Tailândia Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/tailandia/ Blog de viagens para inquietos e irrequietos Sun, 23 Jan 2022 12:47:29 +0000 en-GB hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://www.mudancasconstantes.com/wp-content/uploads/2018/10/cropped-Untitled-design-1-32x32.png Tailândia Archives - Mudanças Constantes https://www.mudancasconstantes.com/tag/tailandia/ 32 32 12 (+1) Pratos Tailandeses de deixar água na boca https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/26/top-melhores-pratos-tailandeses/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=top-melhores-pratos-tailandeses https://www.mudancasconstantes.com/2017/12/26/top-melhores-pratos-tailandeses/#comments Tue, 26 Dec 2017 21:16:00 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=2575 Antes de começar a minha viagem, uma das coisas que mais me preocupava era a comida. Entre potenciais intoxicações alimentares e a perspectiva de cada uma das minhas futuras refeições poder ser extremamente picante, não sabia bem se ia ter que sobreviver um mês a Bolacha Maria ou de Água e Sal. Mas felizmente (ou não) apaixonei-me pela cozinha tailandesa. Rapidamente percebi que quanto pior parecia o “estabelecimento” melhor era a comida e que só restaurantes turísticos com comida “Western” eram propícios a mandarem-te directamente para a casa de banho. Por isso, aqui está a lista de refeições que não deves falhar na tua viagem à Tailândia. Pad Thai O item presente em todos os menus (em sítios turísticos) do país. Acho que em média comia um Pad Thai por dia. Para além de ser barato (entre 70 cêntimos a 2 euros), é tão saboroso! Tem uma mistura de molhos (peixe, ostra), açúcar de cana e é um salteado de noodles de arroz, ovo e frango. Quando é servido deves espremer a lima por cima e salpicar com amendoins. Exemplo de receita aqui. Pad See Ew Outro salteado, desta vez com molho de soja! No Pad See Ew os noodles são mais largos e tal como o Pad Thai também costuma levar frango e vegetais. Brócolos pequenos, por exemplo. Exemplo de receita aqui. Spring Rolls Rolinhos de vegetais e rebentos de soja, fritos que servem de snack e que podem ser comprados em barraquinhas na rua. Costuma vir acompanhado de um molho chili agridoce. Exemplo de receita aqui. Roasted Duck and Noddles Noodles com pato assado é um dos meus pratos preferidos! Comi dois maravilhosos, um num mercado em Bangkok e outro em Koh Tao. Também existe a versão com porco assado e a versão sopa. Todas fantásticas! Caril (Vermelho, Verde, Massaman, Panang, Khao Soi) Existem imensos tipos de Caril na Tailândia. E apesar de não me ter aventurado muito por estes mundos por ter medo de criar um incêndio nos meus órgãos internos, acho que são um “must-eat”. O caril Panang (com amendoins) e Massaman (origem de regiões islâmicas) supostamente são os menos picantes comparativamente ao verde, por exemplo. Chicken with Cashew Nuts Este é um prato muito guloso com frango e cajus à mistura. É muito parecido ao estilo chinês, que até podes encontrar nalguns restaurantes aqui, com um molho algo agridoce. Simples, mas delicioso. Exemplo de receita aqui. Fried Rice “Arroz Frito” é um prato quase universal no sudoeste asiático. Não é mais do que arroz salteado num wok com ovo, legumes e opcionalmente frago, regado com alguns molhos. Mas é um prato que sabe sempre bem, um pouco ao estilo do Pad Thai. Fried Basil and Pork Este é o prato mais popular na Tailândia, mas nem sempre o preferido dos turistas. Pode ser feito com todos os tipos de carne e consegues encontrá-lo um pouco por todo o lado, mas tem cuidado, por ser tão tradicional, também é mais picante do que o normal. Sopa de Dumplings Só encontrei esta sopa numa banca num mercado em Chiang Mai e foi-me recomendada por um amigo meu. Os Dumplings, frescos, eram suaves e deliciosos, bem como o caldo em que estavam preparados. Tão bom! Banana Pancakes Partindo para situações mais doces, começo pelas belas “panquecas”, também chamadas roti (como na Malásia). São uma camada fina de massa crocante recheada com banana e coberta com chocolate derretido. Apesar de durante o dia estar demasiado calor para isto, à noite é uma óptima sobremesa para depois de um Pad Thai. Mango Sticky Rice Esta é a minha sobremesa Tailandesa preferida. Um género de arroz doce do Oriente. O arroz “sticky” é cozinhado primeiro em água, normalmente, e depois em creme de coco (“natas de coco”) com açúcar de palma e um bocadinho de sal. No fim é servido com manga madura (e a Tailândia tem das melhores mangas do mundo) e mais um pouco de creme de coco por cima. Perfeito! Exemplo de receita aqui. Smoothies e Fruta Isto não é bem um prato, mas é comida na mesma. Os smoothies são a melhor forma de te refugiares do calor e são simplesmente fenomenais. Pede sem açúcar, porque se não eles mandam-lhe com uma colher gigante de calda de açúcar que tira todo o lado saudável à coisa. Manga, Maracujá, Ananás, misturas… tens de tudo. A fruta é muito fácil de encontrar nos mercados. Aposta na fruta tropical, que é completamente diferente de cá. Para os mais corajosos: Tom Yum Só provei um niquinho desta sopa, porque já sabia que vinha lá coisa ardente. É-lhe característico e não é possível pedir um Tom Yum não picante. Acho que para quem aguenta bem é obrigatório provar esta sopa tradicional de marisco, também famosa na vizinha Malásia, principalmente em zonas costeiras. Eu não tenho grande opinião sobre o prato, mas toda a gente o recomenda, por isso tinha que constar da lista!   E pronto, aqui estão alguns dos pratos mais fabulosos da Tailândia. Infelizmente tudo isto engorda imenso, já para não falar dos baldes de vodka ou rum das festas, mas depois com uma dieta da sopa a coisa passa. Aconselho-te a provar de tudo, sem medos. Leva só uns comprimidos para o estômago :p PS: Se fores mariquinhas como eu, podes pedir sempre “not spicy”. Resulta muito bem, eles estão habituados.  

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Antes de começar a minha viagem, uma das coisas que mais me preocupava era a comida. Entre potenciais intoxicações alimentares e a perspectiva de cada uma das minhas futuras refeições poder ser extremamente picante, não sabia bem se ia ter que sobreviver um mês a Bolacha Maria ou de Água e Sal.

Mas felizmente (ou não) apaixonei-me pela cozinha tailandesa. Rapidamente percebi que quanto pior parecia o “estabelecimento” melhor era a comida e que só restaurantes turísticos com comida “Western” eram propícios a mandarem-te directamente para a casa de banho.

Por isso, aqui está a lista de refeições que não deves falhar na tua viagem à Tailândia.

Pad Thai

O item presente em todos os menus (em sítios turísticos) do país. Acho que em média comia um Pad Thai por dia. Para além de ser barato (entre 70 cêntimos a 2 euros), é tão saboroso! Tem uma mistura de molhos (peixe, ostra), açúcar de cana e é um salteado de noodles de arroz, ovo e frango. Quando é servido deves espremer a lima por cima e salpicar com amendoins.

Exemplo de receita aqui.

Pad See Ew

Outro salteado, desta vez com molho de soja! No Pad See Ew os noodles são mais largos e tal como o Pad Thai também costuma levar frango e vegetais. Brócolos pequenos, por exemplo.

Exemplo de receita aqui.

Spring Rolls

Rolinhos de vegetais e rebentos de soja, fritos que servem de snack e que podem ser comprados em barraquinhas na rua. Costuma vir acompanhado de um molho chili agridoce.

Spring Rolls com Salada de Papaia

Exemplo de receita aqui.

Roasted Duck and Noddles

Noodles com pato assado é um dos meus pratos preferidos! Comi dois maravilhosos, um num mercado em Bangkok e outro em Koh Tao. Também existe a versão com porco assado e a versão sopa. Todas fantásticas!

Caril (Vermelho, Verde, Massaman, Panang, Khao Soi)

Existem imensos tipos de Caril na Tailândia. E apesar de não me ter aventurado muito por estes mundos por ter medo de criar um incêndio nos meus órgãos internos, acho que são um “must-eat”. O caril Panang (com amendoins) e Massaman (origem de regiões islâmicas) supostamente são os menos picantes comparativamente ao verde, por exemplo.

Chicken with Cashew Nuts

Este é um prato muito guloso com frango e cajus à mistura. É muito parecido ao estilo chinês, que até podes encontrar nalguns restaurantes aqui, com um molho algo agridoce. Simples, mas delicioso.

Exemplo de receita aqui.

Fried Rice

“Arroz Frito” é um prato quase universal no sudoeste asiático. Não é mais do que arroz salteado num wok com ovo, legumes e opcionalmente frago, regado com alguns molhos. Mas é um prato que sabe sempre bem, um pouco ao estilo do Pad Thai.

Fried Basil and Pork

Este é o prato mais popular na Tailândia, mas nem sempre o preferido dos turistas. Pode ser feito com todos os tipos de carne e consegues encontrá-lo um pouco por todo o lado, mas tem cuidado, por ser tão tradicional, também é mais picante do que o normal.

Sopa de Dumplings

Só encontrei esta sopa numa banca num mercado em Chiang Mai e foi-me recomendada por um amigo meu. Os Dumplings, frescos, eram suaves e deliciosos, bem como o caldo em que estavam preparados. Tão bom!

Banana Pancakes

Partindo para situações mais doces, começo pelas belas “panquecas”, também chamadas roti (como na Malásia). São uma camada fina de massa crocante recheada com banana e coberta com chocolate derretido. Apesar de durante o dia estar demasiado calor para isto, à noite é uma óptima sobremesa para depois de um Pad Thai.

Mango Sticky Rice

Esta é a minha sobremesa Tailandesa preferida. Um género de arroz doce do Oriente. O arroz “sticky” é cozinhado primeiro em água, normalmente, e depois em creme de coco (“natas de coco”) com açúcar de palma e um bocadinho de sal. No fim é servido com manga madura (e a Tailândia tem das melhores mangas do mundo) e mais um pouco de creme de coco por cima. Perfeito!

Exemplo de receita aqui.

