Sri Lanka Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/category/sri-lanka/ Blog de viagens para inquietos e irrequietos Sun, 23 Jan 2022 13:00:36 +0000 en-GB hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.mudancasconstantes.com/wp-content/uploads/2018/10/cropped-Untitled-design-1-32x32.png Sri Lanka Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/category/sri-lanka/ 32 32 6 pratos para provar e repetir no Sri Lanka https://www.mudancasconstantes.com/2018/01/01/sri-lanka-melhor-comida-pratos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sri-lanka-melhor-comida-pratos https://www.mudancasconstantes.com/2018/01/01/sri-lanka-melhor-comida-pratos/#respond Mon, 01 Jan 2018 19:26:46 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2629 É difícil não gostar da comida cingalesa. Apesar de não ser muito variada (daí o repetir) é uma explosão de sabores a cada garfada. No início, cada vez que conhecia um cingalês perguntava-lhe “Qual é o teu prato preferido?” e a resposta era sempre “Rice&Curry” até que à quarta ou quinta tentativa desisti. Não há forma daquele povo sobreviver sem o seu Arroz e Caril, seja ao pequeno-almoço, almoço ou jantar. Mas não te assustes, há mais uma coisinha ou outra para provar 😉 Rice&Curry Este prato consiste numa quantidade inumana de arroz branco e um ou vários pratos de caril e acompanhamentos. Os melhores que comi foram em Bed&Breakfasts, quase todos os alojamentos o são. Tem só o inconveniente de em vez de comida para dois trazerem o suficiente para seis. As especiarias usadas costumam ser cominhos, caril, canela, noz-moscada, sementes de mostarda, açafrão e folhas de caril. Os tipos mais comuns são: – Dhal, caril de lentilhas cozinhado em leite de coco. Já experimentei esta receita e estava óptimo. – Caril de Abóbora. Receita aprovada aqui. – Caril de Beringela – Caril de Frango/Peixe Como acompanhamentos podem servir banana, feijão-verde, tomate entre outros. Fried Rice & Fried Noodles Para desenjoar do caril precisava de uma opção um bocadinho mais suave e daí a minha preferência por estes pratos. São simples, podem ser vegetarianos ou com frango ou camarões e estão disponíveis por todo o lado. Costumam incluir flocos de chili, por isso pede “sem picante” se não gostares. Roti e triângulos O melhor snack do Sri Lanka. Os roti podem ser doces ou salgados, um género de panqueca super fina recheada com queijo, banana, vegetais, ovo… basicamente o que quiseres. Quando vires uns triângulos, tipo chamuças, normalmente são recheados de vegetais, com a mesma massa dos roti, e um bocadinho picantes. Vais encontra-los em todo o lado, inclusive à venda nos comboios. Para sobremesa, experimenta um roti de banana ou ananás com gelado e mel. Tão bom!!! Kottu Não fugindo muito ao estilo do roti, o Kottu é feito com pedaços pequenos da mesma massa, vegetais e ovos. Para além de um sabor, o Kottu também tem um som, o som das facas a baterem rapidamente no metal enquanto cortam a massa do roti. É um prato rápido, barato e consensual. Tal como o Pad Thai na Tailândia. Vê como é preparado: Hoppers Uma pequena tacinha feita de ovo ou de uma mistura de farinha de arroz e leite de coco que faz tradicionalmente parte de um pequeno-almoço cingalês. São um acompanhamento perfeito para Dahl, ou Sambol de coco. Ao pequeno almoço também comem uns crepes recheados com um recheio de coco, mas infelizmente achei demasiado doces. Devilled Chicken Apesar de não ser a minha primeira escolha por achar um prato demasiado pesado, merece estar na lista. Acompanhado de tomates, pimentos, cebolas é bem regado de um molho agridoce, originalmente chinês. Se precisares de comer proteína, de todos os pratos, este é o que tem mais. PS: Se não gostares de picante, pede SEMPRE “not spicy”. Podes ter a sorte de receber um prato relativamente não picante 😉 Nas zonas costeiras existe muito peixe, lulas e marisco e os barbecues são bastante bons. Em todo o lado tens lassis e sumos deliciosos bem como mangas, mangostins e maracujás frescos nos mercados e lojas de ruas ao preço da chuva.

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É difícil não gostar da comida cingalesa. Apesar de não ser muito variada (daí o repetir) é uma explosão de sabores a cada garfada. No início, cada vez que conhecia um cingalês perguntava-lhe “Qual é o teu prato preferido?” e a resposta era sempre “Rice&Curry” até que à quarta ou quinta tentativa desisti. Não há forma daquele povo sobreviver sem o seu Arroz e Caril, seja ao pequeno-almoço, almoço ou jantar. Mas não te assustes, há mais uma coisinha ou outra para provar 😉

Rice&Curry

Este prato consiste numa quantidade inumana de arroz branco e um ou vários pratos de caril e acompanhamentos. Os melhores que comi foram em Bed&Breakfasts, quase todos os alojamentos o são. Tem só o inconveniente de em vez de comida para dois trazerem o suficiente para seis. As especiarias usadas costumam ser cominhos, caril, canela, noz-moscada, sementes de mostarda, açafrão e folhas de caril.

Os tipos mais comuns são:

– Dhal, caril de lentilhas cozinhado em leite de coco. Já experimentei esta receita e estava óptimo.
– Caril de Abóbora. Receita aprovada aqui.
– Caril de Beringela
– Caril de Frango/Peixe

Como acompanhamentos podem servir banana, feijão-verde, tomate entre outros.

Fried Rice & Fried Noodles

Para desenjoar do caril precisava de uma opção um bocadinho mais suave e daí a minha preferência por estes pratos. São simples, podem ser vegetarianos ou com frango ou camarões e estão disponíveis por todo o lado. Costumam incluir flocos de chili, por isso pede “sem picante” se não gostares.

Roti e triângulos

O melhor snack do Sri Lanka. Os roti podem ser doces ou salgados, um género de panqueca super fina recheada com queijo, banana, vegetais, ovo… basicamente o que quiseres. Quando vires uns triângulos, tipo chamuças, normalmente são recheados de vegetais, com a mesma massa dos roti, e um bocadinho picantes. Vais encontra-los em todo o lado, inclusive à venda nos comboios.

Para sobremesa, experimenta um roti de banana ou ananás com gelado e mel. Tão bom!!!

Kottu

Não fugindo muito ao estilo do roti, o Kottu é feito com pedaços pequenos da mesma massa, vegetais e ovos. Para além de um sabor, o Kottu também tem um som, o som das facas a baterem rapidamente no metal enquanto cortam a massa do roti. É um prato rápido, barato e consensual. Tal como o Pad Thai na Tailândia.

Vê como é preparado:

Hoppers

Uma pequena tacinha feita de ovo ou de uma mistura de farinha de arroz e leite de coco que faz tradicionalmente parte de um pequeno-almoço cingalês. São um acompanhamento perfeito para Dahl, ou Sambol de coco. Ao pequeno almoço também comem uns crepes recheados com um recheio de coco, mas infelizmente achei demasiado doces.

Foto terrível, mas era a única que tinha

Devilled Chicken

Apesar de não ser a minha primeira escolha por achar um prato demasiado pesado, merece estar na lista. Acompanhado de tomates, pimentos, cebolas é bem regado de um molho agridoce, originalmente chinês. Se precisares de comer proteína, de todos os pratos, este é o que tem mais.

PS: Se não gostares de picante, pede SEMPRE “not spicy”. Podes ter a sorte de receber um prato relativamente não picante 😉

Nas zonas costeiras existe muito peixe, lulas e marisco e os barbecues são bastante bons. Em todo o lado tens lassis e sumos deliciosos bem como mangas, mangostins e maracujás frescos nos mercados e lojas de ruas ao preço da chuva.

