT: A partir de 2018 a política “pay what you wish” do MET mudou e passou a ser só para residentes de Nova Iorque. Preço normal: 25 dólares; Preço estudante: 12 dólares. 5 – Bryant Park  Este parque surge como um pequeno oásis no meio do caos de Manhattan. Mesmo atrás da Biblioteca de Nova Iorque e cercado de arranha-céus é o local de eleição para o pessoal de fato e gravata ir picnicar ao almoço. Posso dizer que depois de uma semana a dormir 4 horas por dia, também é o local perfeito para dormir uma sestinha sem parecer um sem abrigo porque há várias pessoas a fazer o mesmo 😀 Preço: Grátis 6- Staten Island Ferry  Um presente oferecido pela cidade de Nova Iorque. O ferry parte a cada 20 minutos do Battery Part (Lower Manhattan) e vai até à Staten Island passando pela estátua da liberdade. Pelo caminho dá para admirar o horizonte de arranha-céus que é Nova Iorque e New Jersey. A melhor hora é ir um bocadinho antes do pôr do sol até porque vais ter que fazer duas viagens (ida e volta) e assim podes ver a vista de dia e de (quase) noite. Preço: Grátis 7 – Central Park  O calor do dia em que visitei o Central Park quase o tornou numa espécie de selva amazónica. Apesar dos litros de suor e da caça à sombra este ex-libris é obrigatório para quem visita Nova Iorque. É preciso quase um dia para se visitar o parque todo: Strawberry Fields, a fonte e as arcadas, o campo gigantesco onde as pessoas jogam frisbee e futebol americano… até um jardim zoológico há lá dentro! Por isso, prepara essas pernas vais ter muito que andar para descobrir o pulmão da cidade. Preço: Grátis (usa os bebedouros do parque porque as águas que se vendem à volta custam 3 dólares) 8 – MoMA  Não sou minimamente uma expert em arte, mas a colecção do MoMA impressiona qualquer um. É como se voltássemos ao livro de história do nono ano, ao capítulo de história de arte, e víssemos à nossa frente a maior parte das obras de arte que aparecem lá fotografadas. Van Gog, Monet, Matisse… o MoMA é uma exibição da melhor arte que este mundo tem para mostrar. Preço: 27 dólares adultos, 14 dólares estudante (aceitam cartão de estudante de outros países). 9 – Grand Central Terminal  Uma das coisas mais incríveis sobre Nova Iorque é parecer que estamos sempre no cenário de um filme e a Grand Central é o exemplo perfeito desse sentimento. Um conselho? Não pares lá no meio a tirar fotografias porque as pessoas de Nova Iorque têm muita pressa e levam tudo à frente! 10 – Memorial – World Trade Center & Oculus  Por coincidência acabei por ir ao World Trade Center no 11 de Setembro. Se tivesse que descrever este sítio numa palavra escolheria: desconfortável. Acho que o facto de não saber bem o que se passou ali para além de que milhares de pessoas morreram torna aquele memorial muito estranho. Vale a pena pela arquitectura espectacular. Preço: As fontes (memorial) e o Oculus (centro comercial) são gratuitos. O museu é gratuito às Terças feiras.  11 – Chelsea Market  A versão Nova Iorquina do Mercado da Ribeira. O Chelsea Market concentra milhões de calorias e comidinhas deliciosas debaixo do mesmo telhado. O edifício é do final do século dezanove e ainda conserva partes dessa época. É um sítio para se ir de barriga a roncar de fome, porque não vais saber por onde começar. Curiosidade do dia: foi naquele edifício que a Oreo foi inventada 😀 Preço: Gratuito 12 – The Cloisters  O Cloisters é um museu diferente, é um museu em forma de mosteiro que foi desenhado para expor obras de arte sacra. Está localizado em Upper Manhattan no topo de um parque em Washington Heights. Esta zona da cidade não é minimamente turística por isso é uma boa oportunidade de conheceres um outro lado de Nova Iorque. A caminho do museu, pelo parque, vimos esquilos, guaxinis e duas marmotas 😀 Preço: pay what you wish, ou seja, a partir de um dólar. 13 – Times Square  Para uma pessoa que trabalha em comunicação e publicidade, Times Square é um lugar de culto. A verdade é que aquilo frita um bocado o cérebro porque ninguém consegue processar tanta informação ao mesmo tempo. Mas são dezenas de ecrãs as passar centenas de anúncios e milhares (milhões?) de pessoas por todos os lados. É impossível não ficar atordoado. Peço: Grátis 14 – Stand Up Comedy Um dos meus hosts em Nova Iorque recomendou-me um bar com stand up comedy gratuito todas as quartas feiras. Cada sessão dura cerca de uma hora e cada comediante tem 10 a 15 minutos no palco. Tirando um ou outro menos bom, adorei a experiência e acho que vale muito a pena. Contudo, o sítio mais famoso de Nova Iorque para stand up é o Comedy Cellar, de onde saíram alguns dos melhores comediantes do país. Preço: Grátis 15 – Gospel  Este é o meu único arrependimento da viagem a Nova Iorque, mas fica para uma próxima visita. Não tive tempo para visitar o Harlem nem às missas conhecidas pelos seus coros Gospel. Mas sei que nestas tours ao Harlem (que funcionam por gorjeta) recomendam os melhores sítios para ouvir Gospel. Preço: Grátis Guarda todas estas dicas no Pinterest! 🙂  