Smoothies e Fruta

Isto não é bem um prato, mas é comida na mesma. Os smoothies são a melhor forma de te refugiares do calor e são simplesmente fenomenais. Pede sem açúcar, porque se não eles mandam-lhe com uma colher gigante de calda de açúcar que tira todo o lado saudável à coisa. Manga, Maracujá, Ananás, misturas… tens de tudo.

A fruta é muito fácil de encontrar nos mercados. Aposta na fruta tropical, que é completamente diferente de cá.

Para os mais corajosos: Tom Yum

Só provei um niquinho desta sopa, porque já sabia que vinha lá coisa ardente. É-lhe característico e não é possível pedir um Tom Yum não picante. Acho que para quem aguenta bem é obrigatório provar esta sopa tradicional de marisco, também famosa na vizinha Malásia, principalmente em zonas costeiras. Eu não tenho grande opinião sobre o prato, mas toda a gente o recomenda, por isso tinha que constar da lista!

 

E pronto, aqui estão alguns dos pratos mais fabulosos da Tailândia. Infelizmente tudo isto engorda imenso, já para não falar dos baldes de vodka ou rum das festas, mas depois com uma dieta da sopa a coisa passa. Aconselho-te a provar de tudo, sem medos. Leva só uns comprimidos para o estômago :p

PS: Se fores mariquinhas como eu, podes pedir sempre “not spicy”. Resulta muito bem, eles estão habituados.

 

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Viajar na Tailândia: dicas, roteiros e informações úteis https://www.mudancasconstantes.com/2017/04/18/viajar-na-tailandia-3-semanas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=viajar-na-tailandia-3-semanas https://www.mudancasconstantes.com/2017/04/18/viajar-na-tailandia-3-semanas/#respond Tue, 18 Apr 2017 03:38:06 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=1517 As minhas três semanas pela Tailândia foram simplesmente memoráveis. Muito sinceramente foi um dos países que mais gostei de visitar. Tem paisagens lindíssimas, uma cultura muito diferente da nossa, o que é sempre refrescante, e comida deliciosa! Tem, portanto, tudo o que podes desejar para umas férias maravilhosas. Mau, mau foi só ter três semanas… Mais uma e tinha sido 100 por cento perfeito. Assim foi só 99.9 😉 Para te ajudar a planear a tua viagem (vais ver que na Tailândia é super fácil) escrevo este post com os recursos e sites que me acompanharam ao longo das três semanas e o meu itinerário. A Tailândia Sendo um dos países mais turísticos do mundo é também um dos mais fáceis para viajar e para conhecer pessoas. Mochileros? Solo travelers? Estão por todo o lado. É impossível não fazeres dezenas de amigos instantaneamente ou sentires-te sozinho/a. Os tailandeses estão habituadíssimos a turistas e mesmo não sendo o inglês uma língua oficial é muito normal saberem o básico para te atenderem ou ajudarem. Visto: Existe isenção de visto para os portugueses. À tua chegada basta apresentares o passaporte e um papel de imigração (dão-to no avião ou podes obtê-lo antes de controle de passaporte). Atenção: ele vão dar-te um destacável que tens que apresentar à saída do país. Não o deites fora! Actualização: o governo da Tailândia muda constantemente os critérios de entrada, por isso é melhor pesquisares sobre este ponto. Moeda: 1 euro = 36 bht (março de 2017) Dinheiro: A melhor forma de lidar com o dinheiro na Tailândia é levar Euros e ir trocando à medida que fores precisando. Em Bangkok, Chiang Mai e Koh Phi Phi as taxas de câmbio são excelentes. Só não aconselho a trocar em ilhas mais pequenas e meio turísticas porque vais ser roubado/a Clima: diz-se normalmente que a melhor altura para visitar a Tailândia é de Novembro a Fevereiro. É a estação mais seca e menos quente. A partir de Março as temperaturas começam a subir (eu que o diga) e Abril é conhecido como o mês de maior calor. Contudo, a Tailândia é um país tropical numa zona do planeta cada vez mais instável por isso nada é garantido. Eu apanhei meio dia de chuva em três semanas. Julho a Outubro é época de monções. Chegar à Tailândia: Aconselho-te a chegares à Tailândia de avião uma vez que o visto por terra é só de 15 dias. O meu voo foi pela Turkish Airlines e não tenho razões de queixa. Consulta o Skyscanner, Google Flights e Momondo para os melhores preços 🙂 Cartão SIM: Logo à saída do aeroporto de Bangkok encontras várias lojas a vender cartões SIM. O preço para um mês com 4gb de internet é de 600bht. Recomendo principalmente se viajas a solo. É muito mais fácil de comunicar com as pessoas que vais conhecendo e combinar coisas. Viajar pela Tailândia Como já referi, as deslocações pela Tailândia fazem-se com uma perna às costas. Para consultares as várias opções de transporte entre as várias localidades recomendo o site 12GoAsia. Seja comboios, barcos ou autocarros, todas as ligações aparecem aqui. Os únicos bilhetes que recomendo comprares com atencedencia (uma semana chega facilmente) são os de comboio nocturno de Bangkok para Chiang Mai, principalmente se quiseres a cama de baixo 😉 os de barco normalmente não esgotam e podes comprá-los no dia anterior em qualquer uma das agências das ilhas. Comidinhas e água: A comida na tailândia é deliciosa e tem muito mais variedade do que pensava. Ao fim de três semanas a comer em sítios locais ainda não estava farta! A minha sugestão é evitar os restaurantes com comida ocidental ao máximo e ir onde as pessoas locais vão. A melhor comida que comi veio sempre dos sítios com pior aspecto! Quanto à água, sempre engarrafada. Nunca tive problemas com o gelo mas isso não quer dizer que seja recomendável. Com os smoothies e sumos de fruta também correu sempre tudo bem. Aproveita!! Não há nada melhor para suportar o calor. Para poupares na água, nas grandes cidades vais encontrar contentores onde podes reabastecer a tua garrafa de litro e meio por 1bht! É só estares com atenção ou perguntares no hostel onde se encontra o ponto mais próximo. Se fores como eu e tiveres um problema com comida picante podes pedir sempre “not spicy”. Em todos os sítios que fui perceberam. O único prato que nunca é picante é o Pad Thai Preço médio de um Pad Thaí: 30/40 bht – Norte; 60/70 Ilhas (sempre a refeição mais barata) Facilmente consegues gerir um dia inteiro de comida e bebidas por 400 bht. Pouco mais de 10€. Itinerário de três semanas  A minha estadia na tailândia foi um bocadinho demasiado planeada e por vezes um pouco apressada. Mas com voos já marcados noutros sítios foi impossível ficar mais tempo. Por um lado ainda bem, por que se calhar ainda lá estava… O meu itinerário foi algo bastante standard e muito similar ao da maioria das pessoas que conheci. Mesmo assim acho que deu para ver imensas coisas, sítios muito diferentes, todos com algo único para oferecer. Bangkok: dois dias   Bangkok é o ponto de partida para a maioria dos viajantes. Esta cidade vibrante e muitas vezes caótica merece certamente uma visita não sendo porém um sítio onde eu quisesse ficar mais do que dois dias. Os mercados, templos e passeios de barco foram, sem dúvida, a minha parte favorita. Se tiveres roupas mais decentes que eu podes sempre incluir um dos famosos Skybars da cidade. Podes ver todas as minhas dicas aqui. Ayutthaya: um dia A umas meras duas horas de Bangkok está Ayutthaya, uma das cidades históricas mais famosas da Tailândia. Um dia de exploração de inúmeras ruínas de templos extraordinários promete ser extremamente cansativo mas compensador ao mesmo tempo. Um lugar incrível a não perder. O meu guia da cidade aqui. Chiang Mai: quatro dias Chiang Mai tem tanta coisa para oferecer à sua volta que de certeza que daria para encher uma semana. Eu dediquei dois dias do meu tempo a explorar a cidade, os seus templos e as suas magníficas massagens e outros dois dias em actividades. Trekking pela selva, santuários de elefantes, aulas de cozinha, Muai Thaí… Chiang Mai tem de tudo aos melhores preços. Se fores com tempo aconselho uma visita a Chiang Rai e/ou Pai. Eu vou para a próxima! 😉 tudo sobre os meus dias em Chiang Mai aqui. Koh Tao: três dias (sem mergulho) cinco dias (com mergulho) Conhecida por ser O sítio para aprender a fazer mergulho, Koh Tao tem uma oferta infindável de escolas prontas para te tornarem numa sereia ou Neptuno em quatro dias! Se esta não for a tua praia, a ilha tem vários sítios interessantes e lindíssimos para conhecer. Se guiares uma scooter melhor, podes aventurar-te a explorar as praias mais recatadas. Podes encontrar as minhas melhores sugestões (e olha que são mesmo boas!) neste post. Krabi: três dias Só fiquei dois, mas o meu plano inicial eram três! Na verdade não conheço Krabi em si, a minha recomendação recai sobre aquele que é certamente um dos melhores hostels do mundo. Island hopping, camas de rede e baloiços na água são alguns dos ingredientes deste post. Koh Phi Phi: um dia Esta ilha não estava no meu plano inicial, mas todos os meus amigos de Koh Tao iam para lá e acabei por aceitar o convite de ir festejar com eles durante uma noite. A ilha é maioritariamente conhecida pelas suas festas e acho que só vale mesmo a pena nesse espirito. Tem também uma grande oferta de sítios de mergulho e tours de Island hopping até à famosa Maya Bay (do filme A Praia). O meu sítio preferido chama-se Livebar com música ao vivo incluindo um cantor que apelidamos de “Asian Pharell”. Hostel recomendado: Blanco Koh Lanta: dois dias (deviam ter sido 5) Mal cheguei à praia mais famosa desta ilha fiquei apaixonada. Uma extensão gigante de areia, sem lixo, sem música, só com o mar, sol e sem muita gente à volta. Estava no paraíso. É sem vergonha alguma que afirmo que não conheço nada desta ilha sem ser esta praia e dois restaurantes. Passei todo o meu tempo entre o mar, a minha toalha e o meu livro. E foi tão bom! Com mais tempo teria certamente ido explorar outras partes, fazer mergulho, etc… A ilha em si é bastante grande. Mas isso fica para a próxima 😉 Hostel recomendado: Chill Out House se não te importares de ter condições bastante básicas. O ambiente em si é muito bom. O roti banana chocolate do restaurante ao lado é de comer e chorar por mais e os bagels com bacon e ovos da banquinha ao lado do supermercado também! Faltou-me tempo para ir a Koh Lipe! E acho que está tudo. O teu voo para a Tailândia está para quando mesmo? 😉

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As minhas três semanas pela Tailândia foram simplesmente memoráveis. Muito sinceramente foi um dos países que mais gostei de visitar. Tem paisagens lindíssimas, uma cultura muito diferente da nossa, o que é sempre refrescante, e comida deliciosa! Tem, portanto, tudo o que podes desejar para umas férias maravilhosas. Mau, mau foi só ter três semanas… Mais uma e tinha sido 100 por cento perfeito. Assim foi só 99.9 😉

Para te ajudar a planear a tua viagem (vais ver que na Tailândia é super fácil) escrevo este post com os recursos e sites que me acompanharam ao longo das três semanas e o meu itinerário.