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Viajar no Sri Lanka: Dicas e Informações Úteis https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/11/viajar-no-sri-lanka-dicas-e-informacoes-uteis/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=viajar-no-sri-lanka-dicas-e-informacoes-uteis https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/11/viajar-no-sri-lanka-dicas-e-informacoes-uteis/#respond Mon, 11 Dec 2017 21:48:07 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2451 Viajar no Sri Lanka não é difícil, mas é demorado. Apesar de ser um país bastante pequeno, as estradas e os transportes estão longe de ser os mais eficientes, mas ao menos são abundantes e podes sempre contar que vai haver um autocarro (ou dois ou três) para te levar ao sítio que queres. Chegar ao Sri Lanka: Voltei para a Europa com um voo da Emirates com escala no Dubai. Foi um dos melhores voos da minha vida e também era a opção mais barata. A Qatar Airways também pode ser uma boa opção. Ambos para Londres. Visto: O visto para o Sri Lanka é muito fácil de obter. Só tens que ir ao site, preencher este formulário e pagar. O email de confirmação é quase automático. Cartão SIM: Comprei um cartão SIM no aeroporto, da Dialog e não tive problemas nenhuns. 9€ por 4GB. Moeda: 1€ = 181 LKR (Dezembro 2017). Todos os pagamentos têm que ser feitos em dinheiro, a maioria das cidades tem bancos. Aconselho-te a levantar no HNB que não tem taxas de levantamento. Alojamento: Marquei todos os alojamentos através do Booking porque é o site que reúne mais oferta, e aos melhores preços, no Sri Lanka. Se quiseres ganhar 15€ depois da estadia na tua conta usa este link para fazer a marcação. Budget: 7 – 10€ por um quarto duplo no Bed & Breakfast. Transportes Autocarros (Aeroporto Negombo a Colombo): Do aeroporto a Colombo podes apanhar um autocarro que custa cerca de 1€. Ao sair do Aeroporto só tens que atravessar a estrada e está lá o autocarro, é só perguntares se vai para Colombo. Autocarros: Todas as cidades ou vilas têm uma estação de autocarros que é reconhecível pela quantidade de autocarros que lá se acumulam. Para apanhar o autocarro certo, pergunta aos condutores ou assistentes onde é que se encontra aquele que procuras. Só não te aconselho a confiar nos condutores de tuk tuk ou shared táxis porque eles não querem que encontres o autocarro! Comboio: A forma mais agradável de viajar pelo Sri Lanka. Sem ser os comboio que partem de Colombo, onde tens que lutar com unhas e dentes para entrar, todos os outros costuma ser relativamente calmos. Apesar de lento, as paisagens são maravilhosas e sempre é melhor do que passar várias horas numa caixa quente, com música aos altos berros, que pára a cada 5 minutos. Tuk tuks: Aguça as tuas capacidades de negociação e apanha o tuk tuk! Nós só usámos para ir para os alojamentos quando eram demasiado longe para andar. Uma viagem de tuk tuk custa o equivalente a umas 5 viagens de autocarro. Shared Taxis: Esta será a forma mais confortável de viajar entre as cidades, mas cada viagem custa em média 15 a 25€ por pessoa. Se o conforto e rapidez forem a tua prioridade, estas vans equipadas com ar condicionado podem ser a opção mais interessante. Clima e praias: A melhora altura para visitar as costas Oeste e Sul e as montanhas é de Dezembro a Março e a melhor altura para visitar a costa Este é de Abril a Setembro. Eu fui em Agosto e passei pelas montanhas, costas Este e Sul. O único problema são as marés vivas e correntes do Sul. Pessoas: Os cingaleses são um povo super simpático, muito curiosos sobre a tua nacionalidade – às vezes só querem saber mesmo isso – e sempre dispostos a ajudar com um sorriso e vários abanos de cabeça. Têm a tendência a ignorar a mulher se estiver acompanhada por um homem, focando a sua atenção só para ele. Não leves a mal 😉 Consulta do viajante e saúde: Antes de viajares para o Sri Lanka convém ires à Consulta do Viajante. Para além dos mosquitos, convém levares uma boa quantidade de comprimidos para o estômago, já que foi o país onde mais sofri (apesar de ter comida boa!). Água: Não podes beber água da torneira, compra sempre engarrafada. Comida: Apesar da pouca variedade e da prevalência do Rice&Curry, a comida do Sri Lanka é maravilhosa. O picante está em todo o lado, por isso pede tudo sem picante ou muito pouco. Mesmo que tenhas um nível grande de tolerância, para os padrões deles isso não é nada. É impossível saber que sítio é que te vai desgraçar os intestinos, por isso come o que e onde quiseres! Itinerário: Fiz um itinerário para duas semanas com todos os meus sítios preferidos. Podes ler tudo sobre os paraísos do Sri Lanka, aqui!

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Viajar no Sri Lanka não é difícil, mas é demorado. Apesar de ser um país bastante pequeno, as estradas e os transportes estão longe de ser os mais eficientes, mas ao menos são abundantes e podes sempre contar que vai haver um autocarro (ou dois ou três) para te levar ao sítio que queres.

Chegar ao Sri Lanka: Voltei para a Europa com um voo da Emirates com escala no Dubai. Foi um dos melhores voos da minha vida e também era a opção mais barata. A Qatar Airways também pode ser uma boa opção. Ambos para Londres.

Visto: O visto para o Sri Lanka é muito fácil de obter. Só tens que ir ao site, preencher este formulário e pagar. O email de confirmação é quase automático.

Cartão SIM: Comprei um cartão SIM no aeroporto, da Dialog e não tive problemas nenhuns. 9€ por 4GB.

Moeda: 1€ = 181 LKR (Dezembro 2017). Todos os pagamentos têm que ser feitos em dinheiro, a maioria das cidades tem bancos. Aconselho-te a levantar no HNB que não tem taxas de levantamento.

Alojamento: Marquei todos os alojamentos através do Booking porque é o site que reúne mais oferta, e aos melhores preços, no Sri Lanka. Se quiseres ganhar 15€ depois da estadia na tua conta usa este link para fazer a marcação. Budget: 7 – 10€ por um quarto duplo no Bed & Breakfast.

Transportes

Autocarros (Aeroporto Negombo a Colombo): Do aeroporto a Colombo podes apanhar um autocarro que custa cerca de 1€. Ao sair do Aeroporto só tens que atravessar a estrada e está lá o autocarro, é só perguntares se vai para Colombo.

Autocarros: Todas as cidades ou vilas têm uma estação de autocarros que é reconhecível pela quantidade de autocarros que lá se acumulam. Para apanhar o autocarro certo, pergunta aos condutores ou assistentes onde é que se encontra aquele que procuras. Só não te aconselho a confiar nos condutores de tuk tuk ou shared táxis porque eles não querem que encontres o autocarro!

Comboio: A forma mais agradável de viajar pelo Sri Lanka. Sem ser os comboio que partem de Colombo, onde tens que lutar com unhas e dentes para entrar, todos os outros costuma ser relativamente calmos. Apesar de lento, as paisagens são maravilhosas e sempre é melhor do que passar várias horas numa caixa quente, com música aos altos berros, que pára a cada 5 minutos.

Tuk tuks: Aguça as tuas capacidades de negociação e apanha o tuk tuk! Nós só usámos para ir para os alojamentos quando eram demasiado longe para andar. Uma viagem de tuk tuk custa o equivalente a umas 5 viagens de autocarro.

Shared Taxis: Esta será a forma mais confortável de viajar entre as cidades, mas cada viagem custa em média 15 a 25€ por pessoa. Se o conforto e rapidez forem a tua prioridade, estas vans equipadas com ar condicionado podem ser a opção mais interessante.

Clima e praias: A melhora altura para visitar as costas Oeste e Sul e as montanhas é de Dezembro a Março e a melhor altura para visitar a costa Este é de Abril a Setembro. Eu fui em Agosto e passei pelas montanhas, costas Este e Sul. O único problema são as marés vivas e correntes do Sul.

Pessoas: Os cingaleses são um povo super simpático, muito curiosos sobre a tua nacionalidade – às vezes só querem saber mesmo isso – e sempre dispostos a ajudar com um sorriso e vários abanos de cabeça. Têm a tendência a ignorar a mulher se estiver acompanhada por um homem, focando a sua atenção só para ele. Não leves a mal 😉

Consulta do viajante e saúde: Antes de viajares para o Sri Lanka convém ires à Consulta do Viajante. Para além dos mosquitos, convém levares uma boa quantidade de comprimidos para o estômago, já que foi o país onde mais sofri (apesar de ter comida boa!).

Água: Não podes beber água da torneira, compra sempre engarrafada.

Comida: Apesar da pouca variedade e da prevalência do Rice&Curry, a comida do Sri Lanka é maravilhosa. O picante está em todo o lado, por isso pede tudo sem picante ou muito pouco. Mesmo que tenhas um nível grande de tolerância, para os padrões deles isso não é nada. É impossível saber que sítio é que te vai desgraçar os intestinos, por isso come o que e onde quiseres!

Itinerário: Fiz um itinerário para duas semanas com todos os meus sítios preferidos. Podes ler tudo sobre os paraísos do Sri Lanka, aqui!