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Nova Iorque é uma cidade estupidamente cara. Mesmo, mesmo muito! Mas tem uma coisa óptima: uma grande parte dos “must do” são grátis. Por isso, aqui vai uma lista dos meus sítios preferidos. Grátis, mais ou menos grátis e dois muito caros para compensar.

  1. The High Line 

Esta antiga linha de metro transformada num passeio por entre prédios nova-iorquino fez-me apaixonar pela cidade. Durante o dia está cheia de gente mas entretanto chega o pôr-do-sol e é um dos melhores sítios da cidade para o ver. À noite é simplesmente o sítio mais relaxante para se estar. Há espreguiçadeiras, fontes e uma vista incrível para os arranha-céus de New Jersey.

Preço: Grátis

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Foto: Arch Daily

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2. Brooklyn Bridge & Dumbo

Logo a seguir à High Line, vem a Brooklyn Bridge. Do nada somos transportados para o cenário de centenas filmes e tudo parece um sonho. Também é um dos sítios mais fotogénicos da cidade e podes sempre acabar no Dumbo junto ao YO e a um belo jardim para picnics!

Preço: Grátis

Atravessar a ponte de Brooklyn
Atravessar a ponte de Brooklyn

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3. Top of the Rock 

É aqui que o mundo para e percebes que estás em Nova Iorque. Estupidamente quase que pensei em não ir por causa do preço: 32 dólares. Mas felizmente ao mesmo tempo pensei “bem, não sei quando é que vou estar aqui outra vez, por isso, e como diz o CR7, “que se fod*!”.

Foi a melhor decisão da viagem. Quase que corremos para lá porque a bilheteira fechava nalguns minutos e fomos os últimos a subir. Lá em cima, tínhamos o Top of the Rock quase só para nós e só saímos quando nos expulsaram.

Só visto:

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4 – MET 

Muito à semelhança do British Museum, Pergamon ou Louvre o MET tem uma colecção de arte arrebatadora. Não falo só de pintura ou escultura, o MET está dividido por continentes e cada área tem uma colecção gigantesca de arte “local” desde armamento, canoas, trajes, jóias, templos… uma das salas está tão cheia de ouro que parecia o baú do tesouro de um navio pirata. Para ver tudo como deve ser precisas quase de um dia inteiro, mas com 4 horas eu fiz a festa 🙂

Preco: O museu é donation based, por isso podes dar 1 dólar pelo bilhete.

EDIT: A partir de 2018 a política “pay what you wish” do MET mudou e passou a ser só para residentes de Nova Iorque. Preço normal: 25 dólares; Preço estudante: 12 dólares.

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5 – Bryant Park 

Este parque surge como um pequeno oásis no meio do caos de Manhattan. Mesmo atrás da Biblioteca de Nova Iorque e cercado de arranha-céus é o local de eleição para o pessoal de fato e gravata ir picnicar ao almoço.

Posso dizer que depois de uma semana a dormir 4 horas por dia, também é o local perfeito para dormir uma sestinha sem parecer um sem abrigo porque há várias pessoas a fazer o mesmo 😀

Preço: Grátis

Passar pelas brasas no Bryant Park

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6- Staten Island Ferry 

Um presente oferecido pela cidade de Nova Iorque. O ferry parte a cada 20 minutos do Battery Part (Lower Manhattan) e vai até à Staten Island passando pela estátua da liberdade. Pelo caminho dá para admirar o horizonte de arranha-céus que é Nova Iorque e New Jersey. A melhor hora é ir um bocadinho antes do pôr do sol até porque vais ter que fazer duas viagens (ida e volta) e assim podes ver a vista de dia e de (quase) noite.