A Tailândia

Sendo um dos países mais turísticos do mundo é também um dos mais fáceis para viajar e para conhecer pessoas. Mochileros? Solo travelers? Estão por todo o lado. É impossível não fazeres dezenas de amigos instantaneamente ou sentires-te sozinho/a.

Os tailandeses estão habituadíssimos a turistas e mesmo não sendo o inglês uma língua oficial é muito normal saberem o básico para te atenderem ou ajudarem.

Visto: Existe isenção de visto para os portugueses. À tua chegada basta apresentares o passaporte e um papel de imigração (dão-to no avião ou podes obtê-lo antes de controle de passaporte). Atenção: ele vão dar-te um destacável que tens que apresentar à saída do país. Não o deites fora!

Actualização: o governo da Tailândia muda constantemente os critérios de entrada, por isso é melhor pesquisares sobre este ponto.

Moeda: 1 euro = 36 bht (março de 2017)

Dinheiro: A melhor forma de lidar com o dinheiro na Tailândia é levar Euros e ir trocando à medida que fores precisando. Em Bangkok, Chiang Mai e Koh Phi Phi as taxas de câmbio são excelentes. Só não aconselho a trocar em ilhas mais pequenas e meio turísticas porque vais ser roubado/a

Clima: diz-se normalmente que a melhor altura para visitar a Tailândia é de Novembro a Fevereiro. É a estação mais seca e menos quente. A partir de Março as temperaturas começam a subir (eu que o diga) e Abril é conhecido como o mês de maior calor. Contudo, a Tailândia é um país tropical numa zona do planeta cada vez mais instável por isso nada é garantido. Eu apanhei meio dia de chuva em três semanas.

Julho a Outubro é época de monções.

Chegar à Tailândia: Aconselho-te a chegares à Tailândia de avião uma vez que o visto por terra é só de 15 dias. O meu voo foi pela Turkish Airlines e não tenho razões de queixa. Consulta o Skyscanner, Google Flights e Momondo para os melhores preços 🙂

Cartão SIM: Logo à saída do aeroporto de Bangkok encontras várias lojas a vender cartões SIM. O preço para um mês com 4gb de internet é de 600bht. Recomendo principalmente se viajas a solo. É muito mais fácil de comunicar com as pessoas que vais conhecendo e combinar coisas.

Viajar pela Tailândia

Como já referi, as deslocações pela Tailândia fazem-se com uma perna às costas. Para consultares as várias opções de transporte entre as várias localidades recomendo o site 12GoAsia. Seja comboios, barcos ou autocarros, todas as ligações aparecem aqui. Os únicos bilhetes que recomendo comprares com atencedencia (uma semana chega facilmente) são os de comboio nocturno de Bangkok para Chiang Mai, principalmente se quiseres a cama de baixo 😉 os de barco normalmente não esgotam e podes comprá-los no dia anterior em qualquer uma das agências das ilhas.

Comidinhas e água: A comida na tailândia é deliciosa e tem muito mais variedade do que pensava. Ao fim de três semanas a comer em sítios locais ainda não estava farta!

A minha sugestão é evitar os restaurantes com comida ocidental ao máximo e ir onde as pessoas locais vão. A melhor comida que comi veio sempre dos sítios com pior aspecto!

Quanto à água, sempre engarrafada. Nunca tive problemas com o gelo mas isso não quer dizer que seja recomendável. Com os smoothies e sumos de fruta também correu sempre tudo bem. Aproveita!! Não há nada melhor para suportar o calor.

Para poupares na água, nas grandes cidades vais encontrar contentores onde podes reabastecer a tua garrafa de litro e meio por 1bht! É só estares com atenção ou perguntares no hostel onde se encontra o ponto mais próximo.

Se fores como eu e tiveres um problema com comida picante podes pedir sempre “not spicy”. Em todos os sítios que fui perceberam. O único prato que nunca é picante é o Pad Thai

Preço médio de um Pad Thaí: 30/40 bht – Norte; 60/70 Ilhas (sempre a refeição mais barata)

Facilmente consegues gerir um dia inteiro de comida e bebidas por 400 bht. Pouco mais de 10€.

Itinerário de três semanas

 A minha estadia na tailândia foi um bocadinho demasiado planeada e por vezes um pouco apressada. Mas com voos já marcados noutros sítios foi impossível ficar mais tempo. Por um lado ainda bem, por que se calhar ainda lá estava…

O meu itinerário foi algo bastante standard e muito similar ao da maioria das pessoas que conheci. Mesmo assim acho que deu para ver imensas coisas, sítios muito diferentes, todos com algo único para oferecer.

Bangkok: dois dias

 

Bangkok é o ponto de partida para a maioria dos viajantes. Esta cidade vibrante e muitas vezes caótica merece certamente uma visita não sendo porém um sítio onde eu quisesse ficar mais do que dois dias. Os mercados, templos e passeios de barco foram, sem dúvida, a minha parte favorita. Se tiveres roupas mais decentes que eu podes sempre incluir um dos famosos Skybars da cidade. Podes ver todas as minhas dicas aqui.

Ayutthaya: um dia

A umas meras duas horas de Bangkok está Ayutthaya, uma das cidades históricas mais famosas da Tailândia. Um dia de exploração de inúmeras ruínas de templos extraordinários promete ser extremamente cansativo mas compensador ao mesmo tempo. Um lugar incrível a não perder. O meu guia da cidade aqui.

Chiang Mai: quatro dias

Chiang Mai tem tanta coisa para oferecer à sua volta que de certeza que daria para encher uma semana. Eu dediquei dois dias do meu tempo a explorar a cidade, os seus templos e as suas magníficas massagens e outros dois dias em actividades. Trekking pela selva, santuários de elefantes, aulas de cozinha, Muai Thaí… Chiang Mai tem de tudo aos melhores preços.

Se fores com tempo aconselho uma visita a Chiang Rai e/ou Pai. Eu vou para a próxima! 😉 tudo sobre os meus dias em Chiang Mai aqui.

Koh Tao: três dias (sem mergulho) cinco dias (com mergulho)

Conhecida por ser O sítio para aprender a fazer mergulho, Koh Tao tem uma oferta infindável de escolas prontas para te tornarem numa sereia ou Neptuno em quatro dias! Se esta não for a tua praia, a ilha tem vários sítios interessantes e lindíssimos para conhecer. Se guiares uma scooter melhor, podes aventurar-te a explorar as praias mais recatadas. Podes encontrar as minhas melhores sugestões (e olha que são mesmo boas!) neste post.

Krabi: três dias

Só fiquei dois, mas o meu plano inicial eram três! Na verdade não conheço Krabi em si, a minha recomendação recai sobre aquele que é certamente um dos melhores hostels do mundo. Island hopping, camas de rede e baloiços na água são alguns dos ingredientes deste post.

Koh Phi Phi: um dia

Esta ilha não estava no meu plano inicial, mas todos os meus amigos de Koh Tao iam para lá e acabei por aceitar o convite de ir festejar com eles durante uma noite. A ilha é maioritariamente conhecida pelas suas festas e acho que só vale mesmo a pena nesse espirito. Tem também uma grande oferta de sítios de mergulho e tours de Island hopping até à famosa Maya Bay (do filme A Praia). O meu sítio preferido chama-se Livebar com música ao vivo incluindo um cantor que apelidamos de “Asian Pharell”.

Hostel recomendado: Blanco

Koh Lanta: dois dias (deviam ter sido 5)

Mal cheguei à praia mais famosa desta ilha fiquei apaixonada. Uma extensão gigante de areia, sem lixo, sem música, só com o mar, sol e sem muita gente à volta. Estava no paraíso. É sem vergonha alguma que afirmo que não conheço nada desta ilha sem ser esta praia e dois restaurantes. Passei todo o meu tempo entre o mar, a minha toalha e o meu livro. E foi tão bom!

Com mais tempo teria certamente ido explorar outras partes, fazer mergulho, etc… A ilha em si é bastante grande. Mas isso fica para a próxima 😉

Hostel recomendado: Chill Out House se não te importares de ter condições bastante básicas. O ambiente em si é muito bom.

O roti banana chocolate do restaurante ao lado é de comer e chorar por mais e os bagels com bacon e ovos da banquinha ao lado do supermercado também!

Faltou-me tempo para ir a Koh Lipe!