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Duas semanas no Sri Lanka: Chá, Safaris, Praias e Montanhas! https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/07/duas-semanas-no-sri-lanka/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=duas-semanas-no-sri-lanka https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/07/duas-semanas-no-sri-lanka/#comments Thu, 07 Dec 2017 22:46:12 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2446 O Sri Lanka tem de ser um dos países mais trendy do momento. Por todo o lado vimos casais, famílias e viajantes sozinhos a explorar este país que até há bem pouco tempo era uma incógnita para a maioria das pessoas. O melhor do Sri Lanka é que, mesmo sendo um país pequeno, tem uma variedade enorme de paisagens e património cultural para visitar. Eu passei um mês inteiro no Sri Lanka, sendo que as minhas duas últimas semanas foram passadas na praia sem fazer nada da vida, só sol, surf e yoga! Mas em duas semanas é possível ver bastantes coisas sendo que tens sempre que contar com longos tempos de deslocação mesmo com distâncias curtas. Para duas semanas, estas são as minhas sugestões: Colombo (1 dia) As cidades asiáticas nunca são os meus sítios preferidos. Apesar de serem interessantes de um ponto de vista cultural, são super confusas, poluídas e quentes, por isso não gosto de passar muito tempo lá. Em Colombo só passei mesmo um dia e foi bom passear à beira-mar e pela zona mais desenvolvida da cidade. Podes explorar alguns templos como o Gangaramaya Temple ou Kelaniya Raja Maha Vihara e o Museu Nacional de Colombo. Kandy (2 dias) Uma cidade com uma grande herança Portuguesa, principalmente nos apelidos! Silvas, Pereiras entre outros estão por todo o lado. Para além de ser o sítio ideal para veres um espectáculo de danças tradicionais cingalesas, também funciona como ponto de partida para a Sigiriya Rock e Dambulla. Também é aqui que começa uma das viagens de comboio mais bonitas do mundo. Nuwara Eliya (1 dia) Esta cidade no meio das montanhas é óptima para fugir do calor. Aqui vais precisar de um casaco! Apesar de se ver facilmente em meio-dia, é fascinante aprender mais sobre a cultura do chá e sobre como funciona a sua produção no Sri Lanka. Depois, podes descobrir o lado mais britânico do país ao passear pelos hotéis de luxo do tempo colonial. Ella (2 dias) Para além de termos encontrado o Airb&b com uma das melhores vistas de sempre, o Ella Nature Rock, também subimos ao Little Adam’s Peak e vimos a versão cingalesa do aqueduto por onde passa o comboio do Harry Potter, a Nine Arches Bridge. Ella é linda! Yala & Udawalawe (1 dia cada) Ver animais no seu habitat natural é uma das melhores coisas que o Sri Lanka tem para oferecer. Elefantes, crocodilos, macacos e com muita sorte, leopardos, são alguns dos bichinhos que podes ver nestes parques! Para te informares mais sobre cada um deles e outras opções clica neste link. Tangalle (2 dias) Tangalle reúne algumas das melhores e mais secretas praias do Sri Lanka. Em Agosto não é o sítio mais seguro por causa das correntes e marés vivas, mas o estado puro e intocado daquelas praias tornam este lugar num destino potencialmente paradisíaco. Weligama (4 dias) A minha praia preferida de todo o Sri Lanka e uma vila pequena, calma e com boa comida. Mirissa está a poucos quilómetros para ir dar um pezinho de dança e ao alugares uma scooter consegues ver a costa toda até Galle e voltar num dia. Tudo sobre o Sul do Sri Lanka neste post! E foi por estes sítios que passei o meu mês no Sri Lanka. Também estive em Arugam Bay, mas muito sinceramente não gostei. O alojamento é muito mais caro e pior que nos outros sítios, está cheio de Israelitas – que pela minha experiência são o povo mais antipático de sempre – e as praias estavam cheias de crianças! Por isso eu escolheria outro sítio, como Trincomalee ou Tangalle dependendo da altura do ano. Boa viagem!

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O Sri Lanka tem de ser um dos países mais trendy do momento. Por todo o lado vimos casais, famílias e viajantes sozinhos a explorar este país que até há bem pouco tempo era uma incógnita para a maioria das pessoas. O melhor do Sri Lanka é que, mesmo sendo um país pequeno, tem uma variedade enorme de paisagens e património cultural para visitar.

Eu passei um mês inteiro no Sri Lanka, sendo que as minhas duas últimas semanas foram passadas na praia sem fazer nada da vida, só sol, surf e yoga! Mas em duas semanas é possível ver bastantes coisas sendo que tens sempre que contar com longos tempos de deslocação mesmo com distâncias curtas.

Para duas semanas, estas são as minhas sugestões:

Colombo (1 dia)

As cidades asiáticas nunca são os meus sítios preferidos. Apesar de serem interessantes de um ponto de vista cultural, são super confusas, poluídas e quentes, por isso não gosto de passar muito tempo lá. Em Colombo só passei mesmo um dia e foi bom passear à beira-mar e pela zona mais desenvolvida da cidade. Podes explorar alguns templos como o Gangaramaya Temple ou Kelaniya Raja Maha Vihara e o Museu Nacional de Colombo.

Kandy (2 dias)

Uma cidade com uma grande herança Portuguesa, principalmente nos apelidos! Silvas, Pereiras entre outros estão por todo o lado. Para além de ser o sítio ideal para veres um espectáculo de danças tradicionais cingalesas, também funciona como ponto de partida para a Sigiriya Rock e Dambulla.

Também é aqui que começa uma das viagens de comboio mais bonitas do mundo.

Nuwara Eliya (1 dia)

Esta cidade no meio das montanhas é óptima para fugir do calor. Aqui vais precisar de um casaco! Apesar de se ver facilmente em meio-dia, é fascinante aprender mais sobre a cultura do chá e sobre como funciona a sua produção no Sri Lanka. Depois, podes descobrir o lado mais britânico do país ao passear pelos hotéis de luxo do tempo colonial.

Ella (2 dias)

Para além de termos encontrado o Airb&b com uma das melhores vistas de sempre, o Ella Nature Rock, também subimos ao Little Adam’s Peak e vimos a versão cingalesa do aqueduto por onde passa o comboio do Harry Potter, a Nine Arches Bridge. Ella é linda!

Yala & Udawalawe (1 dia cada)

Ver animais no seu habitat natural é uma das melhores coisas que o Sri Lanka tem para oferecer. Elefantes, crocodilos, macacos e com muita sorte, leopardos, são alguns dos bichinhos que podes ver nestes parques! Para te informares mais sobre cada um deles e outras opções clica neste link.

Tangalle (2 dias)

Tangalle reúne algumas das melhores e mais secretas praias do Sri Lanka. Em Agosto não é o sítio mais seguro por causa das correntes e marés vivas, mas o estado puro e intocado daquelas praias tornam este lugar num destino potencialmente paradisíaco.

Weligama (4 dias)

A minha praia preferida de todo o Sri Lanka e uma vila pequena, calma e com boa comida. Mirissa está a poucos quilómetros para ir dar um pezinho de dança e ao alugares uma scooter consegues ver a costa toda até Galle e voltar num dia.

Tudo sobre o Sul do Sri Lanka neste post!

E foi por estes sítios que passei o meu mês no Sri Lanka. Também estive em Arugam Bay, mas muito sinceramente não gostei. O alojamento é muito mais caro e pior que nos outros sítios, está cheio de Israelitas – que pela minha experiência são o povo mais antipático de sempre – e as praias estavam cheias de crianças! Por isso eu escolheria outro sítio, como Trincomalee ou Tangalle dependendo da altura do ano.

Boa viagem!