Preço: Grátis

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7 – Central Park 

O calor do dia em que visitei o Central Park quase o tornou numa espécie de selva amazónica. Apesar dos litros de suor e da caça à sombra este ex-libris é obrigatório para quem visita Nova Iorque. É preciso quase um dia para se visitar o parque todo: Strawberry Fields, a fonte e as arcadas, o campo gigantesco onde as pessoas jogam frisbee e futebol americano… até um jardim zoológico há lá dentro! Por isso, prepara essas pernas vais ter muito que andar para descobrir o pulmão da cidade.

Preço: Grátis (usa os bebedouros do parque porque as águas que se vendem à volta custam 3 dólares)

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8 – MoMA 

Não sou minimamente uma expert em arte, mas a colecção do MoMA impressiona qualquer um. É como se voltássemos ao livro de história do nono ano, ao capítulo de história de arte, e víssemos à nossa frente a maior parte das obras de arte que aparecem lá fotografadas. Van Gog, Monet, Matisse… o MoMA é uma exibição da melhor arte que este mundo tem para mostrar.

Preço: 27 dólares adultos, 14 dólares estudante (aceitam cartão de estudante de outros países).

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9 – Grand Central Terminal 

Uma das coisas mais incríveis sobre Nova Iorque é parecer que estamos sempre no cenário de um filme e a Grand Central é o exemplo perfeito desse sentimento. Um conselho? Não pares lá no meio a tirar fotografias porque as pessoas de Nova Iorque têm muita pressa e levam tudo à frente!

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10 – Memorial – World Trade Center & Oculus 

Por coincidência acabei por ir ao World Trade Center no 11 de Setembro. Se tivesse que descrever este sítio numa palavra escolheria: desconfortável. Acho que o facto de não saber bem o que se passou ali para além de que milhares de pessoas morreram torna aquele memorial muito estranho. Vale a pena pela arquitectura espectacular.

Preço: As fontes (memorial) e o Oculus (centro comercial) são gratuitos. O museu é gratuito às Terças feiras. 

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11 – Chelsea Market 

A versão Nova Iorquina do Mercado da Ribeira. O Chelsea Market concentra milhões de calorias e comidinhas deliciosas debaixo do mesmo telhado. O edifício é do final do século dezanove e ainda conserva partes dessa época. É um sítio para se ir de barriga a roncar de fome, porque não vais saber por onde começar. Curiosidade do dia: foi naquele edifício que a Oreo foi inventada 😀

Preço: Gratuito

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12 – The Cloisters 

O Cloisters é um museu diferente, é um museu em forma de mosteiro que foi desenhado para expor obras de arte sacra. Está localizado em Upper Manhattan no topo de um parque em Washington Heights. Esta zona da cidade não é minimamente turística por isso é uma boa oportunidade de conheceres um outro lado de Nova Iorque. A caminho do museu, pelo parque, vimos esquilos, guaxinis e duas marmotas 😀

Preço: pay what you wish, ou seja, a partir de um dólar.

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13 – Times Square 

Para uma pessoa que trabalha em comunicação e publicidade, Times Square é um lugar de culto. A verdade é que aquilo frita um bocado o cérebro porque ninguém consegue processar tanta informação ao mesmo tempo. Mas são dezenas de ecrãs as passar centenas de anúncios e milhares (milhões?) de pessoas por todos os lados. É impossível não ficar atordoado.

Peço: Grátis

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14 – Stand Up Comedy

Um dos meus hosts em Nova Iorque recomendou-me um bar com stand up comedy gratuito todas as quartas feiras. Cada sessão dura cerca de uma hora e cada comediante tem 10 a 15 minutos no palco. Tirando um ou outro menos bom, adorei a experiência e acho que vale muito a pena. Contudo, o sítio mais famoso de Nova Iorque para stand up é o Comedy Cellar, de onde saíram alguns dos melhores comediantes do país.

Preço: Grátis

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15 – Gospel 

Este é o meu único arrependimento da viagem a Nova Iorque, mas fica para uma próxima visita. Não tive tempo para visitar o Harlem nem às missas conhecidas pelos seus coros Gospel. Mas sei que nestas tours ao Harlem (que funcionam por gorjeta) recomendam os melhores sítios para ouvir Gospel.

Preço: Grátis

Guarda todas estas dicas no Pinterest! 🙂

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