E acho que está tudo. O teu voo para a Tailândia está para quando mesmo? 😉

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Como um macaco gosta de bananas eu gosto de Krabi https://www.mudancasconstantes.com/2017/04/02/krabi-tailandia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=krabi-tailandia https://www.mudancasconstantes.com/2017/04/02/krabi-tailandia/#comments Sun, 02 Apr 2017 05:37:30 +0000 http://mudancasconstantes.com/2017/04/02/como-um-macaco-gosta-de-bananas-eu-gosto-de-krabi/ Depois de Koh Tao estava mesmo a precisar de um sítio para descansar e foi isso que encontrei em Krabi. No Hostelworld tinha descoberto um hostel chamado The Bananas que parecia o sítio perfeito. Cabaninhas em bambu, no meio do nada (meia hora de Krabi) e a promessa de um paraíso na terra. Chegar lá não é particularmente barato principalmente se estiveres sozinha/o como eu. 800bht para um táxi desde a estação da Lomprayah (longe do terminal de autocarros de Krabi). Mas depois de lá chegares vais ver que vale a pena. O hostel não tem muita gente e está no meio da selva. Tem um deck que vai até à água onde podes nadar quando a maré está cheia (água a uns 35 graus!!), um baloiço com estas paisagens maravilhosas como cenário de fundo e montes de camas de rede a pedir um livro. É um sítio simples, mas perfeito para descansar e ler. Como está longe de tudo tem um restaurante com comida óptima a preços razoáveis. No primeiro dia estive basicamente de papo para o ar a absorver aquilo tudo e no dia seguinte fui com mais três raparigas fazer a uma tour por várias ilhas da região. Como o jantar é num sítio comum e é super fácil de travar amizades e conhecer pessoas. Consegui, em 5 minutos, convencer todas as pessoas da minha mesa a alinhar na viagem às ilhas no dia seguinte! Depois agradeceram-me veementemente o convite :p Tour das três ilhas Este foi um dos meus dias preferidos da minha viagem à Tailândia. A beleza natural é simplesmente arrebatadora e passar o dia rodeada de mar, ilhas paradisíacas e formações rochosas incríveis foi simplesmente perfeito. Fomos até ao porto numa motozinha que foi transformada num género de tuk tuk que conseguia transportar 5 pessoas! Estes gajos deviam ir todos para engenharia! Descemos até ao barco, cumprimentámos o nosso sorridente capitão e o resto foi assim: O nosso capitão foi o maior em ter-nos levado para os sítios mais sossegados e com menos turistas. Se tiveres a possibilidade não faças a viagem com um grupo grande (máximo 5 pessoas). Adorava ter ficado mais um ou dois dias, mas os meus amigos de Koh Tao estavam todos nas ilhas Phi Phi e prometi-lhes que ia lá passar uma noite para festejarmos/para nos despedirmos. A volta é mais barata, porque o autocarro passa em frente ao hostel (tens que acenar para parar e não ficar ali a olhar como eu) e custa só 100 bht até ao centro de Krabi. Este é daqueles sítios que eu voltava num piscar de olhos. Toda a gente comentava que facilmente conseguiriam passar ali uma semana. Sim, é assim tão bom. Para além das tours podes sempre alugar kayaks, motas ou bicicletas e visitar as praias paradisíacas das redondezas. Supostamente à noite dá para ver plancton luminoso mas nós tentámos duas vezes e nada. Acho que tem que estar maré cheia e lua nova, mas enfim, caminhadas ao luar às 5 da manhã são sempre fixes. Dicas rápidas:  Transporte para Krabi: Krabi é um dos destinos mais famosos da Tailândia e por isso é muito fácil de lá chegar. Eu fui directamente de Koh Tao o que fez com que a minha melhor opção fosse a Lomprayah. Contudo, existe um aeroporto e um porto com barcos que vêm de Pukhet, Koh Lanta, Koh Phi Phi e Koh Lipe por isso chegar a Krabi não é um problema. Podes usar o site 12GoAsia para veres horários e várias opções mas os tailandeses estão habituados a pessoas que marcam tudo em cima da hora, por isso manter um itinerário aberto não é problema. Koh Tao – Krabi: 1000bht; 6 horas de viagem Krabi – Koh Phi Phi: 350bht; hora e meia de viagem

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Depois de Koh Tao estava mesmo a precisar de um sítio para descansar e foi isso que encontrei em Krabi. No Hostelworld tinha descoberto um hostel chamado The Bananas que parecia o sítio perfeito. Cabaninhas em bambu, no meio do nada (meia hora de Krabi) e a promessa de um paraíso na terra.

Chegar lá não é particularmente barato principalmente se estiveres sozinha/o como eu. 800bht para um táxi desde a estação da Lomprayah (longe do terminal de autocarros de Krabi). Mas depois de lá chegares vais ver que vale a pena.

O hostel não tem muita gente e está no meio da selva. Tem um deck que vai até à água onde podes nadar quando a maré está cheia (água a uns 35 graus!!), um baloiço com estas paisagens maravilhosas como cenário de fundo e montes de camas de rede a pedir um livro. É um sítio simples, mas perfeito para descansar e ler. Como está longe de tudo tem um restaurante com comida óptima a preços razoáveis.

No primeiro dia estive basicamente de papo para o ar a absorver aquilo tudo e no dia seguinte fui com mais três raparigas fazer a uma tour por várias ilhas da região. Como o jantar é num sítio comum e é super fácil de travar amizades e conhecer pessoas. Consegui, em 5 minutos, convencer todas as pessoas da minha mesa a alinhar na viagem às ilhas no dia seguinte! Depois agradeceram-me veementemente o convite :p

Tour das três ilhas

Este foi um dos meus dias preferidos da minha viagem à Tailândia. A beleza natural é simplesmente arrebatadora e passar o dia rodeada de mar, ilhas paradisíacas e formações rochosas incríveis foi simplesmente perfeito.

Fomos até ao porto numa motozinha que foi transformada num género de tuk tuk que conseguia transportar 5 pessoas! Estes gajos deviam ir todos para engenharia!

Descemos até ao barco, cumprimentámos o nosso sorridente capitão e o resto foi assim:

O nosso capitão foi o maior em ter-nos levado para os sítios mais sossegados e com menos turistas. Se tiveres a possibilidade não faças a viagem com um grupo grande (máximo 5 pessoas).

Chegámos em boa hora. Estava para começar uma chuva tropical!

Adorava ter ficado mais um ou dois dias, mas os meus amigos de Koh Tao estavam todos nas ilhas Phi Phi e prometi-lhes que ia lá passar uma noite para festejarmos/para nos despedirmos. A volta é mais barata, porque o autocarro passa em frente ao hostel (tens que acenar para parar e não ficar ali a olhar como eu) e custa só 100 bht até ao centro de Krabi.

Este é daqueles sítios que eu voltava num piscar de olhos. Toda a gente comentava que facilmente conseguiriam passar ali uma semana. Sim, é assim tão bom. Para além das tours podes sempre alugar kayaks, motas ou bicicletas e visitar as praias paradisíacas das redondezas.

Supostamente à noite dá para ver plancton luminoso mas nós tentámos duas vezes e nada. Acho que tem que estar maré cheia e lua nova, mas enfim, caminhadas ao luar às 5 da manhã são sempre fixes.

Dicas rápidas: 

Transporte para Krabi: Krabi é um dos destinos mais famosos da Tailândia e por isso é muito fácil de lá chegar. Eu fui directamente de Koh Tao o que fez com que a minha melhor opção fosse a Lomprayah. Contudo, existe um aeroporto e um porto com barcos que vêm de Pukhet, Koh Lanta, Koh Phi Phi e Koh Lipe por isso chegar a Krabi não é um problema. Podes usar o site 12GoAsia para veres horários e várias opções mas os tailandeses estão habituados a pessoas que marcam tudo em cima da hora, por isso manter um itinerário aberto não é problema.