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De Tangalle a Galle: O sul do Sri Lanka numa lambreta https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/06/tangalle-galle-mirissa-sri-lanka/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tangalle-galle-mirissa-sri-lanka https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/06/tangalle-galle-mirissa-sri-lanka/#comments Wed, 06 Dec 2017 10:09:46 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2413 Aguardava ansiosamente pelas minhas duas últimas semanas no Sri Lanka que iam ser passadas a andar de praia em praia, mergulho em mergulho e cocktail em cocktail. O plano era simples: passar por Tangalle, Mirissa, Galle e terrinhas pelo meio e escolher o sítio que mais gostasse para ficar uma semana inteira de papo para o ar. A melhor forma de passear pelo Sul do Sri Lanka é de mota. O custo de aluguer é baixo e tens toda a liberdade do mundo para escolher a praia que quiseres à hora que quiseres. A nossa rota foi esta: Tangalle: Templos, praias selvagens e marés vivas Chegámos a Tangalle completamente exaustos depois de uma viagem de 4 horas desde Udalawale. Ao sair do autocarro sobrelotado, ainda meio zonza por causa do calor, vejo vários condutores de tuk tuk a aproximarem-me e só digo ao Jimmy que temos que sair dali antes de sermos “atacados”. Um dos condutores foi mais persistente e, na verdade, útil e arranjou-nos um amigo que alugava motas, que era mesmo o que nós queríamos. Por 7€/dia tínhamos a nossa lambreta e estávamos prontos para um duche, descansar e explorar praias! Amanwella Beach Começámos pela mais perto, uma praia deserta com dois resorts de luxo aos quais claramente não pertencíamos. As ondas estavam demasiado grandes para nos atrevermos a mergulhar, mas mesmo assim foi uma das praias mais bonitas que vi no Sri Lanka. Goyambokka Todos os paraísos têm os seus infernos. Goyambokka é uma das praias mais famosas do Sri Lanka e bem pode sê-lo. À primeira vista é perfeita: palmeiras, espreguiçadeiras, bares e restaurantes com boa comida e uma baía simpática para nadar. O que ninguém te diz é que em Agosto a praia devia estar interdita a banhistas por causa das correntes! Neste dia algumas crianças brincavam na parte mais perto da costa e nós decidimos ir para a água sem qualquer preocupação. Em dois minutos estávamos fora de pé e quando tentámos voltar para a praia reparámos que era impossível por causa da corrente. Ambos nadamos bastante bem, mas lutar contra uma corrente é completamente esgotante. Depois de uns 5 minutos a tentar perceber se conseguíamos sair dali e a levar com a rebentação das ondas em cima, estava na altura de pedir ajuda. Ora, no Sri Lanka nadadores-salvadores nem vê-los está claro, mas o que vale é que há barmans habituados a estas andanças e lá veio um com uma prancha de bodyboard roubada a um miúdo para nos salvar. Infelizmente o salvamento não foi minimamente épico já que foi só meter-me na prancha e ser levada até uma zona com pé. Conselho para nadares numa praia do Sul do Sri Lanka em Agosto? Leva uma prancha ranhosa contigo! É melhor do que a porta do armário do Titanic! O melhor de tudo foi o gajo do salvamento a dizer ao Jimmy “Ontem salvei uma pessoa que me agradeceu com dinheiro por lhe ter salvo a vida…”. O que até deve ser verdade porque durante as duas horas seguintes em que lá estivemos 3 outras pessoas tiveram que ser salvas. Há que facturar! Hiriketiya Beach Depois de vermos a morte em Goyambokka decidimos ir até Hiriketiya, supostamente a praia mais segura da região. Quando chegámos estava uma pessoa a afogar-se e um surfista a ir resgatá-lo… Ficámos logo com uma boa impressão!! A lição é: Praias no Sul e Oeste do Sri Lanka em Agosto são potencialmente mortais. Tem cuidado! Mulkirigala Temple Depois de um dia de praia traumático decidimos que o melhor mesmo era visitarmos outros sítios. Recomendaram-nos o Mulkirigala Rock Temple a 20km de Tangalle. Acho que estávamos com vontade de continuar a sofrer, porque este templo, tal como o de Dambulla, é sempre, SEMPRE a subir. Podes encontrar vários templos diferentes, alguns com imagens muito estranhas (parecem anjos) e muitos budas como sempre. No topo de todas aquelas escadarias está um senhor a abençoar pessoas. Como em troca de umas pulseiras não me importo de ser abençoada, lá fui! Melhor restaurante: Mango Shade! Lassis e choquinhos maravilhosos. Mirissa: A festa é aqui! O Sri Lanka não é particularmente conhecido pelas suas festas, bares ou discotecas, mas Mirissa consegue destacar-se como o melhor sítio do país para beber cocktails baratos à beira mar e dançar a noite toda. A praia não é das minhas preferidas, mas há outras coisas que podes fazer. De Novembro a Março é o lugar ideal para observar baleias e podes sempre passar a vida na Dewmini Roti Shop a comer todo o tipo de Roti e até ter uma aula de cozinha para aprender a fazer Rice&Curry! Melhor happy hour: Central Coffee, um bar no meio da praia. Melhor bebida: Frozen Margarita de Framboesa <3 no Kama. Dá para dividir. Também tem boas festas até meterem música para os alemães. Melhores hambúrgueres: Hangover Hostel Weligama: encontrei o sítio perfeito! A poucos quilómetros de Mirissa encontra-se este pequeno paraíso desconhecido chamado Weligama. Mal vi a praia sabia que era ali que queria passar os meus últimos dias no Sri Lanka. Um areal interminável, praia plana, algumas ondas, água morna e espreguiçadeiras grátis nas escolas de surf. Para além disso encontrei O hostel, o Hangtime. A cerca de 10 metros da água e com camas de rede na varanda, aqui encontras aulas de yoga, pranchas para alugar e, no rooftop, um restaurante com comida maravilhosa (infelizmente a preços quase europeus). Como fui em época baixa consegui um pack com alojamento para 6 noites + aulas de yoga + pequenos-almoços incluídos por um preço bastante simpático. Acabei por me meter em aulas de surf para não ser só uma lontra em estado vegetal. Fiz todas as aulas com a Freedom Surf School que é mesmo em frente ao hostel. Os professores são todos muito boa onda e é normal que sejam os teus melhores amigos durante o tempo em que lá estás. Prepara o teu fígado porque eles bebem uma quantidade considerável de Arrack por dia! Ao fim de uma semana de aulas já conseguia apanhar ondas sozinha, por isso acho que posso recomendá-los a 100% 😉 Se eles se apaixonarem todos por ti (se fores rapariga) não é estranho, é só típico. E foi este o lugar que mais me marcou na minha viagem ao Sri Lanka. Foi aqui que criei uma rotina, comprei fruta dos mercados, que me senti em casa e onde fiz feridas que me marcaram as pernas durante meses (isto de surf sem wet suit tem muito que se lhe diga…). Se procuras um sítio para não fazer nada sem te aborreceres, Weligama é o lugar! Melhores restaurantes: Ao lado deste hostel está um restaurante super barato e comida óptima, podes ir todos os dias!  Para comer Rice & Curry o mais famosos é o Meewitha Cool Spot. Fish Point para marisco e peixe fresco. Kogalla e os pescadores Uma pesquisa rápida por imagens do Sri Lanka no Google mostra várias fotos dos Stilt Fishermen. É uma prática que começou durante a Segunda Guerra Mundial devido à sobrelotação da maioria dos locais de pesca e que dura até hoje, maioritariamente para propósitos turísticos. Com uma fotografia estes pescadores ganham mais dinheiro que num dia inteiro a pescar. Nós acabámos por só visitar uma praia e tirar fotos às estacas que são fáceis de encontrar na estrada entre Weligama e Unawatuna. Unawatuna: Não percebo o hype… Quando andava à procura de sítios para ficar, muita gente falava nas maravilhas de Unawatuna. Eu passei por lá muito rapidamente, mas pareceu-me ser um sítio muito confuso, cheio de trânsito e turistas. Talvez haja algumas praias mais escondidas por ali, mas não me parece um sítio que mereça mais do que uma paragem rápida. Galle: Com um forte português, esta só podia ser a cidade mais bonita do Sri Lanka O Forte de Galle e a sua pequena aldeia são o sítio mais pituresco do Sri Lanka. Construído no século XVI pelos Portugueses e fortificado depois pelos Holandeses, este forte mantem-se até aos dias de hoje e é Património da UNESCO. Passear pelas estreitas ruas com casas todas pintadas de branco fez-me lembrar as aldeias algarvias! Estas foram as últimas semanas dos meus 6 meses de viagem. Depois fiz a viagem de Weligama até Colombo de comboio que é lindíssima, sempre pela costa Oeste. Dicas rápidas Transporte: De Udawalawe a Tangalle há um autocarro directo uma vez por dia. De Tangalle a Mirissa tens que apanhar um autocarro até Matara e depois trocar ou um para Galle que faz o percurso directo. Praias: Antes de partires e escolheres os teus destinos informa-te sobre o clima e estado do mar na altura em que pretendes viajar. O Sul e Oeste do Sri Lanka têm melhor tempo de Novembro a Maio enquanto que o Este (Trincomalee, por exemplo) é melhor nos nossos meses de Verão. Alojamento: Marquei sempre tudo pelo Booking. No Sri Lanka parece ser o site que agrega mais opções. Todos os pequenos B&B estão lá. Se quiseres ganhar 15€ depois da estadia na tua conta usa este link para fazer a marcação.

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Aguardava ansiosamente pelas minhas duas últimas semanas no Sri Lanka que iam ser passadas a andar de praia em praia, mergulho em mergulho e cocktail em cocktail. O plano era simples: passar por Tangalle, Mirissa, Galle e terrinhas pelo meio e escolher o sítio que mais gostasse para ficar uma semana inteira de papo para o ar.

A melhor forma de passear pelo Sul do Sri Lanka é de mota. O custo de aluguer é baixo e tens toda a liberdade do mundo para escolher a praia que quiseres à hora que quiseres. A nossa rota foi esta:

Tangalle: Templos, praias selvagens e marés vivas

Chegámos a Tangalle completamente exaustos depois de uma viagem de 4 horas desde Udalawale. Ao sair do autocarro sobrelotado, ainda meio zonza por causa do calor, vejo vários condutores de tuk tuk a aproximarem-me e só digo ao Jimmy que temos que sair dali antes de sermos “atacados”. Um dos condutores foi mais persistente e, na verdade, útil e arranjou-nos um amigo que alugava motas, que era mesmo o que nós queríamos. Por 7€/dia tínhamos a nossa lambreta e estávamos prontos para um duche, descansar e explorar praias!

Amanwella Beach

Começámos pela mais perto, uma praia deserta com dois resorts de luxo aos quais claramente não pertencíamos. As ondas estavam demasiado grandes para nos atrevermos a mergulhar, mas mesmo assim foi uma das praias mais bonitas que vi no Sri Lanka.

Goyambokka

Todos os paraísos têm os seus infernos. Goyambokka é uma das praias mais famosas do Sri Lanka e bem pode sê-lo. À primeira vista é perfeita: palmeiras, espreguiçadeiras, bares e restaurantes com boa comida e uma baía simpática para nadar.

O que ninguém te diz é que em Agosto a praia devia estar interdita a banhistas por causa das correntes! Neste dia algumas crianças brincavam na parte mais perto da costa e nós decidimos ir para a água sem qualquer preocupação. Em dois minutos estávamos fora de pé e quando tentámos voltar para a praia reparámos que era impossível por causa da corrente. Ambos nadamos bastante bem, mas lutar contra uma corrente é completamente esgotante. Depois de uns 5 minutos a tentar perceber se conseguíamos sair dali e a levar com a rebentação das ondas em cima, estava na altura de pedir ajuda.

Ora, no Sri Lanka nadadores-salvadores nem vê-los está claro, mas o que vale é que há barmans habituados a estas andanças e lá veio um com uma prancha de bodyboard roubada a um miúdo para nos salvar. Infelizmente o salvamento não foi minimamente épico já que foi só meter-me na prancha e ser levada até uma zona com pé. Conselho para nadares numa praia do Sul do Sri Lanka em Agosto? Leva uma prancha ranhosa contigo! É melhor do que a porta do armário do Titanic!

O melhor de tudo foi o gajo do salvamento a dizer ao Jimmy “Ontem salvei uma pessoa que me agradeceu com dinheiro por lhe ter salvo a vida…”. O que até deve ser verdade porque durante as duas horas seguintes em que lá estivemos 3 outras pessoas tiveram que ser salvas. Há que facturar!

Sobrevivi!

Hiriketiya Beach

Depois de vermos a morte em Goyambokka decidimos ir até Hiriketiya, supostamente a praia mais segura da região. Quando chegámos estava uma pessoa a afogar-se e um surfista a ir resgatá-lo… Ficámos logo com uma boa impressão!!

A lição é: Praias no Sul e Oeste do Sri Lanka em Agosto são potencialmente mortais. Tem cuidado!

Mulkirigala Temple

Depois de um dia de praia traumático decidimos que o melhor mesmo era visitarmos outros sítios. Recomendaram-nos o Mulkirigala Rock Temple a 20km de Tangalle. Acho que estávamos com vontade de continuar a sofrer, porque este templo, tal como o de Dambulla, é sempre, SEMPRE a subir.

Podes encontrar vários templos diferentes, alguns com imagens muito estranhas (parecem anjos) e muitos budas como sempre. No topo de todas aquelas escadarias está um senhor a abençoar pessoas. Como em troca de umas pulseiras não me importo de ser abençoada, lá fui!

#blessed

Melhor restaurante: Mango Shade! Lassis e choquinhos maravilhosos.

Mirissa: A festa é aqui!

O Sri Lanka não é particularmente conhecido pelas suas festas, bares ou discotecas, mas Mirissa consegue destacar-se como o melhor sítio do país para beber cocktails baratos à beira mar e dançar a noite toda.

A praia não é das minhas preferidas, mas há outras coisas que podes fazer. De Novembro a Março é o lugar ideal para observar baleias e podes sempre passar a vida na Dewmini Roti Shop a comer todo o tipo de Roti e até ter uma aula de cozinha para aprender a fazer Rice&Curry!

Melhor happy hour: Central Coffee, um bar no meio da praia.

Melhor bebida: Frozen Margarita de Framboesa <3 no Kama. Dá para dividir. Também tem boas festas até meterem música para os alemães.

A tal <3

Melhores hambúrgueres: Hangover Hostel

Weligama: encontrei o sítio perfeito!

A poucos quilómetros de Mirissa encontra-se este pequeno paraíso desconhecido chamado Weligama. Mal vi a praia sabia que era ali que queria passar os meus últimos dias no Sri Lanka. Um areal interminável, praia plana, algumas ondas, água morna e espreguiçadeiras grátis nas escolas de surf.

Para além disso encontrei O hostel, o Hangtime. A cerca de 10 metros da água e com camas de rede na varanda, aqui encontras aulas de yoga, pranchas para alugar e, no rooftop, um restaurante com comida maravilhosa (infelizmente a preços quase europeus). Como fui em época baixa consegui um pack com alojamento para 6 noites + aulas de yoga + pequenos-almoços incluídos por um preço bastante simpático.

Acabei por me meter em aulas de surf para não ser só uma lontra em estado vegetal. Fiz todas as aulas com a Freedom Surf School que é mesmo em frente ao hostel. Os professores são todos muito boa onda e é normal que sejam os teus melhores amigos durante o tempo em que lá estás. Prepara o teu fígado porque eles bebem uma quantidade considerável de Arrack por dia! Ao fim de uma semana de aulas já conseguia apanhar ondas sozinha, por isso acho que posso recomendá-los a 100% 😉

Se eles se apaixonarem todos por ti (se fores rapariga) não é estranho, é só típico.

E foi este o lugar que mais me marcou na minha viagem ao Sri Lanka. Foi aqui que criei uma rotina, comprei fruta dos mercados, que me senti em casa e onde fiz feridas que me marcaram as pernas durante meses (isto de surf sem wet suit tem muito que se lhe diga…). Se procuras um sítio para não fazer nada sem te aborreceres, Weligama é o lugar!

Melhores restaurantes: Ao lado deste hostel está um restaurante super barato e comida óptima, podes ir todos os dias!  Para comer Rice & Curry o mais famosos é o Meewitha Cool Spot. Fish Point para marisco e peixe fresco.

Kogalla e os pescadores

Uma pesquisa rápida por imagens do Sri Lanka no Google mostra várias fotos dos Stilt Fishermen. É uma prática que começou durante a Segunda Guerra Mundial devido à sobrelotação da maioria dos locais de pesca e que dura até hoje, maioritariamente para propósitos turísticos. Com uma fotografia estes pescadores ganham mais dinheiro que num dia inteiro a pescar. Nós acabámos por só visitar uma praia e tirar fotos às estacas que são fáceis de encontrar na estrada entre Weligama e Unawatuna.

Unawatuna: Não percebo o hype…

Quando andava à procura de sítios para ficar, muita gente falava nas maravilhas de Unawatuna. Eu passei por lá muito rapidamente, mas pareceu-me ser um sítio muito confuso, cheio de trânsito e turistas. Talvez haja algumas praias mais escondidas por ali, mas não me parece um sítio que mereça mais do que uma paragem rápida.

Galle: Com um forte português, esta só podia ser a cidade mais bonita do Sri Lanka

O Forte de Galle e a sua pequena aldeia são o sítio mais pituresco do Sri Lanka. Construído no século XVI pelos Portugueses e fortificado depois pelos Holandeses, este forte mantem-se até aos dias de hoje e é Património da UNESCO. Passear pelas estreitas ruas com casas todas pintadas de branco fez-me lembrar as aldeias algarvias!

Estas foram as últimas semanas dos meus 6 meses de viagem. Depois fiz a viagem de Weligama até Colombo de comboio que é lindíssima, sempre pela costa Oeste.

Dicas rápidas

Transporte: De Udawalawe a Tangalle há um autocarro directo uma vez por dia. De Tangalle a Mirissa tens que apanhar um autocarro até Matara e depois trocar ou um para Galle que faz o percurso directo.

Praias: Antes de partires e escolheres os teus destinos informa-te sobre o clima e estado do mar na altura em que pretendes viajar. O Sul e Oeste do Sri Lanka têm melhor tempo de Novembro a Maio enquanto que o Este (Trincomalee, por exemplo) é melhor nos nossos meses de Verão.

Alojamento: Marquei sempre tudo pelo Booking. No Sri Lanka parece ser o site que agrega mais opções. Todos os pequenos B&B estão lá. Se quiseres ganhar 15€ depois da estadia na tua conta usa este link para fazer a marcação.