Koh Tao – Krabi: 1000bht; 6 horas de viagem

Krabi – Koh Phi Phi: 350bht; hora e meia de viagem

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O paraíso subaquático de Koh Tao https://www.mudancasconstantes.com/2017/04/02/mergulho-koh-tao-tailandia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mergulho-koh-tao-tailandia https://www.mudancasconstantes.com/2017/04/02/mergulho-koh-tao-tailandia/#comments Sun, 02 Apr 2017 05:00:55 +0000 http://mudancasconstantes.com/?p=1489 Escolhi passar 5 dias do meu tempo na Tailândia em Koh Tao porque queria fazer o curso Open Water Diver e esta ilha é mundialmente conhecida como um dos melhores sítios do mundo para o fazer (bem como um dos mais baratos). O curso em si dura 4 dias, sendo que o primeiro e último são só “meios dias”. O quinto dia deixei-o para explorar a ilha. Koh Tao tem o ligeiro problema de estar ao lado de Koh Panhang, a ilha da full moon party, e por isso leva com um bocado daquele turismo de festas e beber até morrer que tanta fama dá à ilha vizinha. Mas acho que fora dessa época é uma ilha bem mais calma e descontraída. De qualquer forma adorei os meus dias em Koh Tao. Imediatamente fiquei amiga das pessoas que estavam a fazer o curso comigo, que já tinham amigos que tinham conhecido noutra ilha, e do nada tinha ali um grupo espectacular de pessoas que tornaram os meus dias em Koh Tao muito mais interessantes. Apesar de não ter tido muito tempo para explorar a ilha em si, acho que é definitivamente um sítio que vale a pena visitar mesmo para não mergulhadores. Talvez três dias sejam suficientes sendo que a melhor forma de atravessar a ilha é de mota, mas cuidado porque as estradas são mesmo muito más e o que não falta é ver pessoas cheias de ligaduras e colares cervicais por causa de acidentes. Os meus sítios preferidos na ilha são: Koh Nang Yuan Esta ilha é completamente obrigatória. Está a cerca de 10/15 minutos de longtail boat desde a Sairee Beach e tem águas cristalinas e quentes, areia branca, corais para explorar (se fizeres snorkeling nunca toques nem no coral nem nos peixes) e uma das vistas mais bonitas do mundo. Aconselho-te a ires de manhã cedo para poderes passar lá o dia (todos os barcos voltam às 17). O custo de um barco costuma ser 250bht ida e volta mas depende um bocado de quantas pessoas forem. Nós éramos 3. Também existe uma taxa de 100 bht para entrar. Se quiseres levar água leva na mala e não à mostra porque vais ter que a deitar para o lixo. Fraggle Rock Esta é só para quem está numa de sofrer. A Fraggle Rock é uma rocha no meio da floresta de Koh Tao que tem uma vista incrível sobre a ilha. Para lá chegar vais ter que enfrentar uma caminhada, muitas vezes a pique, de hora/hora e meia. Claro que nós fomos mesmo à campeões na hora de maior calor, mas enfim. A vista vale definitivamente a pena. Existem basicamente três miradouros. O primeiro é um bar abandonado, o segundo uma pedra que tem umas escadas até ao topo e por fim, a Fraggle Rock que só encontrámos à segunda (depois de termos ido para a um trilho guardado por cães raivosos que claramente pareciam capazes de nos comer vivos). Sobrevivendo a essa parte, voltámos para trás e lá encontramos o caminho por entre umas rochas. High Bar Pelo nome já conseguiste perceber o que se passa neste bar, certo? Se fosse só isso não estaria nas minhas recomendações, mas a vista em si é lindíssima e por isso acho que merece uma visita. Pará lá chegar dividimos um táxi por todos e não recomendo mesmo ir a pé porque a inclinação das subidas está perto dos 90 graus. Para quem está numa de experimentar eles vendem tudo e mais alguma coisa. Brownies, cookies e shakes de cogumelos. E agora a parte mais importante: a comida! Numa ilha que quase parece a Europa e que está cheia de restaurantes terríveis (nunca metas os pés no two brothers) consegui encontrar dois restaurantes deliciosos. Samosa Cozinha tipicamente Tailandesa, preços muito razoáveis para a ilha e comida deliciosa! O sítio em si não tem grande aspecto, mas rapidamente percebes que na Tailândia quanto pior parece melhor sabe. Recomendo o caril, frango agridoce e chamuças (especialidade da casa). 995 Roasted Duck Deste o primeiro dia que vi este restaurante que queria lá ir, mas durante quatro dias não fui bem sucedida porque ninguém queria ir comigo. Finalmente no meu último dia lá ganhei a luta e claro que a conclusão foi que aquela tinha sido a melhor refeição das últimas semanas. Recomendo os noodles com pato (tamanho extra :D) E agora para os mergulhadores Se tens interesse em mergulhar e fazer algum curso posso definitivamente recomendar a escola onde o fiz: Scuba Shack. Existem centenas de escolas em Koh Tao por isso a escolha não é fácil. Encontrei esta escola por acaso, vi recomendações num grupo do Facebook e depois de ver as reviews e de os ter contactado decidi escolhe-los. O preço é extremamente competitivo, 9000 bht com três noites de alojamento incluídas. Acho que o melhor desta escola é ser uma escola pequena que tem um ambiente muito familiar. Os grupos de mergulho são de 3 ou 4 pessoas no máximo o que faz com que o instrutor possa estar sempre atento e disponível para todos. Eu já tinha feito um Discover Dive anteriormente e tinha corrido mais ou menos, porque houve uma altura que paniquei um bocado porque parecia que não estava a receber ar suficiente. Desta vez isso nunca aconteceu porque tudo levou o seu tempo. Todas as pessoas têm ritmos diferentes e nada é forçado o que ajuda muito. A parte teórica é um bocadinho chata mas não é difícil. Contudo é extremamente importante para perceber todos os riscos que o mergulho envolve e saber como evitar situações de perigo.  O curso passa-se nestes moldes: Dia 1: sessão de vídeo durante cerca de três horas e quizes.  Dia 2: de manhã mais uma sessão de vídeo seguida de esclarecimentos sobre os vídeos do dia anterior e primeiro “mergulho” durante a tarde. Este mergulho consiste na execução de vários exercícios debaixo de água para nos adaptarmos ao equipamento e a respirar o ar do tanque. É o dia mais cansativo e com uma quantidade de informação gigante que depois vai parecer muito mais fácil. Dia 3: últimas sessões de vídeo seguidas de dois mergulhos de 12 metros. Isto parece um bocado assustador mas mergulhar em si é muito mais fácil do que fazer exercícios. É aqui que começas a perceber que mergulhar é do caraças e que há todo um mundo debaixo de água para descobrir. Neste dia também tens que fazer o teu exame final para entregar no dia seguinte. Dia 4: dois mergulhos a 18 metros, sendo que o primeiro é às 6 da manhã! A diversidade de peixes e vida marinha em Koh Tao é espectacular por isso é altura de aproveitar. Só quase me ia afogando no exercício de tirar a máscara e voltar a pôr a cinco metros de profundidade mas sobrevivi. A cena de inspirar pela boca e expirar pelo nariz ainda não está completamente em mim.  Aconselho-te a planeares pelo menos mais um dia na ilha porque é possível que por estares constipado ou por algum exercício não correr tão bem não consigas terminar o curso em 4 dias e tenhas que ficar mais um bocadinho. Para mim valeu imenso a pena e não trocava a experiência por nada. Agora quero é mergulhar 🙂  Por fim, deixo umas fotos dos pores do sol de cortar a respiração em Koh Tao: Dicas rápidas Transporte: A forma mais rápida de chegar e partir de Koh Tao é através da Lomprayah. Eles são extremamente organizados (para standards tailandeses) e eficientes. Podes consultar todos os horários e ligações que fazem no site e também comprar os bilhetes. Também podes comprar nas centenas de operadores que encontras em todas as ilhas mas aconselho-te a fazê-lo com um ou dois dias de antecedência. Se tiveres que pernoitar em Surat Thani (como eu) para apanhar o bar o no dia seguinte usa o Airbnb para encontrar um apartamento.    

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Escolhi passar 5 dias do meu tempo na Tailândia em Koh Tao porque queria fazer o curso Open Water Diver e esta ilha é mundialmente conhecida como um dos melhores sítios do mundo para o fazer (bem como um dos mais baratos). O curso em si dura 4 dias, sendo que o primeiro e último são só “meios dias”. O quinto dia deixei-o para explorar a ilha.

Koh Tao tem o ligeiro problema de estar ao lado de Koh Panhang, a ilha da full moon party, e por isso leva com um bocado daquele turismo de festas e beber até morrer que tanta fama dá à ilha vizinha. Mas acho que fora dessa época é uma ilha bem mais calma e descontraída.

De qualquer forma adorei os meus dias em Koh Tao. Imediatamente fiquei amiga das pessoas que estavam a fazer o curso comigo, que já tinham amigos que tinham conhecido noutra ilha, e do nada tinha ali um grupo espectacular de pessoas que tornaram os meus dias em Koh Tao muito mais interessantes.

Apesar de não ter tido muito tempo para explorar a ilha em si, acho que é definitivamente um sítio que vale a pena visitar mesmo para não mergulhadores. Talvez três dias sejam suficientes sendo que a melhor forma de atravessar a ilha é de mota, mas cuidado porque as estradas são mesmo muito más e o que não falta é ver pessoas cheias de ligaduras e colares cervicais por causa de acidentes.

Os meus sítios preferidos na ilha são:

Koh Nang Yuan

Esta ilha é completamente obrigatória. Está a cerca de 10/15 minutos de longtail boat desde a Sairee Beach e tem águas cristalinas e quentes, areia branca, corais para explorar (se fizeres snorkeling nunca toques nem no coral nem nos peixes) e uma das vistas mais bonitas do mundo.

Aconselho-te a ires de manhã cedo para poderes passar lá o dia (todos os barcos voltam às 17). O custo de um barco costuma ser 250bht ida e volta mas depende um bocado de quantas pessoas forem. Nós éramos 3. Também existe uma taxa de 100 bht para entrar. Se quiseres levar água leva na mala e não à mostra porque vais ter que a deitar para o lixo.

Fraggle Rock

Esta é só para quem está numa de sofrer. A Fraggle Rock é uma rocha no meio da floresta de Koh Tao que tem uma vista incrível sobre a ilha. Para lá chegar vais ter que enfrentar uma caminhada, muitas vezes a pique, de hora/hora e meia. Claro que nós fomos mesmo à campeões na hora de maior calor, mas enfim. A vista vale definitivamente a pena. Existem basicamente três miradouros. O primeiro é um bar abandonado, o segundo uma pedra que tem umas escadas até ao topo e por fim, a Fraggle Rock que só encontrámos à segunda (depois de termos ido para a um trilho guardado por cães raivosos que claramente pareciam capazes de nos comer vivos). Sobrevivendo a essa parte, voltámos para trás e lá encontramos o caminho por entre umas rochas.

High Bar

Pelo nome já conseguiste perceber o que se passa neste bar, certo? Se fosse só isso não estaria nas minhas recomendações, mas a vista em si é lindíssima e por isso acho que merece uma visita. Pará lá chegar dividimos um táxi por todos e não recomendo mesmo ir a pé porque a inclinação das subidas está perto dos 90 graus.

Para quem está numa de experimentar eles vendem tudo e mais alguma coisa. Brownies, cookies e shakes de cogumelos.

E agora a parte mais importante: a comida!

Numa ilha que quase parece a Europa e que está cheia de restaurantes terríveis (nunca metas os pés no two brothers) consegui encontrar dois restaurantes deliciosos.

Samosa

Cozinha tipicamente Tailandesa, preços muito razoáveis para a ilha e comida deliciosa! O sítio em si não tem grande aspecto, mas rapidamente percebes que na Tailândia quanto pior parece melhor sabe. Recomendo o caril, frango agridoce e chamuças (especialidade da casa).

995 Roasted Duck

Deste o primeiro dia que vi este restaurante que queria lá ir, mas durante quatro dias não fui bem sucedida porque ninguém queria ir comigo. Finalmente no meu último dia lá ganhei a luta e claro que a conclusão foi que aquela tinha sido a melhor refeição das últimas semanas. Recomendo os noodles com pato (tamanho extra :D)

E agora para os mergulhadores

Se tens interesse em mergulhar e fazer algum curso posso definitivamente recomendar a escola onde o fiz: Scuba Shack. Existem centenas de escolas em Koh Tao por isso a escolha não é fácil. Encontrei esta escola por acaso, vi recomendações num grupo do Facebook e depois de ver as reviews e de os ter contactado decidi escolhe-los. O preço é extremamente competitivo, 9000 bht com três noites de alojamento incluídas.

Acho que o melhor desta escola é ser uma escola pequena que tem um ambiente muito familiar. Os grupos de mergulho são de 3 ou 4 pessoas no máximo o que faz com que o instrutor possa estar sempre atento e disponível para todos.

Eu já tinha feito um Discover Dive anteriormente e tinha corrido mais ou menos, porque houve uma altura que paniquei um bocado porque parecia que não estava a receber ar suficiente. Desta vez isso nunca aconteceu porque tudo levou o seu tempo. Todas as pessoas têm ritmos diferentes e nada é forçado o que ajuda muito.

A parte teórica é um bocadinho chata mas não é difícil. Contudo é extremamente importante para perceber todos os riscos que o mergulho envolve e saber como evitar situações de perigo. 

O curso passa-se nestes moldes:

Dia 1: sessão de vídeo durante cerca de três horas e quizes. 

Dia 2: de manhã mais uma sessão de vídeo seguida de esclarecimentos sobre os vídeos do dia anterior e primeiro “mergulho” durante a tarde. Este mergulho consiste na execução de vários exercícios debaixo de água para nos adaptarmos ao equipamento e a respirar o ar do tanque. É o dia mais cansativo e com uma quantidade de informação gigante que depois vai parecer muito mais fácil.