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Yala e Udawalawe: Nants ingonyama bagithi baba (sim, isto é o início do Rei Leão) https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/27/yala-udawalawe-safari-sri-lanka/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=yala-udawalawe-safari-sri-lanka https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/27/yala-udawalawe-safari-sri-lanka/#comments Mon, 27 Nov 2017 22:07:05 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2386 É engraçado como um país tão pequeno consegue ter uma variedade de climas e paisagens tão grande. Se Ella é montanhosa e verdejante, a 125 km está Yala, um parque natural cuja paisagem parece saída do Rei Leão. Yala e Udawalawe são os dois parques mais famosos do Sri Lanka. O primeiro pelos leopardos e o segundo pelos elefantes. Como não me consegui decidir sobre qual escolher, decidi ir aos dois! Yala Yala tem pontos positivos e negativos. O parque é bonito, uma paisagem muito diferente ao que estou habituada (nunca fui ao Sul de África!) e tem uma grande variedade de animais: Tucanos – nunca tinha visto <3 – javalis, veados, macacos, búfalos de água, crocodilos, elefantes e aparentemente leopardos e “ursos preguiça”. Infelizmente não conseguimos ver os últimos dois, mas também acho que o nosso guia não era o mais brilhante. O problema é: Yala é tão popular e tão visitado que os animais são bastante cautelosos com os jipes. Acredito que haja guias que conseguem descobrir mais facilmente os leopardos, especialmente se começarem muito cedo. Mas não gostei de ver o frenesim em que os guias se metem e o stress que causam aos animais por tentarem chegar mais e mais perto para que os clientes no fim lhes dêem gorjeta. Para mim isto não é a ideia de um safari, e acho que o parque devia adoptar medidas que restringem a quantidade de turistas e punir quaisquer tours que afectem o bem-estar dos animais. Por isso se ainda estiveres interessado/a em visitar o parque aconselho-te a procurar uma tour que seja eticamente responsável. O Trip Advisor e blogs podem ajudar. Se estiveres à procura de uma alternativa para ver leopardos, podes sempre tentar o parque Wilpattu, menos turístico. De qualquer forma, é impossível não ficar apaixonada com qualquer lugar que tenha animais no seu habitat natural. Podia ver elefantes durante horas e horas! E foi a primeira vez que vi crocodilos no seu habitat natural, fiquei tão contente! Udawalawe Este parque é particularmente famoso pelo número de elefantes. Comparado com Yala é mais pequeno, mas tem muito menos turistas, e é mais fácil de ver elefantes e de chegar perto dos animais sem os prejudicar. Em vez de 15 carros há três. Talvez tenha menos diversidade de animais, mas mais quantidade: vimos elefantes, búfalos, águias, mochos uns lagartos, crocodilos (uns 10 pelo menos) e mais alguns pássaros. O guia era óptimo, super simpático! O Sri Lanka tem uma grande diversidade de parques naturais. Se gostas de vida selvagem fazer pelo menos um safari é obrigatório! Dicas rápidas: Preços e alojamento: Yala custou-me cerca de 30€ e Udawalawe 25€. Ambas foram organizadas pelos B&B onde ficámos. Recomendo muito (!!) o alojamento Splendid Lake View Safari Lodge, 8€ por noite (para dois) e comida deliciosa – rice & curry, como sempre e fried rice. Também recomendo fazer o Safari com eles. Para Yala aconselho-te a evitar o B&B Osan, não é nada de especial. Transporte: Nesta zona não há comboio, por isso tens que ir de autocarro. De Ella, por exemplo, podes ir até Wellawaya e de Arugam Bay até Buttala ou Kataragama. O teu destino final é Tissamaharama ou Tissa, onde se encontram a maioria dos alojamentos com acesso ao parque Yala. Para chegar a Udawalawe tens que ir primeiro até Embilipitiya e depois para Udawalawe, o autocarro que vai até Colombo serve. É um bocado impossível de saber os horários dos autocarros previamente, mas quando chegas à estação os condutores ou ajudantes dizem-te sempre onde deves ir. Só não acredites nos motoristas de Tuk Tuk, normalmente dizem-te que: ou demora uma hora para o próximo autocarro ou dizem-te para ires para o lado errado da estrada! Sithi uhhmm ingonyama (oh yes, it’s a lion) Nants ingonyama bagithi baba (there comes a lion) Sithi uhhmm ingonyama (oh yes, it’s a lion) Ingonyama Siyo nqoba (we’re going to conquer) Ingonyama Ingonyama nengw’ enamabaal (it’s a lion and a tiger) Ingonyama nengw’ enamabala (se-to-kwa!) Ingonyama nengw’ enamabala (asana)

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É engraçado como um país tão pequeno consegue ter uma variedade de climas e paisagens tão grande. Se Ella é montanhosa e verdejante, a 125 km está Yala, um parque natural cuja paisagem parece saída do Rei Leão.

Yala e Udawalawe são os dois parques mais famosos do Sri Lanka. O primeiro pelos leopardos e o segundo pelos elefantes. Como não me consegui decidir sobre qual escolher, decidi ir aos dois!

Tissa
Este lago é usado como piscina Municipal
Para quê usar a estrada quando posso usar o passeio hum?

Yala

Yala tem pontos positivos e negativos. O parque é bonito, uma paisagem muito diferente ao que estou habituada (nunca fui ao Sul de África!) e tem uma grande variedade de animais: Tucanos – nunca tinha visto <3 – javalis, veados, macacos, búfalos de água, crocodilos, elefantes e aparentemente leopardos e “ursos preguiça”. Infelizmente não conseguimos ver os últimos dois, mas também acho que o nosso guia não era o mais brilhante.

O problema é: Yala é tão popular e tão visitado que os animais são bastante cautelosos com os jipes. Acredito que haja guias que conseguem descobrir mais facilmente os leopardos, especialmente se começarem muito cedo. Mas não gostei de ver o frenesim em que os guias se metem e o stress que causam aos animais por tentarem chegar mais e mais perto para que os clientes no fim lhes dêem gorjeta. Para mim isto não é a ideia de um safari, e acho que o parque devia adoptar medidas que restringem a quantidade de turistas e punir quaisquer tours que afectem o bem-estar dos animais.

Por isso se ainda estiveres interessado/a em visitar o parque aconselho-te a procurar uma tour que seja eticamente responsável. O Trip Advisor e blogs podem ajudar. Se estiveres à procura de uma alternativa para ver leopardos, podes sempre tentar o parque Wilpattu, menos turístico.

De qualquer forma, é impossível não ficar apaixonada com qualquer lugar que tenha animais no seu habitat natural. Podia ver elefantes durante horas e horas! E foi a primeira vez que vi crocodilos no seu habitat natural, fiquei tão contente!

Se olhares com muita atenção está ali um crocodilo!

Udawalawe

Este parque é particularmente famoso pelo número de elefantes. Comparado com Yala é mais pequeno, mas tem muito menos turistas, e é mais fácil de ver elefantes e de chegar perto dos animais sem os prejudicar. Em vez de 15 carros há três. Talvez tenha menos diversidade de animais, mas mais quantidade: vimos elefantes, búfalos, águias, mochos uns lagartos, crocodilos (uns 10 pelo menos) e mais alguns pássaros. O guia era óptimo, super simpático!

Olha para eles todos a apanhar sol

O Sri Lanka tem uma grande diversidade de parques naturais. Se gostas de vida selvagem fazer pelo menos um safari é obrigatório!

Dicas rápidas:

Preços e alojamento: Yala custou-me cerca de 30€ e Udawalawe 25€. Ambas foram organizadas pelos B&B onde ficámos. Recomendo muito (!!) o alojamento Splendid Lake View Safari Lodge, 8€ por noite (para dois) e comida deliciosa – rice & curry, como sempre e fried rice. Também recomendo fazer o Safari com eles. Para Yala aconselho-te a evitar o B&B Osan, não é nada de especial.

Transporte: Nesta zona não há comboio, por isso tens que ir de autocarro. De Ella, por exemplo, podes ir até Wellawaya e de Arugam Bay até Buttala ou Kataragama. O teu destino final é Tissamaharama ou Tissa, onde se encontram a maioria dos alojamentos com acesso ao parque Yala.

Para chegar a Udawalawe tens que ir primeiro até Embilipitiya e depois para Udawalawe, o autocarro que vai até Colombo serve. É um bocado impossível de saber os horários dos autocarros previamente, mas quando chegas à estação os condutores ou ajudantes dizem-te sempre onde deves ir. Só não acredites nos motoristas de Tuk Tuk, normalmente dizem-te que: ou demora uma hora para o próximo autocarro ou dizem-te para ires para o lado errado da estrada!

Sithi uhhmm ingonyama (oh yes, it’s a lion)
Nants ingonyama bagithi baba (there comes a lion)
Sithi uhhmm ingonyama (oh yes, it’s a lion)
Ingonyama
Siyo nqoba (we’re going to conquer)
Ingonyama
Ingonyama nengw’ enamabaal (it’s a lion and a tiger)
Ingonyama nengw’ enamabala (se-to-kwa!)
Ingonyama nengw’ enamabala (asana)