Dia 3: últimas sessões de vídeo seguidas de dois mergulhos de 12 metros. Isto parece um bocado assustador mas mergulhar em si é muito mais fácil do que fazer exercícios. É aqui que começas a perceber que mergulhar é do caraças e que há todo um mundo debaixo de água para descobrir. Neste dia também tens que fazer o teu exame final para entregar no dia seguinte.

Dia 4: dois mergulhos a 18 metros, sendo que o primeiro é às 6 da manhã! A diversidade de peixes e vida marinha em Koh Tao é espectacular por isso é altura de aproveitar. Só quase me ia afogando no exercício de tirar a máscara e voltar a pôr a cinco metros de profundidade mas sobrevivi. A cena de inspirar pela boca e expirar pelo nariz ainda não está completamente em mim. 

Aconselho-te a planeares pelo menos mais um dia na ilha porque é possível que por estares constipado ou por algum exercício não correr tão bem não consigas terminar o curso em 4 dias e tenhas que ficar mais um bocadinho. Para mim valeu imenso a pena e não trocava a experiência por nada. Agora quero é mergulhar 🙂 

Por fim, deixo umas fotos dos pores do sol de cortar a respiração em Koh Tao:

Dicas rápidas

Transporte: A forma mais rápida de chegar e partir de Koh Tao é através da Lomprayah. Eles são extremamente organizados (para standards tailandeses) e eficientes. Podes consultar todos os horários e ligações que fazem no site e também comprar os bilhetes. Também podes comprar nas centenas de operadores que encontras em todas as ilhas mas aconselho-te a fazê-lo com um ou dois dias de antecedência.

Se tiveres que pernoitar em Surat Thani (como eu) para apanhar o bar o no dia seguinte usa o Airbnb para encontrar um apartamento.

 

 

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Chiang Mai e o paraíso dos hippies https://www.mudancasconstantes.com/2017/03/20/chiang-mai-e-o-paraiso-dos-hippies/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=chiang-mai-e-o-paraiso-dos-hippies https://www.mudancasconstantes.com/2017/03/20/chiang-mai-e-o-paraiso-dos-hippies/#comments Mon, 20 Mar 2017 10:37:33 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=1459 Aconselho a qualquer pessoa que queria ir para Chiang Mai a optar por ir de comboio. É tão confortável! São cerca de 14 horas de Bangkok e 12 de Ayutthaya mas as camas são óptimas e a paisagem no norte ao acordar também. Convém marcar com alguma antecedência pelo site 12goasia porque os bilhetes esgotam (segunda classe com ar condicionado). Para ser sincera, no início Chiang Mai desapontou-me um bocadinho. Pareceu-me uma cidade feia, sem muito interesse e não percebi onde estava o charme que fazia com que tantas pessoas tivessem escolhido este local como a sua nova casa (Chiang mai está cheio de pessoas que trabalham digitalmente). Mas quatro dias depois acho que cheguei lá 🙂 Chiang Mai, a cidade Chiang Mai é o paraíso para os viajantes que têm um budget apertado, como eu! A comida é perversamente barata e deliciosa, há mercados por todos os lados, as massagens mais baratas da Tailândia… É brilhante. Aqui vai uma pequena lista de sítios “obrigatórios” numa visita a Chiang Mai. Chiang Mai Women’s prision massage Eu sei que o nome é muito estranho, mas este centro de massagens emprega mulheres tailandesas que estão na prisão a cumprir a sua sentença e ao mesmo tempo aprendem a fazer massagens para quando saírem de lá conseguirem encontrar um trabalho e reintegrarem-se na sociedade mais facilmente. Uma massagem tailandesa de uma hora custa 200 bht (cerca de 6 euros) e é uma massagem que combina todas umas skills de yoga, alongamentos e potencialmente fisioterapia! Dói um bocadinho, mas sabe bem. Devido à popularidade do sítio, convém ir cedo (até às 12) porque esgota rapidamente. Eles têm uma rede de spas que emprega as mulheres que já saíram da prisão e indicam sempre esses sítios quando já não têm mais vagas. Apesar de achar que a ideia é brilhante tenho um bocado de medo que as massagistas estejam a ser exploradas, porque pelo que vi não existem propriamente pausas, mas espero que o projecto em si seja uma mais valia e que consigam restabelecer a sua vida depois de saírem da prisão. Andando um minuto para cima na mesma rua está este restaurante com um aspecto terrível mas com o melhor Pad Thai que já comi (e comi no mínimo uns 10) Templos Wat Chedi Luang Worawihan Este templo enorme e peculiar situa-se no centro de Chiang Mai e é um dos mais famosos da cidade. Demorou quase 150 anos a ser construído (com muitas paragens pelo meio) e foi inicialmente concebido para receber as cinzas de um rei. A entrada custa 40 bht e dá-te acesso aos vários templos dentro do complexo. Mesmo ao lado deste templo está o Wat Phan Tao que é gratuito e também vale muito a pena Wat Chiang Man A primeira coisa que me chamou à atenção neste templo foi uma árvore em flor lindíssima que espalhava um certo sentimento de serenidade naquele jardim. O jardim, a estrutura com elefantes e o templo em si formam um conjunto muito interessante de visitar. Entrada gratuita. Mercados Supermercados na Tailândia são raros, mas mercados há para dar e vender. Acho que no total fui a 4 sendo que cada um tem algo diferente para oferecer. Aqui ficam as melhores (ou mais deliciosas) fotos em cada um: Talat Somphet Market Night Bazar Warorot Market Sunday Market Infelizmente não tenho fotos deste mercado mas é gigantesco (ocupa várias ruas completas) e é uma confusão porque toda a gente lá vai. A comida é ainda mais barata que o normal – Pad Thai por 20 bht – e tem tudo. Vai com tempo e paciência porque o ritmo de andamento é lento! Santuários de elefantes Infelizmente, nascer-se elefante não é uma das melhores coisas que podem acontecer na Tailândia. Apesar destes animais parecerem ser considerados sagrados devido à quantidade de vezes que a sua figura aparece em templos, há muitos anos que são usados como meio de transporte e “mão de obra” pelos tailandeses. Hoje em dia, são usados para entretenimento turístico e pode-se ver em todo o lado anúncios a passeios de elefante. Apesar disto parecer muito engraçado, não é. Os elefantes não são animais domésticos e são torturados para aprenderem a transportar turistas. Acorrentados, espicaçados com objectos afiados e cortantes e obrigados a carregar pesos muito acima das suas capacidades estes elefantes não são mais do que escravos nas mãos dos seus donos (sim, porque é legal ter um elefante na Tailândia). Por isso, a primeira mensagem que quero passar é: não andes de elefante. Se não houver procura, não haverá oferta e o turismo na Tailândia anda todo à volta do “o que é que o turista quer”. Por isso, a mudança começa por aí. Deste problema começaram a surgir os ditos santuários de elefantes. Sítios que resgatam elefantes que estão a ser usados e maltratados e que os reabilitam, em esperança de, um dia, os poderem devolver à natureza. Apesar deste conceito não ser igual à liberdade, ao menos aqui os elefantes não são torturados nem maltratados e não estão acorrentados. Se é bom para os elefantes ter que lidar com pessoas todos os dias que vêm ver e mexer neles? Muito sinceramente não sei, mas parece-me que se os santuários não fossem abertos ao público nunca sobreviveriam devido à falta de fundos (é que uma coisinha daquelas come mais de 100 kg por dia!) No início estava bastante receosa porque escolhi um santuário mais pequeno do que os dois mais famosos e quando chegamos os elefantes estavam atrás de uma cerca e fiquei logo com medo que não se pudessem mexer de lá. Depois lá percebi que era o primeiro contacto e que antes de poderem andar por ali livremente connosco tinham que se habituar a nós. A experiência de estar perto dos elefantes, dar-lhes comida (a tromba é tão fofinhaa!! <3), aprender mais sobre eles e dar-lhes banho é maravilhosa e eles até parecem gostar. Claro que depois da quantidade de cana de açúcar e bananas que lhes demos tinham que gostar de nós 🙂 Felizmente nunca os vi acorrentados e depois do banho (eles só ficam até lhes apetecer) foram sozinhos para a vegetação ali ao pé comer mais um bocadinho. Por isso, se te interessa o contacto com os elefantes, esta é certamente a maneira mais ética de o fazer. Os sítios mais famosos são: elephant nature park, elephant jungle park e eu escolhi a Chiang Mai T.U.M travel que faz metade do dia num pequeno santuário (só 5 elefantes) e o resto do dia trekking e tubbing (adorei!!!). O preço foi o que pesou mais na minha decisão:1800 bht. Aula de cozinha Nunca pensei vir a gostar tanto da comida tailandesa! Tem uma mistura de sabores super intensa e equilibrada. Por isso, e porque adoro cozinhar, decidi inscrever-me numa aula de cozinha para aprender as bases e alguns segredos dos pratos deliciosos que tenho comido. Acho que para qualquer pessoa que goste de cozinhar, Chiang Mai é o sítio para o fazer. Só tenho pena que os ingredientes sejam tão “estranhos” mas nada que uma visita ao Martim Moniz não resolva 😉 Aprendi a fazer Pad Thai, Spring Rolls e Papaya Salad (que não tem papaia??), Pasta de caril vermelho – com malaguetas vermelhas, o caril verde é feito com malaguetas verdes – Khaw Soi, um caril tailandês e sopa de côco. E a sobremesa: sticky rice com manga. Deilicía-te: Escola: Asia Scenic; Preço: 1000 bht das 9 às 15. Para a próxima: Pai e Chiang Rai. Não tive tempo de visitar nenhum deles com muita pena minha, por isso se estiveres no norte e quiseres mais sítios para descobrir, estas são as minhas recomendações. Dicas rápidas: Alojamento: o meu hostel era tão fixe que foi a inspiração do título para este post. Fiquei quatro noites no Mapping Hostel numa “tenda”. Basicamente é um colchão com uma rede de mosquitos em cima, um tecto e uma cortina de cada lado. Dormes ao ar livre, mas na Tailândia muitas vezes é mais confortável do que dormir num dormitório. O preço é completamente ridículo – 2.6€ por noite – e o ambiente é do caraças. O hostel fica um bocadinho fora do centro mas é super fácil de andar até lá. À noite o pessoal reúne-se nas cabaninhas de bambu para falar, beber cerveja, tocar guitarra e claro fumar erva (e eu que pensava que era muito ilegal na Tailândia…). Mesmo que não seja muito a tua cena (a minha não é) adorei conhecer pessoas com filosofias de vida completamente diferentes da minha e posso dizer que aprendi imenso durante aqueles dias. Só tens que ir com uma mente aberta 🙂 Transporte para o aeroporto: está na altura de louvar a tecnologia. Pelo que percebi os preços da ida para o aeroporto estão um bocado inflacionários pela procura. Por isso faz download da aplicação Grab e Uber e o preço provavelmente será mais razoável. Paguei 195bht do meu hostel até ao aeroporto e no hostel dizia que um táxi para lá seriam 250bht, por isso vale a pena. Água: tal como em Bangkok existem aqueles contentores que dão um litro e meio de água por 1bht. É bom para poupar na carteira e no ambiente. Podes sempre perguntar no teu hostel qual é o ponto mais próximo.

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Aconselho a qualquer pessoa que queria ir para Chiang Mai a optar por ir de comboio. É tão confortável! São cerca de 14 horas de Bangkok e 12 de Ayutthaya mas as camas são óptimas e a paisagem no norte ao acordar também. Convém marcar com alguma antecedência pelo site 12goasia porque os bilhetes esgotam (segunda classe com ar condicionado).

Para ser sincera, no início Chiang Mai desapontou-me um bocadinho. Pareceu-me uma cidade feia, sem muito interesse e não percebi onde estava o charme que fazia com que tantas pessoas tivessem escolhido este local como a sua nova casa (Chiang mai está cheio de pessoas que trabalham digitalmente). Mas quatro dias depois acho que cheguei lá 🙂

  • Chiang Mai, a cidade

Chiang Mai é o paraíso para os viajantes que têm um budget apertado, como eu! A comida é perversamente barata e deliciosa, há mercados por todos os lados, as massagens mais baratas da Tailândia… É brilhante. Aqui vai uma pequena lista de sítios “obrigatórios” numa visita a Chiang Mai.

Chiang Mai Women’s prision massage

Eu sei que o nome é muito estranho, mas este centro de massagens emprega mulheres tailandesas que estão na prisão a cumprir a sua sentença e ao mesmo tempo aprendem a fazer massagens para quando saírem de lá conseguirem encontrar um trabalho e reintegrarem-se na sociedade mais facilmente.
Uma massagem tailandesa de uma hora custa 200 bht (cerca de 6 euros) e é uma massagem que combina todas umas skills de yoga, alongamentos e potencialmente fisioterapia! Dói um bocadinho, mas sabe bem.

Devido à popularidade do sítio, convém ir cedo (até às 12) porque esgota rapidamente. Eles têm uma rede de spas que emprega as mulheres que já saíram da prisão e indicam sempre esses sítios quando já não têm mais vagas.

Apesar de achar que a ideia é brilhante tenho um bocado de medo que as massagistas estejam a ser exploradas, porque pelo que vi não existem propriamente pausas, mas espero que o projecto em si seja uma mais valia e que consigam restabelecer a sua vida depois de saírem da prisão.

Andando um minuto para cima na mesma rua está este restaurante com um aspecto terrível mas com o melhor Pad Thai que já comi (e comi no mínimo uns 10)

Templos

Wat Chedi Luang Worawihan

Este templo enorme e peculiar situa-se no centro de Chiang Mai e é um dos mais famosos da cidade. Demorou quase 150 anos a ser construído (com muitas paragens pelo meio) e foi inicialmente concebido para receber as cinzas de um rei. A entrada custa 40 bht e dá-te acesso aos vários templos dentro do complexo. Mesmo ao lado deste templo está o Wat Phan Tao que é gratuito e também vale muito a pena

Wat Chiang Man
A primeira coisa que me chamou à atenção neste templo foi uma árvore em flor lindíssima que espalhava um certo sentimento de serenidade naquele jardim. O jardim, a estrutura com elefantes e o templo em si formam um conjunto muito interessante de visitar. Entrada gratuita.

Mercados
Supermercados na Tailândia são raros, mas mercados há para dar e vender. Acho que no total fui a 4 sendo que cada um tem algo diferente para oferecer. Aqui ficam as melhores (ou mais deliciosas) fotos em cada um:

Talat Somphet Market

Mais no fim do mercado está uma banquinha que vende sopas. Esta é de porco com dumplings acabados de fazer. Divinal. 40bht

Night Bazar

Eu a comer novamente… O mercado noturno é bastante grande com dois lados da estrada completamente cheios de bancas a vender um bocadinho de tudo. A meio existe este “food court” com montes de opções. Também existe um outro muito western com comida de todo o mundo mas mais caro.

Warorot Market

Este é um mercado mais local e fora do centro. Concentra um montão de bancas com ingredientes completamente desconhecidos e outros infelizmente conhecidos como as minhocas abaixo!

Sunday Market

Infelizmente não tenho fotos deste mercado mas é gigantesco (ocupa várias ruas completas) e é uma confusão porque toda a gente lá vai. A comida é ainda mais barata que o normal – Pad Thai por 20 bht – e tem tudo. Vai com tempo e paciência porque o ritmo de andamento é lento!

  • Santuários de elefantes

Infelizmente, nascer-se elefante não é uma das melhores coisas que podem acontecer na Tailândia. Apesar destes animais parecerem ser considerados sagrados devido à quantidade de vezes que a sua figura aparece em templos, há muitos anos que são usados como meio de transporte e “mão de obra” pelos tailandeses. Hoje em dia, são usados para entretenimento turístico e pode-se ver em todo o lado anúncios a passeios de elefante.

Apesar disto parecer muito engraçado, não é. Os elefantes não são animais domésticos e são torturados para aprenderem a transportar turistas. Acorrentados, espicaçados com objectos afiados e cortantes e obrigados a carregar pesos muito acima das suas capacidades estes elefantes não são mais do que escravos nas mãos dos seus donos (sim, porque é legal ter um elefante na Tailândia).

Por isso, a primeira mensagem que quero passar é: não andes de elefante. Se não houver procura, não haverá oferta e o turismo na Tailândia anda todo à volta do “o que é que o turista quer”. Por isso, a mudança começa por aí.

Deste problema começaram a surgir os ditos santuários de elefantes. Sítios que resgatam elefantes que estão a ser usados e maltratados e que os reabilitam, em esperança de, um dia, os poderem devolver à natureza.

Apesar deste conceito não ser igual à liberdade, ao menos aqui os elefantes não são torturados nem maltratados e não estão acorrentados. Se é bom para os elefantes ter que lidar com pessoas todos os dias que vêm ver e mexer neles? Muito sinceramente não sei, mas parece-me que se os santuários não fossem abertos ao público nunca sobreviveriam devido à falta de fundos (é que uma coisinha daquelas come mais de 100 kg por dia!)

No início estava bastante receosa porque escolhi um santuário mais pequeno do que os dois mais famosos e quando chegamos os elefantes estavam atrás de uma cerca e fiquei logo com medo que não se pudessem mexer de lá. Depois lá percebi que era o primeiro contacto e que antes de poderem andar por ali livremente connosco tinham que se habituar a nós.

A experiência de estar perto dos elefantes, dar-lhes comida (a tromba é tão fofinhaa!! <3), aprender mais sobre eles e dar-lhes banho é maravilhosa e eles até parecem gostar. Claro que depois da quantidade de cana de açúcar e bananas que lhes demos tinham que gostar de nós 🙂 Felizmente nunca os vi acorrentados e depois do banho (eles só ficam até lhes apetecer) foram sozinhos para a vegetação ali ao pé comer mais um bocadinho.
Por isso, se te interessa o contacto com os elefantes, esta é certamente a maneira mais ética de o fazer. Os sítios mais famosos são: elephant nature park, elephant jungle park e eu escolhi a Chiang Mai T.U.M travel que faz metade do dia num pequeno santuário (só 5 elefantes) e o resto do dia trekking e tubbing (adorei!!!). O preço foi o que pesou mais na minha decisão:1800 bht.

  • Aula de cozinha

Nunca pensei vir a gostar tanto da comida tailandesa! Tem uma mistura de sabores super intensa e equilibrada. Por isso, e porque adoro cozinhar, decidi inscrever-me numa aula de cozinha para aprender as bases e alguns segredos dos pratos deliciosos que tenho comido.

Acho que para qualquer pessoa que goste de cozinhar, Chiang Mai é o sítio para o fazer. Só tenho pena que os ingredientes sejam tão “estranhos” mas nada que uma visita ao Martim Moniz não resolva 😉

Aprendi a fazer Pad Thai, Spring Rolls e Papaya Salad (que não tem papaia??), Pasta de caril vermelho – com malaguetas vermelhas, o caril verde é feito com malaguetas verdes – Khaw Soi, um caril tailandês e sopa de côco. E a sobremesa: sticky rice com manga. Deilicía-te:

Escola: Asia Scenic; Preço: 1000 bht das 9 às 15.

Para a próxima: Pai e Chiang Rai. Não tive tempo de visitar nenhum deles com muita pena minha, por isso se estiveres no norte e quiseres mais sítios para descobrir, estas são as minhas recomendações.

Dicas rápidas:

Alojamento: o meu hostel era tão fixe que foi a inspiração do título para este post. Fiquei quatro noites no Mapping Hostel numa “tenda”. Basicamente é um colchão com uma rede de mosquitos em cima, um tecto e uma cortina de cada lado. Dormes ao ar livre, mas na Tailândia muitas vezes é mais confortável do que dormir num dormitório. O preço é completamente ridículo – 2.6€ por noite – e o ambiente é do caraças. O hostel fica um bocadinho fora do centro mas é super fácil de andar até lá. À noite o pessoal reúne-se nas cabaninhas de bambu para falar, beber cerveja, tocar guitarra e claro fumar erva (e eu que pensava que era muito ilegal na Tailândia…). Mesmo que não seja muito a tua cena (a minha não é) adorei conhecer pessoas com filosofias de vida completamente diferentes da minha e posso dizer que aprendi imenso durante aqueles dias. Só tens que ir com uma mente aberta 🙂


Transporte para o aeroporto: está na altura de louvar a tecnologia. Pelo que percebi os preços da ida para o aeroporto estão um bocado inflacionários pela procura. Por isso faz download da aplicação Grab e Uber e o preço provavelmente será mais razoável. Paguei 195bht do meu hostel até ao aeroporto e no hostel dizia que um táxi para lá seriam 250bht, por isso vale a pena.