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Kandy – Nuwara Eliya – Ella: A viagem de comboio mais bonita do mundo? https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/26/viagem-de-comboio-mais-bonita-do-mundo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=viagem-de-comboio-mais-bonita-do-mundo https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/26/viagem-de-comboio-mais-bonita-do-mundo/#comments Sun, 26 Nov 2017 18:31:04 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2359 Viajar de comboio no Sri Lanka é toda uma experiência cultural. Começa no momento em que o comboio está para chegar quando todas as pessoas que estão na plataforma se preparam para o combate. Quem será o primeiro a entrar no comboio? Quem é que vai ficar de pé? Claramente os turistas que não estão preparados! Devo dizer que esta batalha dos comboios é muito pior em Colombo que nos outros sítios. Em cidades mais pequenas é um pouco mais pacífico. Depois, a viagem em si. As pessoas que estão em pé começam a perguntar aos que estão sentados quando é que vão sair para marcarem lugar. Ele há profissionais do comboio… Depois vêm os vendedores: chá, amendoins, mangostins, sandes de coisas incógnitas e pastéis fritos. É difícil passar fome nestas viagens. 1ª paragem: Kandy De Colombo a Kandy a paisagem muda drasticamente. Começa com planícies e vegetação rasteira e à medida que nos aproximamos de Kandy a floresta vai ficando mais densa e a vista mais montanhosa. Kandy é potencialmente a cidade mais bonita do Sri Lanka. Tem um lago gigante e uma herança cultural tanto Portuguesa como Holandesa. Vais ver muitas lojas chamadas Pereira ou Silva. É uma cidade simpática para se passar um dia, visitar o jardim botânico, o templo do dente e também é o melhor sítio para fazer uma day trip até Sigiriya. O Kandy Lake Club tem um espectáculo de danças tradicionais todos os dias às 5 da tarde e é uma óptima forma de aprender mais sobre a cultura cingalesa. Aconselho-te a comprar/reservar mesmo pelo site deles porque há montes de pessoas a vender bilhetes falsos. 2ª paragem: Nuwara Eliya E é de Kandy que partem os comboios rumo a uma das viagens mais bonitas do mundo. Prepara-te para te afogares numa imensidão de plantações de chá! Decidimos parar em Nuwara Eliya durante um dia para visitarmos a região. Se pensas que todo o Sri Lanka é um lugar tropical e quente, estás bem enganado! Em Nuwara Eliya está frio e chove bastante regularmente. Isso combinado com a arquitectura colonial inglesa conferem-lhe o nome de Little England. Aqui todos os tuk tuks oferecem tours de meio-dia pelas montanhas, cascatas e a visita a uma fábrica de chá. Nós fomos até à Blue Field Tea Factory onde fizemos uma visita guiada e aprendemos tudo e mais alguma coisa sobre chá. Só não aconselho a comprares na loja porque é 500% mais caro que no supermercado! Probabilidades de perceberes o que o teu condutor de tuk tuk diz: 7.5% 3ª paragem: Ella A melhor forma de visitar Ella é de mota. Existem dois sítios fantásticos para descobrir: o Little Adam’s Peak e a Nine Arches Bridge. Para chegar ao primeiro tens uma pequena caminhada de 15 minutos a subir, no topo encontra-se uma pequena estátua de Buda. Mas a melhor vista está a mais uns 20 minutos montanha abaixo, montanha a cima pelo caminho entre as ervas e vais lá chegar. E o que te espera é isto: E à semelhança do aqueduto por onde passa o comboio do Harry Potter, a Nine Arches Bridge é uma ponte de 9 arcos, quase com 100 anos onde podes andar e, com sorte (ou planeamento), ver o comboio a passar. Em Ella esticamo-nos um bocadinho com o alojamento, mas quando vi a vista da varanda não consegui resistir. Ficámos no Ella Nature Rock , um AirBnB (o único da viagem) com uma vista panorâmica para as montanhas de Ella e com o melhor pequeno almoço e jantar do Sri Lanka. Só tinha o problema de nos darem comida suficiente para 6 pessoas em vez de duas, mas eventualmente percebemos que isso era um problema universal. E assim foram os meus dias pelas terras do chá, a parte mais verdejante do Sri Lanka! Dicas rápidas Custo: Andar de comboio é uma das formas mais económicas de te deslocares no Sri Lanka. Esta viagem completa demora 7 horas (eu fiz com uma paragem em Nuwara Eliya) e deve custar entre dois e três euros. O comboio Nuwara Eliya – Ella às 9:30 é lento e demora 5 horas ou mais. Mas custou 20 cêntimos! Optámos sempre por bilhetes de 2ª classe. Nuwara Eliya: A estação de Nuwara Eliya chama-se Nanuoya e para o centro tens que apanhar ou um autocarro ou Tuk Tuk. A paragem de autocarros situa-se a três minutos a pé. Só tens que ir até à estrada principal (depois de uma pequena subida) e está logo do lado direito. Provavelmente vais ter imensos condutores de tuk tuk a dizer que não há autocarros, mas é mentira. Pergunta à pessoa do autocarro se vais na direcção certa e pagas 10 ou 20 cêntimos em vez de 5 euros (pelo tuk tuk). Não aconselho a ficar mais de uma noite em Nuwara Eliya, já que não há muito a fazer. E tenta ficar no centro, mesmo que o preço seja um pouco mais elevado. Horários: Podes consultar os horários dos comboios no site Seat 61.

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Viajar de comboio no Sri Lanka é toda uma experiência cultural. Começa no momento em que o comboio está para chegar quando todas as pessoas que estão na plataforma se preparam para o combate. Quem será o primeiro a entrar no comboio? Quem é que vai ficar de pé? Claramente os turistas que não estão preparados!

Devo dizer que esta batalha dos comboios é muito pior em Colombo que nos outros sítios. Em cidades mais pequenas é um pouco mais pacífico. Depois, a viagem em si. As pessoas que estão em pé começam a perguntar aos que estão sentados quando é que vão sair para marcarem lugar. Ele há profissionais do comboio… Depois vêm os vendedores: chá, amendoins, mangostins, sandes de coisas incógnitas e pastéis fritos. É difícil passar fome nestas viagens.

1ª paragem: Kandy

De Colombo a Kandy a paisagem muda drasticamente. Começa com planícies e vegetação rasteira e à medida que nos aproximamos de Kandy a floresta vai ficando mais densa e a vista mais montanhosa.

Kandy é potencialmente a cidade mais bonita do Sri Lanka. Tem um lago gigante e uma herança cultural tanto Portuguesa como Holandesa. Vais ver muitas lojas chamadas Pereira ou Silva. É uma cidade simpática para se passar um dia, visitar o jardim botânico, o templo do dente e também é o melhor sítio para fazer uma day trip até Sigiriya.

O Kandy Lake Club tem um espectáculo de danças tradicionais todos os dias às 5 da tarde e é uma óptima forma de aprender mais sobre a cultura cingalesa. Aconselho-te a comprar/reservar mesmo pelo site deles porque há montes de pessoas a vender bilhetes falsos.

2ª paragem: Nuwara Eliya

E é de Kandy que partem os comboios rumo a uma das viagens mais bonitas do mundo. Prepara-te para te afogares numa imensidão de plantações de chá!

Decidimos parar em Nuwara Eliya durante um dia para visitarmos a região. Se pensas que todo o Sri Lanka é um lugar tropical e quente, estás bem enganado! Em Nuwara Eliya está frio e chove bastante regularmente. Isso combinado com a arquitectura colonial inglesa conferem-lhe o nome de Little England.

Aqui todos os tuk tuks oferecem tours de meio-dia pelas montanhas, cascatas e a visita a uma fábrica de chá. Nós fomos até à Blue Field Tea Factory onde fizemos uma visita guiada e aprendemos tudo e mais alguma coisa sobre chá. Só não aconselho a comprares na loja porque é 500% mais caro que no supermercado!

Probabilidades de perceberes o que o teu condutor de tuk tuk diz: 7.5%

3ª paragem: Ella

A melhor forma de visitar Ella é de mota. Existem dois sítios fantásticos para descobrir: o Little Adam’s Peak e a Nine Arches Bridge. Para chegar ao primeiro tens uma pequena caminhada de 15 minutos a subir, no topo encontra-se uma pequena estátua de Buda. Mas a melhor vista está a mais uns 20 minutos montanha abaixo, montanha a cima pelo caminho entre as ervas e vais lá chegar. E o que te espera é isto:

E à semelhança do aqueduto por onde passa o comboio do Harry Potter, a Nine Arches Bridge é uma ponte de 9 arcos, quase com 100 anos onde podes andar e, com sorte (ou planeamento), ver o comboio a passar.

Em Ella esticamo-nos um bocadinho com o alojamento, mas quando vi a vista da varanda não consegui resistir. Ficámos no Ella Nature Rock , um AirBnB (o único da viagem) com uma vista panorâmica para as montanhas de Ella e com o melhor pequeno almoço e jantar do Sri Lanka. Só tinha o problema de nos darem comida suficiente para 6 pessoas em vez de duas, mas eventualmente percebemos que isso era um problema universal.

Vista da “minha” varanda <3
Aquele pequeno jantar: Rice and Curry

E assim foram os meus dias pelas terras do chá, a parte mais verdejante do Sri Lanka!

Dicas rápidas

Custo: Andar de comboio é uma das formas mais económicas de te deslocares no Sri Lanka. Esta viagem completa demora 7 horas (eu fiz com uma paragem em Nuwara Eliya) e deve custar entre dois e três euros. O comboio Nuwara Eliya – Ella às 9:30 é lento e demora 5 horas ou mais. Mas custou 20 cêntimos! Optámos sempre por bilhetes de 2ª classe.

Nuwara Eliya: A estação de Nuwara Eliya chama-se Nanuoya e para o centro tens que apanhar ou um autocarro ou Tuk Tuk. A paragem de autocarros situa-se a três minutos a pé. Só tens que ir até à estrada principal (depois de uma pequena subida) e está logo do lado direito. Provavelmente vais ter imensos condutores de tuk tuk a dizer que não há autocarros, mas é mentira. Pergunta à pessoa do autocarro se vais na direcção certa e pagas 10 ou 20 cêntimos em vez de 5 euros (pelo tuk tuk). Não aconselho a ficar mais de uma noite em Nuwara Eliya, já que não há muito a fazer. E tenta ficar no centro, mesmo que o preço seja um pouco mais elevado.

Horários: Podes consultar os horários dos comboios no site Seat 61.