Água: tal como em Bangkok existem aqueles contentores que dão um litro e meio de água por 1bht. É bom para poupar na carteira e no ambiente. Podes sempre perguntar no teu hostel qual é o ponto mais próximo.

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Bangkok, uma janela para a Ásia https://www.mudancasconstantes.com/2017/03/13/bangkok-uma-janela-para-a-asia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bangkok-uma-janela-para-a-asia https://www.mudancasconstantes.com/2017/03/13/bangkok-uma-janela-para-a-asia/#comments Mon, 13 Mar 2017 12:28:30 +0000 https://mudancasconstantes.wordpress.com/?p=1405 Bangkok é um cartão de boas vindas ao sudoeste Asiático. O calor, a confusão das estradas, a poluição, mas ao mesmo tempo os sorrisos, a comida deliciosa por quase nada, as frutas exóticas… É intenso em todos os sentidos. Foi quando apanhei o Airport Rail Link, o comboio aéreo que me levou ao centro da cidade por 45bht, que finalmente percebi que estava muito longe de casa. Tudo é diferente. As construções e as casas, a vegetação e claro, as pessoas. Apesar do caos, achei que Bangkok tem um certo charme. Não é massivamente turística e dá para ter um cheirinho de como funciona a vida local. O meu hostel estava um bocadinho longe do centro, mas por acaso ao lado da embaixada portuguesa (juro que não fiz de propósito) e tinha sempre que apanhar o barco para ir a algum lado – o que foi a melhor coisa que me aconteceu porque sempre há um ventinho para cortar o calor asfixiante da Tailândia. Em dia e meio consegui ver mais budas do que na minha vida inteira e vários mercados locais. Bangkok tem uma quantidade infindável de templos para ver, mas muito sinceramente depois de dois ou três todos parecem iguais. Deixo aqui as minhas sugestões para dois dias bem passados nesta cidade de primeiras vezes: 1) Usa os barcos para te deslocares dentro da cidade. Um bilhete deve custar 15 bht. Pede sempre este bilhete porque eles têm outros barcos para turistas que custam 40 bht mas são basicamente a mesma coisa. 2) Visita o templo de Wat Po (100 bht) onde vais encontrar o Buda reclinado e o complexo em si é bastante grande e interessante. Se pensas visitar templos durante um dia leva calças e uma t-shirt ou um lenço par cobrir os ombros caso leves um top. Também visitei o Wat Arun que vale definitivamente os 50 bht de entrada. 3) A melhor comida (e mais barata) está nos mercados locais. A Chinatown é conhecida pela sua fantástica comida de rua. Também é um sítio com centenas ou milhares de banquinhas que vendem frutas, legumes e sabe deus mais lá o quê… É a confusão total. Para escolher um sítio para comer basta veres onde é que há locais. 4) A Khao San Road é conhecida como sendo o paraíso dos backpackers mas muito sinceramente não me pareceu nada de especial… Suponho que à noite seja mais interessante mas acho que só vale a pena para beber ou ir a espectáculos estranhos. 5) Por fim, um dos sítios que mais gostei foi um mercado a 25 km de Bangkok, chamado Don Wai Market. Não é dos sítios mais fáceis de chegar mas é um mercado local, só com tailandeses, à beira de um rio. Para lá chegar apanhei um barco até ao porto N13 e daí um Uber, por que nenhum taxi ou tuk tuk sabia onde era. O preço não deve exceder os 200/250 bht. No mercado podes sempre experimentar coisinhas boas cujo nome nunca vais saber, dar um passeio de barco (acho que só estão disponíveis durante as manhãs). Eu encontrei uns noddles de pato de comer e chorar por mais. Para voltar só te resta mesmo o taxi já que Uber nas redondezas nem vê-los. Fiz tudo isto na companhia de um espanhol que conheci através do couchsurfing 🙂 se estiveres sozinho/a é sempre fácil de encontrar outros viajantes através de aplicações como o couchsurfing, nos hostels (no meu não eram todos uns monos) ou mesmo no meio da rua 🙂 Dicas rápidas Cartão SIM: 300 bht para uma semana ou 600 para um mês. Escolhi o da dtca e funciona perfeitamente em todo o lado. Acho que para quem viaja sozinho é essencial porque te dá imensa segurança. Compra no aeroporto porque é muito mais fácil do que no centro da cidade. Transportes: do aeroporto para o centro a opção mais rápida e barata é o Aiport Rail Link. Depois podes sempre apanhar um metro, um táxi ou andar até ao teu destino. Água: infelizmente só aprendi este truque depois de uma semana na Tailândia! Em todo o lado existem uns mini contentores onde inseres 1bht e te dão 1.5 litros de água potável. De resto uma garrafa pequena custa 10 bht na rua ou hostel e uma grande 20 bht. Podes perguntar no hostel ou a alguém onde fica o mais próximo 🙂 Hostel: fiquei no OldTown Hostel que tinha umas condições bastante simpáticas para 5€ por noite. Infelizmente a atmosfera não era particularmente interactiva uma vez que toda a gente estava enfiada nos seus smartphones e quase nem bom dia nem boa noite. Mas consegui dormir 13 horas quase seguidas o que num hostel não é nada mau! Se tens mais dicas ou alguma pergunta escreve nos comentários 😉

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Bangkok é um cartão de boas vindas ao sudoeste Asiático. O calor, a confusão das estradas, a poluição, mas ao mesmo tempo os sorrisos, a comida deliciosa por quase nada, as frutas exóticas… É intenso em todos os sentidos.

Foi quando apanhei o Airport Rail Link, o comboio aéreo que me levou ao centro da cidade por 45bht, que finalmente percebi que estava muito longe de casa. Tudo é diferente. As construções e as casas, a vegetação e claro, as pessoas.

Apesar do caos, achei que Bangkok tem um certo charme. Não é massivamente turística e dá para ter um cheirinho de como funciona a vida local. O meu hostel estava um bocadinho longe do centro, mas por acaso ao lado da embaixada portuguesa (juro que não fiz de propósito) e tinha sempre que apanhar o barco para ir a algum lado – o que foi a melhor coisa que me aconteceu porque sempre há um ventinho para cortar o calor asfixiante da Tailândia.

Mural do Vhils na embaixada Portuguesa

Em dia e meio consegui ver mais budas do que na minha vida inteira e vários mercados locais. Bangkok tem uma quantidade infindável de templos para ver, mas muito sinceramente depois de dois ou três todos parecem iguais.
Deixo aqui as minhas sugestões para dois dias bem passados nesta cidade de primeiras vezes:

1) Usa os barcos para te deslocares dentro da cidade. Um bilhete deve custar 15 bht. Pede sempre este bilhete porque eles têm outros barcos para turistas que custam 40 bht mas são basicamente a mesma coisa.

2) Visita o templo de Wat Po (100 bht) onde vais encontrar o Buda reclinado e o complexo em si é bastante grande e interessante. Se pensas visitar templos durante um dia leva calças e uma t-shirt ou um lenço par cobrir os ombros caso leves um top.
Também visitei o Wat Arun que vale definitivamente os 50 bht de entrada.

Wat Arun

Wat Po

3) A melhor comida (e mais barata) está nos mercados locais. A Chinatown é conhecida pela sua fantástica comida de rua. Também é um sítio com centenas ou milhares de banquinhas que vendem frutas, legumes e sabe deus mais lá o quê… É a confusão total. Para escolher um sítio para comer basta veres onde é que há locais.

4) A Khao San Road é conhecida como sendo o paraíso dos backpackers mas muito sinceramente não
me pareceu nada de especial… Suponho que à noite seja mais interessante mas acho que só vale a pena para beber ou ir a espectáculos estranhos.

5) Por fim, um dos sítios que mais gostei foi um mercado a 25 km de Bangkok, chamado Don Wai Market. Não é dos sítios mais fáceis de chegar mas é um mercado local, só com tailandeses, à beira de um rio. Para lá chegar apanhei um barco até ao porto N13 e daí um Uber, por que nenhum taxi ou tuk tuk sabia onde era. O preço não deve exceder os 200/250 bht.
No mercado podes sempre experimentar coisinhas boas cujo nome nunca vais saber, dar um passeio de barco (acho que só estão disponíveis durante as manhãs). Eu encontrei uns noddles de pato de comer e chorar por mais. Para voltar só te resta mesmo o taxi já que Uber nas redondezas nem vê-los.

Fiz tudo isto na companhia de um espanhol que conheci através do couchsurfing 🙂 se estiveres sozinho/a é sempre fácil de encontrar outros viajantes através de aplicações como o couchsurfing, nos hostels (no meu não eram todos uns monos) ou mesmo no meio da rua 🙂

Dicas rápidas

Cartão SIM: 300 bht para uma semana ou 600 para um mês. Escolhi o da dtca e funciona perfeitamente em todo o lado. Acho que para quem viaja sozinho é essencial porque te dá imensa segurança. Compra no aeroporto porque é muito mais fácil do que no centro da cidade.

Transportes: do aeroporto para o centro a opção mais rápida e barata é o Aiport Rail Link. Depois podes sempre apanhar um metro, um táxi ou andar até ao teu destino.

Água: infelizmente só aprendi este truque depois de uma semana na Tailândia! Em todo o lado existem uns mini contentores onde inseres 1bht e te dão 1.5 litros de água potável. De resto uma garrafa pequena custa 10 bht na rua ou hostel e uma grande 20 bht. Podes perguntar no hostel ou a alguém onde fica o mais próximo 🙂

Hostel: fiquei no OldTown Hostel que tinha umas condições bastante simpáticas para 5€ por noite. Infelizmente a atmosfera não era particularmente interactiva uma vez que toda a gente estava enfiada nos seus smartphones e quase nem bom dia nem boa noite. Mas consegui dormir 13 horas quase seguidas o que num hostel não é nada mau!

Se tens mais dicas ou alguma pergunta escreve nos comentários 😉

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