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Sigiriya e Dambulla: o melhor dia no Sri Lanka https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/25/sigiriya-dambulla-sri-lanka/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sigiriya-dambulla-sri-lanka https://www.mudancasconstantes.com/2017/11/25/sigiriya-dambulla-sri-lanka/#comments Sat, 25 Nov 2017 22:55:10 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2342 O dia em que visitei Sigiriya, a maior atracção do Sri Lanka, foi um dos dias mais caóticos e memoráveis da minha viagem. Começámos bem cedo. Queríamos apanhar o único autocarro directo de Kandy para Sigirya que parte às 7:30 da manhã. Ora, apanhar um autocarro no Sri Lanka não é simples. As estações de autocarro são um amontoado de autocarros, ao pé da estação de comboios, onde só perguntando é que se chega a algum lado. Mas nada temas, os cingaleses são um povo extremamente prestável! Ora, no meio daquela confusão toda, já estávamos atrasados e eu quase certa que o nosso autocarro já era. É então que vejo a palavra “Sigiriya” e corremos a acenar à frente do autocarro que já estava a sair da estação. Claro que no Sri Lanka não interessa onde é que entras ou sais, tudo está nas mãos do motorista e da sua vontade. Tivemos a sorte de entrar na estação inicial e de ter um lugar sentados. Depois de duas horas e meia e cerca de um euro chegámos a Sigirya. Pidurangala Rock vs. Lion Rock É aqui que as escolhas começam. Existem duas “pedras” para subir. A mais famosa é a Lion Rock. Património da UNESCO, a Lion Rock destaca-se do resto da paisagem circundante, uma planície de vegetação rasteira. Dentro do complexo podem ver-se vestígios de uma civilização que um dia habitou este lugar sagrado. Durante milhares de anos foi um lugar de culto e continua a sê-lo. Mas com um preço. A entrada custa cerca de 35€, um arrombo no orçamento de qualquer viajante. E foi assim que surgiu uma nova atracção para aqueles que querem continuar a ter dinheiro para comer durante o resto da viagem: a Pidurangala Rock! Para lá chegares tens que andar cerca de 20 minutos, circundando os jardins da Lion Rock. Há sinais a dizer “perigo de crocodilos”. Eu não vi nenhum, mas pelos vistos já houve turistas a morrer por causa de um ataque de crocodilo naquelas águas, por isso não te aproximes! O preço é um bocadinho mais baixo… 3€! E depois de uma caminhada de 15/20 minutos por entre a vegetação e uma última parte mais divertida que envolve escalar pedregulhos chegas ao topo e o único pensamento possível é “uaau!”. Uma vista de 360º sobre a floresta envolvente e uma vista única e privilegiada sobre a Lion Rock. É incrível e como quase ninguém conhece este sítio, está quase deserto. É claro que se tiveres dinheiro e tempo, acho que o melhor é mesmo ir a ambas. Se por um lado a Lion Rock é um marco histórico com um património cultural incrível, a Pidurangala Rock é um sítio mais secreto e com uma vista mais impressionante. É só escolher 😉 Dambulla Cave Temple De Sigiriya a Dambulla é só meia hora de caminho e o bilhete de autocarro deve custar uns 10 ou 20 cêntimos. Depois de repormos as forças num restaurantezinho, decidimos que ainda tínhamos tempo para visitar o Dambulla Cave Temple. Pegámos num tuk tuk e lá fomos. Ora, a entrada para o templo não é nada fácil de encontrar, o melhor é perguntares a quem por lá anda ou pedir claramente ao condutor que te deixe no lugar da venda dos bilhetes. Depois prepara-te para mais uma subida, mas prometo que tudo vale a pena. O primeiro passo é tirar os sapatos. Também não podes ir de alças ou calções ou mostrar muita pele. Anda sempre com um lenço atrás e põe os sapatos na mochila. Depois estás preparado/a para entrar numa máquina do tempo que te leva até 2000 anos atrás. Os frescos, as 150 esculturas de buda, a arquitectura e o detalhe são impressionantes. Facilmente a maior surpresa da nossa viagem ao Sri Lanka. 8€ mas vale a pena. E porque o dia ainda não tinha sido cansativo o suficiente, rematámos com uma viagem de duas horas de autocarro de volta para Kandy. Em pé! Sim, duas horas em pé num autocarro cheio, cheio, cheio com um condutor louco que bebia vodka de meia em meia hora. Meus senhores, bem-vindos ao Sri Lanka! Dicas rápidas: Transportes: De Kandy a Sigiriya tens duas opções. Ou apanhar o autocarro directo, como expliquei em cima, ou apanhar um dos outros (há mais) de Kandy para Dambulla e depois de Dambulla para Sigirya. Os transportes no Sri Lanka são baratíssimos e muito eficientes. Day Trip ou não: Perto desta área há um parque natural chamado Minneriya, um dos mais famosos para ver manadas de elefantes. A melhor altura para visitar é na estação seca (Maio a Setembro) e se tiveres interesse, o melhor é ficar alojado em Sigiriya ou Dambulla durante uma noite. De todos os parques este é um dos melhores para ver manadas e é muito pouco conhecido.

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O dia em que visitei Sigiriya, a maior atracção do Sri Lanka, foi um dos dias mais caóticos e memoráveis da minha viagem. Começámos bem cedo. Queríamos apanhar o único autocarro directo de Kandy para Sigirya que parte às 7:30 da manhã. Ora, apanhar um autocarro no Sri Lanka não é simples. As estações de autocarro são um amontoado de autocarros, ao pé da estação de comboios, onde só perguntando é que se chega a algum lado. Mas nada temas, os cingaleses são um povo extremamente prestável!

Ora, no meio daquela confusão toda, já estávamos atrasados e eu quase certa que o nosso autocarro já era. É então que vejo a palavra “Sigiriya” e corremos a acenar à frente do autocarro que já estava a sair da estação. Claro que no Sri Lanka não interessa onde é que entras ou sais, tudo está nas mãos do motorista e da sua vontade. Tivemos a sorte de entrar na estação inicial e de ter um lugar sentados. Depois de duas horas e meia e cerca de um euro chegámos a Sigirya.

Pidurangala Rock vs. Lion Rock

É aqui que as escolhas começam. Existem duas “pedras” para subir. A mais famosa é a Lion Rock. Património da UNESCO, a Lion Rock destaca-se do resto da paisagem circundante, uma planície de vegetação rasteira. Dentro do complexo podem ver-se vestígios de uma civilização que um dia habitou este lugar sagrado. Durante milhares de anos foi um lugar de culto e continua a sê-lo. Mas com um preço. A entrada custa cerca de 35€, um arrombo no orçamento de qualquer viajante. E foi assim que surgiu uma nova atracção para aqueles que querem continuar a ter dinheiro para comer durante o resto da viagem: a Pidurangala Rock!

Para lá chegares tens que andar cerca de 20 minutos, circundando os jardins da Lion Rock. Há sinais a dizer “perigo de crocodilos”. Eu não vi nenhum, mas pelos vistos já houve turistas a morrer por causa de um ataque de crocodilo naquelas águas, por isso não te aproximes!

O preço é um bocadinho mais baixo… 3€! E depois de uma caminhada de 15/20 minutos por entre a vegetação e uma última parte mais divertida que envolve escalar pedregulhos chegas ao topo e o único pensamento possível é “uaau!”. Uma vista de 360º sobre a floresta envolvente e uma vista única e privilegiada sobre a Lion Rock. É incrível e como quase ninguém conhece este sítio, está quase deserto.

É claro que se tiveres dinheiro e tempo, acho que o melhor é mesmo ir a ambas. Se por um lado a Lion Rock é um marco histórico com um património cultural incrível, a Pidurangala Rock é um sítio mais secreto e com uma vista mais impressionante.

É só escolher 😉

Dambulla Cave Temple

De Sigiriya a Dambulla é só meia hora de caminho e o bilhete de autocarro deve custar uns 10 ou 20 cêntimos. Depois de repormos as forças num restaurantezinho, decidimos que ainda tínhamos tempo para visitar o Dambulla Cave Temple. Pegámos num tuk tuk e lá fomos. Ora, a entrada para o templo não é nada fácil de encontrar, o melhor é perguntares a quem por lá anda ou pedir claramente ao condutor que te deixe no lugar da venda dos bilhetes.

Depois prepara-te para mais uma subida, mas prometo que tudo vale a pena. O primeiro passo é tirar os sapatos. Também não podes ir de alças ou calções ou mostrar muita pele. Anda sempre com um lenço atrás e põe os sapatos na mochila. Depois estás preparado/a para entrar numa máquina do tempo que te leva até 2000 anos atrás. Os frescos, as 150 esculturas de buda, a arquitectura e o detalhe são impressionantes. Facilmente a maior surpresa da nossa viagem ao Sri Lanka. 8€ mas vale a pena.

E porque o dia ainda não tinha sido cansativo o suficiente, rematámos com uma viagem de duas horas de autocarro de volta para Kandy. Em pé! Sim, duas horas em pé num autocarro cheio, cheio, cheio com um condutor louco que bebia vodka de meia em meia hora.

Meus senhores, bem-vindos ao Sri Lanka!

Dicas rápidas:

Transportes: De Kandy a Sigiriya tens duas opções. Ou apanhar o autocarro directo, como expliquei em cima, ou apanhar um dos outros (há mais) de Kandy para Dambulla e depois de Dambulla para Sigirya. Os transportes no Sri Lanka são baratíssimos e muito eficientes.

Day Trip ou não: Perto desta área há um parque natural chamado Minneriya, um dos mais famosos para ver manadas de elefantes. A melhor altura para visitar é na estação seca (Maio a Setembro) e se tiveres interesse, o melhor é ficar alojado em Sigiriya ou Dambulla durante uma noite. De todos os parques este é um dos melhores para ver manadas e é muito pouco conhecido.

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